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quinta-feira, junho 21, 2018

Presente e Futuro

Hoje escrevi-te como quem escreve o tempo. Fiz-te presente. Ensinei-te o verbo e fiz de ti o mundo que tinhas em nós. Falei-te de amor. Dei-te dias e meses, e quem sabe talvez anos. Fiz-te uma promessa de vida toda. Embrulhei-me nas linhas e ofereci-me por inteiro nas palavras que tinha. Escrevi-te como quem escreve a história. Criei-te o inicio na junção perfeita de dois corações e deixei em aberto o final porque queria ser surpreendida pelo futuro.

segunda-feira, maio 28, 2018

Chegadas e Partidas.


E quando são os ossos que dobram na saudade de te voltar a ver, acumulando cicatrizes de um coração impaciente que ama o inatingível? E quando é a dor invisível, a que sentimos, ao desejarmos aquilo que sabemos que nunca teremos? Aí sabemos. Aí viemos. Chegámos até aqui. Até ao fim de nós.

domingo, maio 20, 2018

O casamento do Prince Harry & Meghan Markle em gifs (",)

Royal Wedding Harry And Meghan GIF by BBC

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E, depois disto, tenho a dizer que fiquei fã do Prince Harry!! Bem, já era... depois de ele ter mandado "pastar" quaisquer convenções antiquadas de que um membro da familia real não pode casar com uma mulher divorciada ou até mesmo biracial, mas... a forma como ele olha para a Megan é só das coisas mais bonitas e meigas que já vi... Simplesmente delicioso de se ver!! E, como romântica que sou, só posso dizer que isto é tudo aquilo que uma mulher deseja: ser olhada assim, com o amor e deleite que ele olha para ela. De derreter o coração...

sábado, agosto 26, 2017

segunda-feira, novembro 14, 2016

A doença do amor.


Salvaste-me desta esquizofrenia ao me tornares completamente louca.

sexta-feira, outubro 28, 2016

Apenas mais um dia na contagem dos dois.

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Era um dia igual a todos os outros pouco e diferente dos muitos outros. Com eles a urgência do tempo do não se fazia sentir na aceleração das coisas até porque qualquer sistema de medição que não tivesse sido inventado por eles e para eles simplesmente não se poderia aplicar a eles. Residia neles toda a estranheza e peculiaridade de tudo o que nunca tinha sido. E o medo que sentiam não era mais do que a familiaridade e cumplicidade que partilhavam. Eram duas metades do mesmo todo.

quinta-feira, outubro 20, 2016

Um dia...

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Um dia desafio-te a escreveres algo para mim. Algo teu que possa chamar de meu. Desafio-te a dares-me as letras das palavras que me sussurras, só para, um dia mais tarde, as poder rever, quando já não estiveres. Não que queira que vás a lado algum, até porque o teu lado será sempre ao meu lado. Mas eventualmente sei que irás, nem que seja apenas por breves momentos, só mesmo para voltares de novo. Só para sentires um pouco a minha falta. Talvez até seja eu que te mande ir, só para poder ter a certeza que ainda estou acordada, que não te imaginei, que és real e que és meu. Ou talvez sejas tu que vás por uma qualquer estupida razão que eventualmente deixará de fazer sentido quando a distância entre nós for demasiado grande para aguentar. Mas, para enquanto vás e não voltes, terei essas letras das palavras que já não ouvirei. Alimentar-me-ei delas até as ter de novo. Por isso, um dia, desafio-te a escreveres algo para mim. Algo teu que fique para sempre comigo.

terça-feira, outubro 18, 2016

quinta-feira, setembro 29, 2016

Momento Já Fostes:

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Aquele momento em que cheia de sede pegas no copo e decides beber de penalti e descobres que afinal o copo não tinha àgua mas sim bagaço.

quarta-feira, setembro 14, 2016

A insanidade presente na louca que há em mim.

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Sou louca. Completamente louca. E quem me conhece nunca atestara o contrário. Muito menos tu. Que conheces de perto todos os meus devaneios. Que mesmo longe ainda te surpreendes pela proximidade dos meus pensamentos. Talvez seria mais normal que os guardasse para mim. Que não os soubesses. Mas eu nunca fui muito certa. Nem muito menos fui de seguir as regras. Ou o que é mais politicamente aceitável ou comum. Prefiro gritar a loucura que vai em mim. Deitar para fora o que me vai dentro. Sem medo do que possas pensar. Sempre na esperança que compartilhes um pouco desta minha insanidade que teimo em partilhar contigo. Mas tu não és um louco como eu. Se bem que ambos sabemos que era assim que eu te deixava. Acho que nunca conseguiste ser são no tempo em que estivemos juntos. A loucura do amor nunca te permitiu ser outra coisa que não igual a mim. E isso exasperava-te. Embora te apaixonasse a loucura do que sentíamos e éramos juntos, Mas o exagero dos sentidos trocava-te as voltas. E era um desatino para ti este desvario daquilo que não se controla. Sempre foste mais sensato que eu. Já eu, incorporo, e sempre incorporei, orgulhosamente em mim, esta alucinação de sentidos, deixando-me levar pela demência que é ser e sentir. Portanto, podes me chamar louca, porque sabes que o serei sempre.

sábado, setembro 10, 2016

segunda-feira, agosto 15, 2016

People like us

“People like you and me are quite lonely really 
but we still have each other, 
we have the secret satisfaction of being different, 
of rebelling, of desiring the unusual.” - Hermann Hesse

sábado, agosto 06, 2016

Num tom agridoce

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Hoje escrevo-te pela primeira vez naquele tom agridoce que tanto parecias apreciar. Escrevo-te na fugacidade do que poderia ter sido se ao menos se tivesse proporcionado. E escrevo-te na estranha tristeza do tanto que ficou por dizer. Acho que nunca verdadeiramente entenderei onde se perdeu o fascínio ou onde acabou o encanto. O deslumbramento esgotou-se muito antes de ter começado até. E é no mínimo peculiar o quanto me incomoda que assim o tenha sido. Talvez tenha feito de nós mais do que éramos, ou do que alguma vez seríamos, ainda que nunca nos tenha chegado a ver de maneira alguma. Confuso, no minimo, eu sei. Mas será que se ao menos me lesses te faria sentido aquilo que nem eu compreendo?

quinta-feira, julho 28, 2016

Momentos.

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Nunca fora mais bela do que naquele preciso momento enquanto dormia. Não sabia precisar quando acontecera, mas soube naquele momento aquilo que nunca quis admitir. Era ela. Sempre fora ela. Mesmo quando ainda não se conheciam, ela já estava destinada a ser sua. E o mais estranho é que nunca fora de acreditar nesse tipo de coisas. Até ela. Pois ela tinha sido a sua especie de epifania pessoal. Com ela tudo mudara. E a sua compreensão do mundo tinha se irrevogavelmente alterado. E ela nem sequer tinha precisado de fazer nada. Apenas estar. Como agora, ali, deitada a seu lado, numa noite como qualquer outra. Apenas isso e ele sentia a certeza de toda uma vida com ela. E perguntava-se se naquele momento ela também estaria a sonhar com ele. Desejava-o profudamente. Desejava que ela sonhasse com ele tal como ele sonhava com ela ainda que acordado. E imaginava-a a acordar e a perguntar-lhe em que é que estava a pensar, como tantas outras vezes o fez, e em como poderia ele lhe dizer tudo o que lhe ia tão dentro. Sabia que eventualmente acabaria por lhe dizer nada, não tinha em si as palavras que lhe fizessem sentido, ou talvez as tivesse mas sabia que era cedo demais não para as dizer mas para ela as ouvir, não que ela não as merecesse mas sim porque a podia afugentar com as certezas do futuro.

sexta-feira, junho 17, 2016

Sabes a...

Sabes a beijo. Sabes a pele. Sabes a todos os meus sentidos que se aguçam quando estás perto. Sabes a toque. Sabes a olhar. Sabes as palavras que trocamos quando na verdade queremos dizer outras coisas. Sabes a quente. Sabes a desafio. Sabes aos acasos que provocas só para me sentires. Sabes a mistério. Sabes a loucura. Sabes aos suspiros de quem sabe que vai acabar por não conseguir resistir. 

Sabes ao que fica por dizer. Sabes ao que fica por fazer. Sabes que nos elevadores não há câmeras. 

E... Sabes muito.

domingo, abril 24, 2016

Beija-me.

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Beija-me. Beija-me muito. Beija-me até à exaustão dos sentimentos. Beija-me até que de nós não reste mais nada. E depois, certifica-te que me beijaste tudo o que podias. Para no fim não restar nem mais um beijo por dar. Para que, pelo o caminho, não se perca nada do que me era devido. Portanto, beija-me. Beija-me muito. Beija-me até à exaustão dos sentimentos.