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segunda-feira, dezembro 19, 2016

domingo, junho 19, 2016

Faz Música @ Jardim das Amoreiras

A Lady e os Lobos Maus

To selfie or not to selfie? That's the question!!! =P

segunda-feira, fevereiro 08, 2016

terça-feira, dezembro 29, 2015

segunda-feira, dezembro 21, 2015

Acabadinha de sair da AE de "Amor Impossivel" :)


Cartaz do FilmeSinopse:
Depois do súbito desaparecimento de Cristina, Tiago, o seu namorado, crente que se tratou de um rapto, decide pedir ajuda à polícia. Porém, Madalena e Marco, os dois investigadores da PJ responsáveis pelo caso, têm alguma dificuldade em acreditar nessa versão dos acontecimentos e decidem investigar a fundo a vida da rapariga…
Depois do sucesso de “Call Girl” (2007), “A Bela e o Paparazzo” (2010) e, mais recentemente, “Os Gatos Não Têm Vertigens” (2014), “Amor Impossível” é a quarta parceria entre o realizador António-Pedro Vasconcelos, o produtor Tino Navarro e o argumentista Tiago R. Santos. Totalmente rodado na cidade de Viseu, conta com Victoria Guerra, José Mata, Ricardo Pereira e Soraia Chaves nos papéis principais.

sexta-feira, dezembro 18, 2015

Já em preparação para amanhã (",)

Já só faltam 24 horas para ver os The Gift, oh yeah!!! 
A minha banda portuguesa favorita =)

terça-feira, dezembro 08, 2015

E agora, fraco ou forte, só me resta ir.



Fecho a porta oiço um vazio
Vou querer sobreviver ao dia de amanhã
Olhos, cenas que não vou lembrar
Hei-de encontrar, dignificar, o sol de uma manhã

E agora, fraco ou forte, só me resta ir
E acredito que no mundo há flores por abrir
Mesmo que sinta que algo em mim aqui morreu
Juntos sou eu, só eu

E existe um só céu, uma febre pagã
E depois de um sim ou não há sempre um amanhã
E agora sinto que algo em mim aqui morreu
Juntos sou eu, só eu

Juntos sou eu, só eu
Juntos sou eu

Fecho a porta oiço um vazio
Vou querer sobreviver ao dia de amanhã

E o mar e o sol e a chuva só me fazem ir
E acredito que no mundo há flores por abrir
Eu vou

E agora, fraco ou forte, só me resta ir
E acredito que no mundo há flores por abrir
Mesmo que sinta que algo em mim aqui morreu
Juntos sou eu, só eu

E o mar e o sol e a chuva só me fazem ir
E no fim da grande estrada há sempre um partir
Mesmo que sinta que algo em mim aqui morreu

Juntos sou eu
Só eu, só eu
Juntos sou eu
Juntos sou eu, só eu
Eu vou

E sinto que algo em mim aqui morreu
Juntos sou eu, só eu

E agora, fraco ou forte, só me resta ir
E acredito que no mundo há flores por abrir
E agora sinto que algo em mim aqui morreu

Juntos sou eu, só eu
Juntos sou eu, só eu
Juntos sou eu

Porque faz tanto sentido neste momento.

sábado, novembro 21, 2015

Um Natal Espacial @ Sephora Colombo


Hoje tive a oportunidade de conhecer pessoalmente o Roberto (do Quiosque do Ken) e a Cátia e a Margarida (do Style It Up), bloggers que eu já seguia há bastante tempo (e se ainda não os seguem não percam mais tempo!!) na acção Um Natal Espacial com o patrocinio da Sephora. Uma acção cheia de boa disposição, cocktails e presentinhos!! E tenho a dizer que adorei conhecê-los!! Eles são super amorosos e simpáticos.


E, como é óbvio, não podia deixar de participar no passatempo final deste mini tour galáctico!! Que consistia em tirar uma foto e postá-la no instagram. Sendo que a foto mais original vai ganhar um mega capaz cheio de exclusivos Sephora. Quanto a mim, fui logo "vestida" para ganhar =P Ou pelo menos roubar os presentinhos todos. Uahaha. Vamos aguardar pelos resultados, mas sinto-me esperançosa =) Não é todos os dias que uma rena decide ir fazer compras à Sephora, não é? 


De qualquer forma, os primeiros a tirarem fotos ainda tiveram direito a um presentinho! Imaginem lá agora de que côr vão ser as minhas unhas amanhã... posso garantir que é uma das sete!!!

quarta-feira, novembro 04, 2015

Nham nham @ Mercado da Ribeira

Hoje a experiência gastronomica foi aqui com a assinatura de Henrique de Sá: bochechas de porco preto com puré e couve lombarda =)

sexta-feira, outubro 30, 2015

David Fonseca @ CCB




Sinopse:
Futuro eu
Lê esta carta que eu escrevi
Sei que é só tinta em papel
Mas quero só o melhor pra ti

“Futuro Eu” é o novo espectáculo que David Fonseca criou e que apresentará em Lisboa e Porto, no Grande Auditório do Centro Cultural de Belém e na Casa da Música nos dias 30 e 31 de Outubro, respectivamente. Com o título retirado da canção revelada recentemente através das redes sociais, “Futuro Eu” expõe um conceito inédito na sua já vasta obra em que o inesperado é princípio basilar.
Um dos mais carismáticos criadores nacionais, David Fonseca é indissociável da banda a que deu voz, o grupo Silence 4. Com um primeiro disco em 1998 “Silence Becomes It”, o grupo rapidamente atingiu um nível de sucesso invulgar. Em 2001, efectuaram a sua última digressão, tendo suspendido a sua actividade até 2014, ano em que se reuniram para a realização de quatro espectáculos especiais.
Em 2003, David Fonseca iniciou a sua carreira a solo com “Sing Me Something New” que rapidamente o confirmou como uma figura ímpar da criação musical. Até à data publicou mais quatro álbuns a solo, sendo “Seasons – Rising : Falling”, o mais recente, um diário musical em que David Fonseca relatou um ano da sua vida através de canções, a sua última edição. Fez ainda parte do colectivo “Humanos”.
A sua actividade musical tem-se desenvolvido ainda com uma forte componente performativa nos palcos nacionais e internacionais. As suas prestações ao vivo são memoráveis para todos quantos a elas assistem e as suas canções são desde há muito representativas do que de mais importante tem sido produzido a nível musical – “Someone That Cannot Love”, “Who are U?”, “Superstars”, “A Cry 4 Love”, “U Know Who I Am” ou “What Life Is For” são apenas alguns dos temas compostos por David Fonseca que lideraram as tabelas de airplay nacionais.
Criador multi-facetado, David Fonseca tem desenvolvido ainda a sua personalidade artística também na área da imagem, realizando os seus próprios videoclips, exposições fotográficas ou, mais recentemente, com a publicação do livro "Right Here, Right Now" (Tinta da China), uma recolha de 132 fotografias Polaroid entre as inúmeras imagens produzidas por David Fonseca neste formato entre 1998 e 2008.
Com uma dinâmica invulgar com o público, David Fonseca desde há muito que dedica especial atenção à relação com os seus fãs, tendo criado a comunidade baseada no seu site, o “Amazing Cats Club”, ou destacando-se nas plataformas sociais, com uma forte e criativa implantação no Instagram, Twitter e Facebook, esta última com mais de 350.000 seguidores.

(In)confidência:
Um dos melhores artistas portugueses e claramente um dos melhores compositores e escritores no activo. Se forem como eu, puderam acompanhar de perto a evolução e crescimento de David Fonseca, mas longe vão os tempos dos Silence 4 e cada vez mais essa memória desvanece de todas as nossas mentes. A verdade é que a qualidade e engenho musical de David Fonseca fazem com que seja cada vez mais um artista de nome próprio. Mas nem por um segundo parece que todos estes factores influenciam o a pessoa e o estado de espírito deste artista, e é por todas estas razões que cada novo álbum seu é visto com muita admiração e carinho pelos fãs.
É assim que chegamos a dia 30 de Outubro de 2015, com o concerto de apresentação do seu novo álbum: Futuro Eu. Dando o mote logo desde o inicio com o single do mesmo nome, a música Futuro Eu foi apresentada como uma bandeira da ginástica musical de David Fonseca. Mas nem só de músicas novas viveu este concerto e como nem todos podemos ser fãs acérrimos do artista, mas todos temos pelo menos uma música sua que nos marca, este não foi apenas um concerto de apresentação.
Por entre muitas músicas do novo álbum e a convidada surpresa, Márcia, e interpretação em dueto da música É-me igual, houve muitos momentos de pura exaltação. Um desses momentos foi o início da música Superstars que colocou todo o público a dançar e bater palmas de forma espontânea. Esta celebração estendeu-se para a música Stop 4 a Minute. E nesta não foram só palmas que soaram em toda a sala, mas também toda a letra e os seus gemidos característicos. E foi no meio de tudo isto que David Fonseca saiu do palco e aventurou-se por entre o público com a sua guitarra e ali ficou até ao final. Loucura geral!! Absolutamente incrível!! Mas não foi esta a única vez que o cantor partiu numa aventura dessas! Pois, a seu pedido, ele fez circular um pára-quedas aberto por todos os elementos do público e posteriormente abrigou-se por debaixo dele com alguma parte do público, partilhando assim com eles uma das partes mais intimistas do espetáculo.
Uma das maiores qualidades de David Fonseca, fora da música, é a sua persona em palco, o que torna todos os seus espetáculos em experiências intimistas e de extrema cumplicidade. E esta é uma vertente que David exibe como ninguém. Desta forma, frases e até mesmo conversas inteiras como o público foram recorrentes e esperadas com grande antecipação por todos nós. E só assim poderíamos ter conhecimento de um elemento do público que poderá ou não ter conseguido um "blind-date" tentando vender um bilhete para o espetáculo no OLX, ou até mesmo da confissão do próprio David sobre pequenos "furtos" inocentes de chocolates... pequenas preciosidades que só poderiam acontecer num concerto deste calibre.
E eis que após 2 encores e uma pequena inconfidência de David sobre o significado destes momentos nos espetáculos de hoje em dia, chegámos ao verdadeiro fim do concerto e à musica The 80's, que deixou o público com muita vontade de um verdadeiro encore, acabando o espetáculo em alta e deixando o público já a pensar em qual seria a próxima vez que podería ver David Fonseca de novo em palco.

segunda-feira, junho 08, 2015

Um mês sem ti. And still counting.



Fazes-me falta, avózinha. Quem me dera ainda te ter aqui. Queria pegar-te na mão, deitar-me a teu lado, tal como costumava fazer. Dar-te um abracinho, ouvir-te chamar-me "minha menina". Até me podias trocar o nome, como acontecia de vez em quando. Eu prometo que nem te corrigia... podia ser a minha mãe ou alguma das minhas tias, não interessa porque seria-o contigo. Dói-me que não me vejas crescer. Sim, crescer. Porque eu ainda sou pequenina. Porque ainda sou aquela menina que foi viver contigo com três aninhos, a menina que levavas à escola, a menina que ia contigo para a horta... a tua netinha. Sou eu. Não sou? Diz-me que sim. Diz-me qualquer coisa... mesmo que seja um "queres 5 euros para ires comprar umas calças novas?" num tom juncoso só porque levei as minhas calças rasgadas vestidas. E agora quem me vai fazer arroz de feijão com pescada frita? Ninguém... Nem eu quero comer mais se não for pela tua mão!! Lembro-me tão bem de ser pequenina (mais pequenina quero eu dizer) e de como eu gostava de ser sábado porque sábado era o dia em que o almoço era arroz de feijão com pescada frita, como se essa fosse a comida mais gourmet do mundo. Talvez fosse... pa mim. E o pão-de-ló que me fazias todos os anos no meu aniversário? Lembras-te? Eu nunca me vou esquecer. Tal como nunca me vou esquecer das tuas mãos. De como gostava de brincar com as tuas veias saídas (Aquelas coisas que a idade nos vai fazendo não é?), que para mim eram de um total fascinio... (Engraçado como as crianças vêem o mundo com uns olhos tão diferentes dos nossos... ) E de como eram quentinhas. Ainda agora, com esta idade, te pedia para me aqueceres as mãos. Na verdade, não sei se eram as tuas mãos que aqueciam as minhas, ou se era o teu amor. E o quanto eu não dava para que mas pudesses aquecer mais uma vez. Ou melhor, para que eu as pudesse aquecer mais uma vez, nas tuas. Sim, eu. Porque o privilégio seria meu. Tu serias o meu privilégio, avózinha. Já te disse que sinto a tua falta?

quinta-feira, novembro 13, 2014

A tocar in repeat: Por ti demais


Por ti demais
Corri sem pensar
Faltou-me assim a razão
Sem tentar
Eu não te dei a mão
Por ti demais.

Por ti demais
Corri sem tentar
Faltou-me assim a razao
Sem pensar
Eu não te dei a mao
Por ti demais

Vem depois de mim
Aquilo que sobrou
É tarde mas enfim
Amanhã procuro o que sobrou.

quinta-feira, novembro 06, 2014

Peça de teatro "Rapsódia Batman" - Critica


Sinopse:
Os Possessos. João Pedro Mamede, texto; Nuno Gonçalo Rodrigues, direção; Catarina Rolo Salgueiro, Filipa Matta, Isabel Costa, Marco Mendonça, Nuno Gonçalo Rodrigues, João Pedro Mamede, João Vicente, Rafael Gomes, Rita Figueredo e Teresa Coutinho, interpretação. 

"Podemos dizer que esta rapsódia é o percurso de alguém até aos limites da sua cidade. E depois para fora dela, porque tem essa capacidade. Essa é a distância percorrida entre o esperámos por ti e o agora estás por tua conta. Ou seja, alguém sai à rua sozinho e escolhe apenas ouvir e nunca escolher. E aquilo que descobre é ilógico e negro, porque as pessoas não falam. Mas também não se calam. E a rima só é fácil porque as palavras são más. E para as combater chamámos o Batman. E como ele não vem, alguém o substitui." - Os Possessos

Perguntaste o que se passa na cidade 
A cidade é tipo o metro 
E as pessoas estão-se tipo a matar 
Por tudo e por nada por não aguentar 
Mas também porque as estão a obrigar 
in RAPSÓDIA BATMAN

(In)confidência:
Esta foi definitivamente uma das peças mais giras que eu já vi! (",)
Não é uma peça com actores conhecidos, mas posso dizer que é uma peça com actores jovens e talentosos, e que não me admirava nada de os ver daqui a uns bons anos como caras reconhecidas pelo grande público. Não é uma peça com um grande budget, mas posso dizer que é uma peça com um cenário simples e espectacular ao mesmo tempo, invocando uma época um pouco futurista visto se basear numa instalação de peças de computadores que consegue atingir facilmente uns 3 metros (o que deve ter dado um trabalhão imenso!).
Mas como, na escola, sempre me ensinaram que não se define algo pela negativa, eu digo-vos o que é esta peça!! Esta peça é um musical original (e quando refiro original refiro-me tanto ao facto da história em si ser original quanto ao facto das músicas também serem originais) que invoca a figura do Batman como um homem como qualquer outro que se cansa de ser o herói enquanto as pessoas continuam a morrer e a chamar por ele, a ansiar por um herói, numa cidade de onde ninguém saí a não ser através de um "concurso". Mas desenganem-se se pensam que o Batman é a figura principal e tudo o resto é secundário, porque isso aqui claramente não acontece devido a toda a dinâmica da peça (em que todos os actores tem solos).
Obrigada, Sérgio!! Adorei a peça!! xD As coisas que, de vez em quando, se encontram nas portas de um bar qualquer, né?! Definitivamente, uma surpresa muito agradável!!

sábado, agosto 30, 2014

Lá está...


"E nunca um amor morreu por falta de palavras 
mas apenas por falta de amor"
Pedro Chagas Freitas