sexta-feira, maio 22, 2015

E se te pudesses ver daqui a 30, 50 ou 70 anos com a tua cara metade?


Kristie e Tavis são um casal que, a um mês de casar, teve a oportunidade de se ver a "envelhecer" um ao lado do outro. E viram-se com 50, 70 e 90 anos. Uma experiência deliciosa que me comoveu especialmente pelas palavras tão doces dele para com ela. Adorava um dia poder ter também uma experiência destas!

terça-feira, maio 19, 2015

Novo Acordo Ortográfico: Não obrigado!


Quero deixar aqui bem expresso que é exactamente por ter orgulho no meu país e na minha língua, que sou contra o novo acordo ortográfico. E, como tal, enquanto puder, continuarei a escrever tal como me foi ensinado na escola e em bom português.

E para aquelas mentes tacanhas que dizem que só aqueles que escrevem coisas como "agente vamos", "durmir", "há-des", "á", "hà", "haviam", e que criticam Portugal por tudo e por nada, é que são contra o novo acordo, só tenho uma coisa a dizer: badamerda!! E não, não escrevo nem falo com erros!!! E não, não critico tudo o que cá se passa!!! Critico sim o que acho mal, aqui ou noutro lado qualquer. Não critico por criticar. O acordo não é uma evolução, mas sim um retrocesso. E mais do que um retrocesso, é uma ofensa à nossa génese enquanto povo e nação. E o mais triste de tudo é que ainda por cima fomos o único país a adoptá-lo. Impressionante como, às vezes, conseguimos ser tão pequeninos... (E atenção que eu sempre achei Portugal um grande país, independentemente de todos os defeitos que possa ter. E quem tal como eu já teve a oportunidade de visitar outros países percee perfeitamente o que quero dizer!).

A verdade é que não há qualquer uniformização, o que há é um grande lobbie. Ou acham mesmo que isto foi feito para sermos todos mais iguais?! E ainda que fosse para sermos todos mais iguais, eu orgulho-me das minhas diferenças. E Portugal deveria orgulhar-se também. Não sou eu que tenho de falar "brasileiro", no máximo são os barsileiros que tem de falar português, porque que eu saiba a lingua de que se fala e que se fala é o português.

E caso não saibam, esta proposta já estava há 10 anos na gaveta alimentada pelos lobbies das editoras e afins, que assim desta forma vão ganhar milhares de euros com o facto de já não precisarem de traduzir livros e quaisquer outros manuscritos. Desenganem-se meus amigos, estas coisas não acontecem por acaso ou porque sim... acontecem porque há muito dinheiro por detrás a mexer cordelinhos!!

E já agora ao argumento de que uma língua deve ser algo em constante mutação, seguido a própria evolução das gentes, como foi o caso do "bué" ter sido introduzido no dicionário como uma nova palavra, a isso respondo: uma coisa é incorporar palavras devido à evolução da lingua, como foi o este caso, outra completamente diferente é assassinar uma lingua e as suas raizes culturais porque há outro povo que fala a mesma lingua que nós (pelo menos na sua génese), só porque eles são mais numerosos do que nós. E se uma lingua deve reflectir a sua fala, porque é que a minha agora deveria o "brasileiro"?! Da última vez que vi ainda falava português.

Portugal pode ser pequenino, mas é grande, e não se deve curvar nem ceder e muito menos esquecer-se da sua génese. Não vimos por certo o Reino Unido a deixar de escrever como escreve só porque os Estados Unidos também falam a sua lingua. E acreditem que entre eles a única diferença não é sotaque, também há bastante diferenças a nível de escrita. Mas, como é óbvio, uma proposta tão ridicula como esta para eles nem nunca esteve em cima da mesa. E duvido até que algum dia tenha sido considerada. Porque eles orgulham-se de si próprios. Coisa que nós deviamos fazer mais.

segunda-feira, maio 18, 2015

Visita "Do aqueduto à Escola Politécnica" :)

Hoje foi dia de aproveitar o "Dia Internacional dos Museus" :)

O que vale é que não tivemos que andar tanto...

O túmulo de Fernão Telles de Menezes

O laboratório

domingo, maio 17, 2015

Digamos que foi um desconcerto em toda a sua plenitude...

Sinopse:
DESCONCERTO, é um espectáculo sobre a impossibilidade... A impossibilidade de ser… a impossibilidade de ter… a impossibilidade de estar. A asfixia. Uma caminhada feita de momentos de solidão suspensos numa intemporalidade imaginária e cavernosa, num desconcerto de ilusões.

(In)confidência:
Sinceramente gosto muito da minha Anninha, mas esta peça... Jasus!! Que seca!! Se não fosse por ela tinha saído a meio... a sério. Mas pronto, acabei por dormir... De qualquer forma, é tempo da minha vida que nunca mais vou recuperar. A peça era simplesmente terrível. É que nem consigo ver isto como uma peça de teatro, para mim foi mais uma apresentação daquelas pseudo intelectualóides que pretende ser algo que nunca chega a ser de tão absurda que é.

Coração de àgua

Gosto, mas 1800 euros por um quadro... autch!!


Tão giro @ Jardins do Palácio dos Aciprestes



Acabadinha de sair da comédia musical "50 Sombras!"


Sinopse:
Comédia ao best-seller "50 Sombras de Grey"
A escolha do livro 50 Sombras de Grey revoluciona o pacato clube de leitura de Pam, Carol e Bea. Mundana, Pam desfruta as tórridas cenas do livro, enquanto a ingénua Carol tem dificuldade em encontrar a sua “deusa interior”. Em conjunto, imaginam Anastasia Steel, Christian Grey, Kate, Joseph e Elliot e dão-lhes vida em cenas... sim, essas cenas!... temperadas pelos inconfessados desejos de cada uma.
Irreverente, divertido, desinibido, com algum látex e sem meias medidas... ou cheio delas!... 50 Sombras é uma comédia BDSM: Bombasticamente Divertida, Sexy e Musical!
Depois do sucesso nos Estados Unidos, Alemanha, Holanda, França, Espanha, e Reino Unido é a vez de Portugal apresentar 50 SOMBRAS!

sábado, maio 16, 2015

Eles andem aí @ GEAL - Museu da Lourinhã





Acadinha de sair da AE de "Astérix e o Dvmínio dos Deuses" xD



Cartaz do FilmeSinopse:
"Estamos no ano 50 antes de Cristo. Toda a Gália está ocupada pelos romanos... Toda? Não! Uma pequena aldeia habitada por irredutíveis gauleses resiste, ainda e sempre, ao invasor. E a vida não é fácil para guarnições de legionários romanos". Assim começam todas as aventuras de Astérix, o gaulês. Nesta, atormentado com a incapacidade dos seus soldados conquistarem aquele pequeno grupo de resistentes, o governador Júlio César percebe que o melhor a fazer é alterar o modo da sua investida e instalar um condomínio de luxo precisamente ao lado da aldeia. Agora, com a tentação à sua frente, serão os habitantes capazes de resistir à invasão romana? Inflexíveis a qualquer tipo de aproximação estarão sempre Astérix e Obélix, que tudo farão para manter os romanos bem longe da sua pequena comunidade de valentes. Infelizmente, os demais gauleses não vão ficar indiferentes a esta provocação romana, por Toutatis!...
Baseado no álbum de banda desenhada "O Domínio dos Deuses" (lançado em França em 1971 e o 17.º assinado pela dupla René Goscinny e Albert Uderzo), uma comédia de animação realizada por Louis Clichy e Alexandre Astier

quinta-feira, maio 14, 2015

Acabadinha de sair da estreia de "Mad Max: Estrada da Fúria" :)



Cartaz do FilmeSinopse:
Mad Max é um polícia renegado num mundo que se rege pela lei do mais forte. Num futuro pós-acopalíptico, perseguido por um passado tumultuoso, Max acredita que o único modo de sobreviver é não depender de ninguém para além de si próprio. Ainda assim, acaba por se juntar a um grupo de rebeldes liderados por Furiosa, uma mulher corajosa que anseia poder mudar o estado das coisas. Este bando, em fuga de uma cidadela tiranizada pelo implacável Immortan Joe, libertou um grupo de mulheres escravizadas. Sedento de vingança e determinado a recuperar cada uma das prisioneiras, o vilão dá início à mais implacável perseguição de sempre…
Com realização, produção e argumento de George Miller – o criador da lendária personagem que encheu salas de cinema de todo o mundo na década de 1980 e que deu a Mel Gibson o reconhecimento internacional –, um "thriller" de acção carregado de adrenalina que retoma as aventuras do guerreiro da estrada que conhecemos em "Mad Max - As Motos da Morte" (1979) e seguimos em "Mad Max 2: O Guerreiro da Estrada" (1981) e "Mad Max 3: Além da Cúpula do Trovão" (1985).

quarta-feira, maio 13, 2015

Acabadinha de sair da AE de "O Sapateiro Mágico" :)


Cartaz do FilmeSinopse:
Max Simkin (Adam Sandler) é um sapateiro de quarta geração no Lower East Side de Nova York. Um homem de meia idade que vive em casa com a mãe (Lynn Cohen), Max leva uma vida rotineira gerindo a loja que o seu pai (Dustin Hoffman) deixou para trás quando há muitos anos desapareceu misteriosamente. Um dos poucos amigos que Max tem é Jimmy, um barbeiro (Steve Buscemi).
Quando a máquina de coser de Max avaria estando ele a consertar os sapatos de um gangster local (Cliff 'Method Man' Smith), Max vê-se forçado a recorrer a uma relíquia de família que descobre na cave. Rapidamente descobre que esta herança misteriosa que lhe permite entrar na vida do seus clientes, e ver o mundo de uma nova maneira. O SAPATEIRO MÁGICO é uma história que prova que nunca é tarde demais para nos tornarmos quem somos.

segunda-feira, maio 11, 2015

Vou sentir sempre a tua falta.

Terias feito 84 aninhos ontem, avozinha linda do meu coração. Eram só mais dois dias... Ficou tanto por partilhar... Queria mais tempo contigo. Mais um beijinho, mais um abracinho... Consola-me o facto de te ter podido dizer o quanto te amava. Estejas onde estiveres sei que estás comigo. Vou sentir sempre a tua falta.

A minha primeira prendinha =D


quarta-feira, maio 06, 2015

Acabadinha de sair da AE de "Nos Jardins do Rei" =)


Sinopse:
Reunidos pela primeira vez desde Sensibilidade e Bom Senso, Alan Rickman dirige a actriz premiada pela Academia, Kate Winslet, no drama romântico A Little Chaos.
O ano é 1682. Sabine De Barra (Kate Winslet), uma decidida e talentosa arquitecta paisagista, realiza a sua vocação nos jardins da província de França. Um dia, chega-lhe um convite inesperado: Sabine está na lista para um contrato com a corte do Rei Louis XIV (Alan Rickman). Quando a conhece, o reputado artista paisagista do Rei, André Le Notre (Matthias Schoenaerts) fica inicialmente perturbado com o olhar distinto de Sabine e com a sua natureza progressista, mas acaba por a escolher para desenhar um dos principais jardins do novo palácio do Rei Sol, em Versalhes. Sob a pressão do tempo e com um ritmo e estilo muito próprios, Le Notre reconhece aos poucos o valor de “um pequeno caos” no processo criativo de Sabine.
Ao mesmo tempo que ela e os seus empregados lutam para acabar a tempo o jardim de Rockwork Grove, concebido como um salão de baile ao ar livre, Sabine enfrenta as perigosas rivalidades e a complicada etiqueta da corte. Ao desafiar as barreiras de género e de classe, Sabine forja uma surpreendente ligação com o próprio Rei, e ganha um voto de confiança do irmão deste, Philippe (o ator nomeado pela Academia, Stanley Tucci). À medida que vai gradualmente resolvendo uma tragédia do seu passado, a relação pessoal e professional de Sabine com André trás ao de cima a honestidade, a compaixão e a criatividade que ambos partilham.

E eu que tinha tantos planos pra depois.

Dizem que temos o tempo contado. E logo eu que tinha tantos planos pra depois... Como podemos nós ter tempo pa tudo se não conhecemos o relógio por que nos regemos? Onde se encaixam os sonhos e o faço amanhã se o dia seguinte pode simplesmente ser uma miragem num deserto em que nem sequer sabemos que estamos? Vivemos na certeza do fim anunciado sem dele fazermos caso. E somos estúpidos imbecis que acreditam na sua ignorância consciente de que a mortalidade é coisa do Diabo e que nós descendemos do Deus que nos criou à sua imagem. E o tempo é essa coisa fugidia e fluída que se alarga e expande ou se diminui e comprime num gozo sarcástico de apenas nos fazer sofrer nas esperas delongadas ou nos rápidos efémeros deleites. E balanceamo-nos em cima desta corda do relógio de bolso que trazemos na algibeira para nos lembrar, embora que por vezes e por meros e breves instantes, que somos fugazes nas escolhas que fazemos, ou não fossemos nós os seres imperfeitos e em constante mutação que somos.

segunda-feira, maio 04, 2015

Momento Já Fostes:

O nosso maior erro é pensarmos que temos tempo.