Hoje sonhei-nos. Vi-nos com a lucidez de quem sabe o que procura sem nunca hesitar. Encontrei-nos como sempre nos imaginei. E éramos tão reais, tão perfeitos. Éramos aquilo que sempre deveríamos ter sido, sem o tempo a atrapalhar.
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quarta-feira, março 16, 2016
domingo, outubro 18, 2015
A morte de um sonho.

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quinta-feira, março 06, 2014
terça-feira, fevereiro 04, 2014
A consciência daquilo que se é.
Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
À parte disso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.
Fernando Pessoa
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quarta-feira, outubro 16, 2013
Meant to be

Sonhei contigo. Imaginei-te antes de te conhecer. Dei-te um nome que te pudesse chamar quando a altura chegasse. Vi-te vezes sem conta... em todas elas eras diferente mas em todas elas eras tu. Sabia que te iria conhecer. Preparei-me para ti. Pronunciei-te em voz alta para que te pudesses materializar à minha frente. Alimentei-me da crença que chegarias. E vivi à tua espera. Segui apenas em frente para te encontrar, pois sabia que eras tu o meu destino.
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quinta-feira, junho 27, 2013
Sonhos...
Hoje tive aquele que poderá ser considerado o melhor sonho que já alguma vez tive. O problema?! Não passar disso mesmo... de um mero sonho, que teve por origem não sei bem o quê, mas que mais valia não ter tido origem em lado nenhum... É que os sonhos demasiados reais brincam com a nossa percepção de realidade... e acordar com a sensação de poderia haver toda uma outra realidade paralela pode baralhar-nos os sentidos. Partidas do nosso subconsciente que não tem a noção do que uma simples brincadeira pode causar.
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quinta-feira, agosto 25, 2011
segunda-feira, junho 06, 2011
domingo, julho 11, 2010
Acreditar

Lembro-me de ser miúda e, na Primavera, procurar estas plantinhas para soprar. Dizem que devemos pedir um desejo e soprar, mas nessa idade os meus desejos eram daqueles que se pediam ao Pai Natal e as plantas não tinham nenhum poder mágico a não ser o de me fazer sorrir.
Tenho saudades desses tempos em que éramos puros de espirito, inocentes, e em que as nossas maiores preocupações eram: que prendas é que vou pedir(?), que gelado é que vou comer(?), e só espero que a minha mãe não faça nada com ervilhas para o jantar(!). Vivíamos o dia pelo o que ele era sem nos termos de preocupar com o futuro. Acreditavámos no melhor das pessoas e maldade resumia-se à Bruxa Má nas histórias de encantar, que era sempre derrotada. E todas as nossas histórias tinham um final feliz.
Ainda assim, e apesar de muito se ter perdido pela caminhada a que chamamos crescimento, gosto de "alimentar" a minha criança interior, de acreditar em sonhos e nas pessoas. Talvez seja "naive" da minha parte, mas se assim não for o que nos resta?
Tenho saudades desses tempos em que éramos puros de espirito, inocentes, e em que as nossas maiores preocupações eram: que prendas é que vou pedir(?), que gelado é que vou comer(?), e só espero que a minha mãe não faça nada com ervilhas para o jantar(!). Vivíamos o dia pelo o que ele era sem nos termos de preocupar com o futuro. Acreditavámos no melhor das pessoas e maldade resumia-se à Bruxa Má nas histórias de encantar, que era sempre derrotada. E todas as nossas histórias tinham um final feliz.
Ainda assim, e apesar de muito se ter perdido pela caminhada a que chamamos crescimento, gosto de "alimentar" a minha criança interior, de acreditar em sonhos e nas pessoas. Talvez seja "naive" da minha parte, mas se assim não for o que nos resta?
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