quarta-feira, junho 27, 2007




A história da Hungria e da Europa Central é apresentada como um conto de terror por meio da vida de três gerações (avô, pai e filho), da Primeira Guerra Mundial, passando pela implantação do regime comunista, até os dias atuais. O avô é um militar de segundo escalão que trabalha para um homem rigído e sem papas na lingua... ele é um sonhador, em busca do amor; o pai, um homem que vive das glórias do passado e almeja desesperadamente o sucesso, um "comedor desportivo"; o filho, um taxidermista na trilha da imortalidade, que vive reprimido pelo pai. O roteiro parte de contos escritos por Lajos Parti Nagy, e a trilha sonora é assinada por Amon Tobin, que nasceu no Rio de Janeiro e pratica o trip-hop.
Definitivamente, o filme mais estranho que eu já vi... Vejam o trailer porque é realemnte um espelho do filme...

Falta um mês exactamente para eu acabar o curso (se tudo correr bem!) !!

28ª entrevista

Tenho a dizer que foi a entrevista mais porreira que já tive!! Foi na KPMG (sim, passei à 3ªfase!!). E foi com 4managers. Eram todos muito simpáticos e a entrevista foi conduzida duma forma muito descontraída. Deu-me logo vontade de ficar a trabalhar por lá. Gostei imenso do ambiente e da apresentação que me fizeram da empresa.

27ª entrevista

Passei à segunda fase da Coelho Ribeiro. Foram bastante rápidos!! Nem uma semana levou para que me voltassem a contactar. Esta fase consistiu num pequeno teste em que eu tinha de escrever uma carta em português e em inglês, em que o constituinte fosse informado que a sentença do processo judicial cível já tinha saído e tinha sido desfavoravel.

My Chemical Romance


My Chemical Romance - Teenagers




My Chemical Romance - The Black Parade



Atingida por um raio de sorte, ganhei um bilhete para o concerto desta banda, que se realizou no passado domingo, no Coliseu. A banda passou por Portugal com a digressão "The Black Parade", esta música conta a história de um homem que está à beira da morte, num hospital, com cancro, aí ele vê a sua vida em flashback e recorda um momento em que o pai o levou a uma parada fúnebre. O título representa também o alter-ego dos membros da banda.

O concerto foi giro... Acho que perdeu um pouco por estar cheio de putos... Acho que a média de idades devia ser uns... 16anos!! De qualquer forma, aquilo estava a abarrotar e, foi um concerto electrizante, a banda teve uma boa presença em palco apesar de em termos de cenário não ter supreendido nem um pouco. Eu optei por ir para um dos camarotes porque não conseguia ver nada no "relvado" =P É certo que um concerto sentado perde metade da piada, mas teve mesmo de ser, a outra opção era bem pior.

Soube que a guerra estava quase a estalar... Há muito que se esperava por este dia!! Sem hesitar, peguei nas minhas coisas e fui para outro país... O Porto!! Dei por mim nessa nação desconhecida. Preparei-me para a batalha... de martelo em punho, tal como os demais!! Começou a luta... O lugar favorito de ataque era a cabeça... mas havia quem também preferisse os rabioques dos adversários ( normalmente os femininos )... Os golpes desferidos eram crueis. Até as crianças eram atingidas! Ninguém saía impune... E os mais protegidos, que levavam capacetes, eram os mais atingidos.
Por volta da meia-noite, já a luta durava há umas largas horas, soou a música da vitória... e, nos céus, havia a celebração da guerra ganha... Os inimigos ficaram lado a lado, inertes, como se estivessem a ouvir o hino do seu país. E durante aquele espaço de tempo, ninguém ousou se mexer sequer.
Nunca cheguei a perceber quem ganhou...

Quase perfeito - Donna Maria


Sabe bem ter-te por perto
Sabe bem tudo tão certo
Sabe bem quando te espero
Sabe bem beber quem quero

Quase que não chegava
A tempo de me deliciar
Quase que não chegava
A horas de te abraçar
Quase que não recebia
A prenda prometida
Quase que não devia
Existir tal companhia

Não me lembras o céu
Nem nada que se pareça
Não me lembras a lua
Nem nada que se escureça
Se um dia me sinto nua
Tomara que a terra estremeça
Que a minha boca na tua
Eu confesso não sai da cabeça

Se um beijo é quase perfeito
Perdidos num rio sem leito
Que dirá se o tempo nos der
O tempo a que temos direito

Se um dia um anjo fizer
A seta bater-te no peito
Se um dia o diabo quiser
Faremos o crime perfeito


P.S. Sei que a letra é um pouco romântica e extravasa o sentimento de amizade, mas ainda assim dedico-ta, maninha!! Soube bem rever-te!! Gostava de poder ter mais momentos destes contigo, mas o tempo nunca está a nosso favor =(

S. João


















terça-feira, junho 26, 2007

quarta-feira, junho 20, 2007

III
Não queria chorar. sAbia que tinha sido melhor assim. Não sabia onde tinha ido buscar a força para ser quem não era. Amava-o. E fazia-o por amor.
A sua almofada ainda tinha o cheiro dele, das noites passadas juntos. Como ela adorava acordar e vê-lo dormir. Era capaz de passar horas assim... só a observa-lo. Ficava, ali, a passar-lhe a mão pelo cabelo. E não havia nada melhor do que quando ele abria os olhos e sorria para ela. O seu sorriso encerrava em si todo o sentimento que ela tinha por ele. Era lindo!! Ás vezes, gostava de ficar a olhar para o seu corpo... conhecia-o de cor. Cada sinal, cada cicatriz... Sabia todas as sua histórias. aos seus olhos, não tinha imperfeições. Já as tinha tido... mas com o passar do tempo, ela já tava tão habituada a elas que gostava. Já nem o conseguia imaginar de outra forma! Amava-o tanto!! Mas tinha de se convencer que era melhor assim...

terça-feira, junho 19, 2007


Dizia-me a Sandra, no outro dia, que se sentia como o Fernando Pessoa... que estava farta de pensar... Pesa-lhe o relógio biológico e sente a urgência do futuro... A verdade é que o tempo tende a ser um monstro que cresce dentro de nós. Cansa-nos a sua passagem.Leva-nos a pensar, a desejar mais do que temos.

Por vezes, também sinto essa urgência. Pergunto-me onde estarei daqui a uns anos, como será a minha vida... Tenho toda uma ansiedade que não consigo nem sei controlar. Mas como todas as boas casas precisam de fundações, também eu preciso de tê-las... e para isso resta-me a mim esperar. Esperar por algo que não sei o que é. Mas que também não quero saber. Quero antes descobrir por mim no tempo correcto sem ter a pressa de fitar o tempo que passa por mim.
Há pouco tempo disseram-me que o meu blog devia se chamar: " Martinha no mundo das entrevistas". Assim sempre era mais especifico e cativava mais o leitor... O título até é giro, mas (e apesar de eu já ir em 26entrevistas - Sim, não posso deixar de gozar com a minha própria situação !!) acho que não teria muito para escrever... De qualquer forma, eu já falo da maior entrevista de todas... A Vida!! A vida é uma entrevista constante, ou melhor, uma sucessão de entrevistas... Entrevistas, para as quais, que por muito que se tente, nunca se está realmente preparado! Todos os dias somos testados pelos outros, nas nossas atitudes, nas nossas palavras... apenas não nos apercebemos. É um processo mais discreto, mas nem por isso mais brando. A única diferença éque normalmente não estamos a competir contra ninguém, apenas contra nós próprios ou contra as expectativas dos outros.

26ª entrevista

Já algum tempo que não ia a entrevistas, por isso, para compensar, esta durou uma horinha certinha!! Foi na Coelho Ribeiro. Fartei-me de falar de tudo e mais alguma coisa... do meu percurso pela faculdade, do que fazia e faço nos tempos livres, que tipo de musica oiço, o último filme que vi e crítica a esse filme, último livro que li... Até da inquisição espanhola falei!! Saí de lá um pouco cansada de falar... Só faltava a Doutora me convidar para jantar... Acho que nem num encontro falo tanto de mim... =P E olhem que eu gosto bastante de falar... =)

segunda-feira, junho 18, 2007

sexta-feira, junho 15, 2007

A Humanidade está a repousar numa bomba relógio.
Se a grande maioria dos cientistas mundiais tiverem razão, temos apenas 10 anos para evitar uma grande catástrofe, a qual pode destruir o nosso planeta com condições meteorológicas agressivas, inundações, epidemias e ondas de calor que ultrapassam tudo o que já passámos.
Se isto parece uma receita de ruína – pense outra vez.
Do realizador Davis Guggenheim, o êxito do Festival de Cinema de Sundance, “Uma Verdade Inconveniente”, oferece-nos a visão apaixonada e inspiradora da cruzada de um homem para parar o progresso mortal do aquecimento global, esclarecendo todas as ideias erradas que se encontram associadas a este problema. Este homem é o antigo Vice-presidente dos EUA Al Gore, o qual depois da derrota nas eleições de 2000, voltou à sua cruzada de ajudar o planeta de uma mudança catastrófica.
Nesta esclarecedora descrição de Al Gore e a sua jornada de apresentação do seu “show de aquecimento global”, ele também prova a si próprio que é uma das pessoas mais mal entendidas da vida pública da América moderna.
Com compreensão, inteligência e esperança, “Uma Verdade Inconveniente” traz-nos os argumentos persuasivos de Al Gore, que nos explicam que já não podemos olhar para o problema do aquecimento global como uma questão política, mas sim como o maior desafio global que teremos de enfrentar.

quinta-feira, junho 14, 2007

A minha mais recente literatura... Bah!!




II

É sempre dificil a despedida. " Não penses nisto como um fim, uma relação que acaba aqui... Pensa nisto como um primeiro encontro que não passou a um segundo", disse-lhe ela. Como era dificil vê-la partir!
Aquele último virar de costas seria o fim mas também o inicio... Seria o inicio de uma nova etapa, para a qual nenhum deles estava preparado... Mas ela tinha de dar aquele passo. Não podia ficar. Tinha de encontrar o seu próprio caminho. E não podia fazê-lo ali. Não tinha coragem de lhe pedir para caminhar ao lado dela. Seria demasiado egoísta da sua parte. Tinha-lhe dito aquilo tentando esconder as lágrimas. Não queria que visse que não era realmente aquilo que queria. Queria antes poder dizer que o amava de paixão, como nunca antes tinha amado ninguém, que ele era o homem da sua vida... Que finalmente tinha encontrado o seu principe encantado. Mas não podia... Senão ele iria atrás. E isso ela não podia permitir. Não naquelas circunstâncias.
Pensou que o destino era realmente uma coisa cruel.

quarta-feira, junho 13, 2007





Teresa de Cepeda y Ahumada (Paz Vega), filha de um Nobre da região de Ávila, não aceita o seu papel como mulher num Mundo governado por homens; Teresa sente que tem de haver algo mais na vida, para além de ser Mulher e Mãe. Ela quer escrever, ler e aprender.
Na sua demanda por aquele "algo mais" de que sente falta, Teresa resolve entrar para um convento. Mas a sua desilusão não poderia ser maior; rapidamente descobre, no próprio convento onde procurou refúgio do Mundo real, o mesmo materialismo e futilidade que se vivia lá fora. Decide então iniciar uma cruzada baseada em valores como a fé e sacrifício, sendo inicialmente acusada de rebeldia e loucura, ganhando mais tarde o estatuto de líder e proclamada Santa.
Esta é a história de uma mulher excepcional que viveu numa época bastante complicada. Uma mulher, de beleza extraordinária, que lutou contra o mundo, com o único objectivo de repor os valores há muito esquecidos por uma sociedade corrupta, adulterada e materialista.

E assim foi mais uma festa para crianças...

Fico tão gira de Minnie!!! Eheheh !!

segunda-feira, junho 11, 2007

I

Tinha quase 32 anos, achava-se uma menina na pele de uma mulher... Olhava para a sua gaveta e via aquela lingerie tão bonita que tinha comprado quase há um ano... Ainda não a tinha estreado. Tinha-a comprado para um momento especial, para uma pessoa especial mas... esse momento, passado um ano, ainda não tinha chegado. Sentia-se triste. Triste por ainda não ter o principe encantado. E o mais estranho era que, com esta idade e depois de tantas desilusões, ainda acreditava que o iria encontrar. Não se importava que lhe dissessem que era uma romântica quando ela dizia que sabia que havia por aí alguém que lhe estava destinado. Já tinha pensado tantas vezes, em relações anteriores, que aquela pessoa era a tal... para depois acabar em lágrimas...


Tinha mais uma lingerie nova... mais uma, para fazer companhia aquela. Queria tanto ter alguém para a partilhar. Mas, em vez disso, apenas tinha uma gaveta, com pó imaginário.


Deixou-se cair na cama. Pensou em todas as suas relações e encontros fortuitos. O americano que tinha sido o primeiro grande amor. Que a fez viver a história do Romeu e Julieta. Mas que, como todos os primeiros amores, tanta dor lhe causou. O francês a quem ela se entregou pela primeira vez. O surfista que lhe mostrou meio mundo mas que no fim lhe disse que viviam em mundos diferentes. O playboy que a seduziu... O engenheiro que partilhava o espirito mas não o corpo. O politico que nunca a comprendera e que nunca cumpria as promessas que fazia. Todos eles a tinham feito crescer. Todos eles a tinham feito sofrer. Com todos eles tinha desejado partilhar uma vida. E a nenhum deles mostraria a sua lingeire nova se tivesse oportunidade. Sabia que alguns deles não diriam que não... mas simplesmente não lhe interessava. Não lhe interessava um encontro fortuito. Não lhe interessa um envolvimento mais sério com casos do passado. Se já não tinha resultado uma vez não seria certamente agora que resultaria.


Dois já tavam casados até, mas isso não era impedimento nenhum para um deles, que o deixava bem claro sempre que estava com ela. Nunca deixaria de ser um playboy! O que só a fazia pensar que provavelmente quando estavam juntos ele fazia o mesmo com outra mulheres. Que ingenua tinha sido! O outro não, esse até fugia dela... nunca mais se tinha encontrado com ela, nem para um café, depois de ela lhe ter dito que não queria mais nada com ele, um ano depois de terem terminado e de ele lhe ter pedido para voltarem. Tinha dito que mudaria. Tinha dito que tinha a certeza que era capaz de fazer com que ela voltasse a gostar dele como já tinha gostado. Só queria uma oportunidade. Mas ela já não tava disposta a dar-lha. Apesar de ele lhe ter dito coisas que ela sempre anseara que ele lhe dissesse enquanto andavam... mas um ano depois já era muito tarde para as ouvir.


Os estrangeiros já não faziam parte da sua vida. Embora soubesse que podia reatar com eles se fosse ao seu encontro, no país deles. Mas essa viagem nunca se realizaria... talvez porque foram os que maior mossa fizeram. Aliás, desde aí, não houveram mais internacionalizações. Dois já eram suficientes.


O que ela queria era começar de novo. Uma nova página no seu diário. Toda uma nova história... Um romance. Uma paixão. Um amor. Algo verdadeiro. Mas o livro parecia já não ter muitas folhas...
Sinto-me assim... a perder a fé nas pessoas... As relações, sejam de que tipo for, tem uma coisa engraçada chamada bilateralidade... algo que alguns se esquecem muitas vezes... As pessoas cada vez menos lutam pelas coisas verdadeiramente importantes. Não dão valor. Deixam com que as coisas se percam, sem sequer terem a noção do que estão a fazer. E isso é triste. Porque o que há de bom deve ser conservado, deve ser valorizado, deve ser guardado num sitio especial e tratado com todo o cuidado e carinho. As pessoas andam tão absortas nos seus mundinhos que nem se apercebem que os seus mundinhos também são dos outros... porque os outros também lá vivem... Existe toda uma vida para lá do nosso umbigo... É pena que muitos não o saibam.
I tried to kill those ghosts inside of me
That voice you spoke is yelling in my ears
And I don't believe in love fools...
I'd like to have those eyes you want to kiss

Wishing something
I wish I had that voice you want to hear
I believe in
And I don't believe in love fools
Do you feel something
This feeling is so hard that I can't breathe
Wishing something
I wish you'd touch my hair when I'm asleep

And I don't know
And I don't believe in love fools
I'm tired of this
The words you wrote are putting me away
I'm tired of that
I know that love was for somebody else
And I don't know... me, myself and I

You and I know
You and I try
You and I ran
Leaving old stories far behind

And it feels good
And it's so warm
Having those eyes
Playing with me, myself and I...

I tried to kill those ghosts inside of me
The voice you spoke is yelling in my ears
And I don't know
And I don't believe in love fools...
I'd like to have those eyes you want to kiss

Wishing something
I wish I had that voice you want to hear
I believe in...
And I don't believe in love fools
I believe in me... me myself and I... me, myself and I

You and I know
You and I try
You and I run
Leaving old stories far behind

And it feels good
And it's so warm
Having those eyes
Playing with me, myself and I...

I'm tired of this... I'm tired of that...
You and I know
You and I try
You and I ran
Leaving old stories far behind

And it feels good
And it's so warm
Having those eyes
Playing with me, myself and I...

Porque há dias em que certas músicas fazem mais sentido do que em noutros....

quinta-feira, junho 07, 2007

Acabei de ler...


Sinopse: A milagrosa sobrevivência de uma mulher de coragem. Souad continua a usar um nome falso. Hoje é casada, tem três filhos, vive algures na Europa, mas guarda ainda segredo da sua verdadeira identidade. Regada com gasolina pela família por estar grávida sem ter casado, foi abandona à morte. Uma voluntária europeia encontrou-a em sofrimento no hospital perto da Cisjordânia e ajudou-a a fugir. Souad conta a sua história, quebra o silêncio. Leitura chocante, mas imperativa. Souad tornou-se um bestseller assim que foi editada em França. Com mais de 500 mil exemplares vendidos, traduzido em 24 línguas, «Queimada Viva» é o relato verdadeiro de uma mulher vítima de um crime de honra. Vivendo numa pequena aldeia da Cisjordânia, Souad era tratada quase como uma escrava pela família. Apaixona-se por um vizinho e pensa que ela a poderá salvar daquela situação. Mas tudo piora. Grávida, não pode casar antes que as suas irmãs mais velhas tenham marido, pelo que é rejeitada pelos seus. Ao manchar a honra da família cai sobre ela a vingança. O cunhado rega-a a gasolina, ficando com queimaduras em 90% do seu corpo. Deixada a morrer no hospital é ajudada por uma voluntária europeia que a leva para a Suíça com o filho. Hoje casada, mãe, Souad decidiu contar a sua história de sobrevivência.A narrativa é impressionante, lançando um importante alerta sobre a forma como as mulheres continuam ser tratadas em alguns países.

Dip shit !!!


A apenas algumas horas do exame de Direito Internacional Privado, chego à conclusão que provavelmente não terei sequer um mísero 7 para ir a oral... Ou seja, vou ficar presa no 5ºano por uma disciplina... Digamos que não estou lá muito feliz e esperançosa... Já tive dias melhores!! Certamente. Mas pronto, temos de ver isto pelo lado positivo... também ainda não tenho trabalho ou coisa que se pareça... Só coisas boas!!

segunda-feira, junho 04, 2007

Os Pirilampos do Casino de Lisboa



O pirilampo do Gato Fedorento

O pirilampo da Fernacerci

O pirilampo do Contra

O pirilampo da Fátima Lopes


O pirilampo da Rádio


O pirilampo do Luís de Matos

25ª entrevista

Hoje foi a minha 25ª entrevista, na Accenture, e a minha 1ª proposta remunerada!! Deram-me 24horas pa pensar, mas eu nem 24segundos levei... a rejeitar!!! Não me agradou. Paciência.

sexta-feira, junho 01, 2007

Hoje é o Dia Mundial da Criança... Dia esse que passa um pouco despercebido àqueles que não têm filhos. Mas mais que os "nossos" filhos, urge a necessidade de pensar nos filhos dos outros. Filhos de um mundo que não foi mãe mas sim madrasta. Crianças à mercê de um destino que dificilmente lhes dará grandes oportunidades. Esquecemo-nos deles, muitas vezes. Vezes a mais. Talvez por esta realidade se encontrar um pouco longe de nós... Costuma-se dizer que só nos toca o que está perto. Mas se fecharmos os olhos e tentarmos ver com o melhor lado da nossa alma, veremos essas crianças perdidas na nossa memória... imagens recolhidas de revistas, jornais e televisão... Imagens escondidas em nós. Imagens que preferimos esquecer e deixar no fundo da gaveta da memória, porque lá elas não são capazes de nos fazer mal, de nos tocar. Mas, por muito que tentemos, elas estão lá e são reais. E, urge, pelo menos hoje, que pensemos nelas... porque hoje também é o seu dia! Dia do qual elas não conhecem existência, tal como da comida e da roupa que não tem... ou dos serviços médicos e condições mínimas de higiene que não possuem... Mas são crianças! Como as nossas! Apenas, a maior parte delas não chegará a adulto... Serão para sempre crianças!! Crianças tornadas em anjos depois de morrerem.