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domingo, novembro 19, 2017

The National Museum of History and Art (MNHA) @ Luxembourg

The National Museum of History and Art dedicates for the first time in Luxembourg an exhibition to one of the main representatives of American Abstract Expressionism. Hans Hofmann is one of the most important 20th century American modernist artists and art teachers. Born in 1880 in Weißenburg, Bavaria, Hofmann died in the United States in 1966. In his oeuvre, he combines the traditions of European modernist painting with influences from American postwar art, particularly abstract expressionism.

The National Museum of History and Art (MNHA) is honoured to present the exhibition Drama and Tenderness - Flemish, Spanish and Italian Art of the Baroque. An exceptional display of baroque art, it features works from the Royal Museum of Fine Arts in Antwerp that will be on loan until it will reopen its doors in 2019. Completed by works from two prestigious European private collections as well as the MNHA's own holdings, this rare ensemble of baroque masterpieces brings together Flemish artists such as Rubens, Van Dyck and Jordaens with Spanish and Italian masters including Murillo, Ribera or Zurbaran.

The exhibition will be accessible to the public from 10th November 2017 until the Royal Museum of Fine Arts Antwerp will reopen its doors in 2019.

Some pieces from the permanent exhibition.

In relation to the evolution of lifestyles from the Renaissance to the 19th century, the MNHA has taken an original and transversal perspective on habitat and the applied arts in Luxembourg. Beautifully situated in old residencies of the 16th to the 20th centuries, the decorative arts and crafts section of the museum has been radically redesigned and modernised, and will reopen to the public in 2015. From the diversity of the pieces presented - furniture, clocks, ceramics, silverware - to the architectural setting itself, the tour highlights the complex relationship between the singularity of production in Luxembourg and its foreign influences.

domingo, fevereiro 26, 2017

E no Museu Nacional de Arte Antiga...

A Torre de Babel

Ecce homo - Unknown master (1570)

Claramente nesta altura as igrejas eram verdadeiras galerias de arte! 😍

Santinhos

Virgem do Calvário

As mães.

Julgamento final

Um barroco contido

A sala do tecto pintado

Só me falta o monstro 😜

Opah que fixe!!!

sábado, abril 16, 2016

Visita ao Museu do Teatro Romano

Construído na época do Imperador Augusto, o Teatro Romano de Lisboa, ocupa a vertente sul da colina do Castelo. Abandonado no século IV d.C., permaneceu soterrado até 1798, ano em que as ruínas foram descobertas durante a reconstrução pós - terramoto. Foi objecto de várias campanhas arqueológicas desde 1967 que recuperaram parte das bancadas, da orquestra, da boca de cena e do palco e um significativo conjunto de elementos decorativos. 

O Museu apresenta um percurso onde se incluem uma área de exposição, um campo arqueológico e as ruínas do Teatro. Para além da exposição de materiais e elementos recolhidos, o Museu disponibiliza suportes multimédia com informação sobre o Teatro e a sua história, atualizando os dados sobre a arqueologia, os planos de conservação e recuperação.










sábado, outubro 31, 2015

Acabadinha de sair do espectáculo "Improfado" @ Museu do Fado



Peça de Teatro improvisada de 1h15 (sem interrupções para pedir novas intervenções à plateia) que nasce de uma sugestão inicial do público. É uma viagem pluridisciplinar, que mistura Teatro, Música e Pintura num ambiente improvisado mas com conteúdos mais poéticos, sensoriais e emocionais. Ao longo da peça vai sendo criado um fado, único em cada espectáculo. Composto por 3 actores, 1 pianista, 1 guitarrista e/ou 1 cantora, 1 pintor.


Sinopse:
Peça de teatro 100% improvisada, nasce a partir da inspiração de um fado escolhido aleatoriamente pelo público, no início de cada espectáculo. Sem estrutura, cenas, personagens ou textos pré-definidos, cada espectáculo IMPROFADO é criado em conjunto com o público e em tempo real, combinando, de forma poética e emocional, artes tão diferentes, e ao mesmo tempo tão complementares, como a música, a pintura e o teatro.
Pouco a pouco, a narrativa ganha forma através das relações humanas que se geram e das ligações entre as diversas cenas. Se a princípio tudo parece desconexo, aos poucos a lógica instala-se assente na improvisação dos actores que se desdobram em múltiplas personagens e aproveitam positivamente todos os contributos dos presentes. Também em palco, músicos e cantor/a criam em tempo real temas e melodias de suporte às diversas histórias, enquanto um pintor as vai ilustrando.
Cada espectáculo é único, irrepetível e tem um fado próprio. Cada espectáculo é possível pela extraordinária dinâmica de grupo existente que, apesar de assente num profundo conhecimento mútuo e na utilização de técnicas comuns, consegue em palco e em tempo real que o improvável se torne real.


(In)confidência:
Como definir e opiniar sobre um espetáculo que não tem guião, um fio condutor óbvio, algo que ninguém tem certeza do que esperar? Um espetáculo de improviso é exactamente isto, embarcar rumo ao desconhecido, escolher uma direção e a partir daí seguir sempre em frente, sem certezas mas com muita ginástica intelectual, e por vezes também fisica.
Com o nome de Improfado e com local o próprio Museu do Fado, cedo algo dizia que esta não era uma noite "tradicional" de improviso. Assim, o trio Os Improváveis, foi acompanhado de live painting, onde um artista ilustrou as personagens, cenários e histórias inventadas na hora, com a ajuda do público captando os momentos mais marcantes de cada intervenção. Houve também algo que eu pessoalmente nunca tinha presenciado, um compositor ao piano, um tocador de viola e uma cantora, que também eles, elaboraram pequenos trechos musicais improvisados, sem qualquer combinação sobre o ritmo, letra e tom da música. Algo tão inesperado e cheio de talento que deixou muitos de boca aberta em espanto.
Tinha sido de esperar que os momentos de improviso, despoletassem maioritariamente momentos de comédia, mas como foi explicado por Marta Borges (um terço do trio de actores, composto também por Telmo Ramalho e Pedro Borges) esse não era exactamente o objectivo, pois esse seria o de criar personagens e situações credíveis que poderiam ou não conter momentos de comédia. Tendo em conta que este tipo de performance não tem nada definido, a comédia surge por si só. Por entre os diálogos inventados, por entre as situações e pelo facto de múltiplos personagens terem sido feito pela mesma pessoa e na mesma cena, a comédia está sempre implicita, sendo por vezes uma reação de incredulidade sobre a fala que foi dita por qualquer um dos artistas. Muito "improvável" e também muito bom!!
Muito podia ser dito sobre as personagens interpretadas nesta noite, mas essa é a essência da comédia de improviso. O acto único e irrepetível, o happening, o facto de cada espetáculo ser diferente e nunca, mas nunca poder ou conseguir ser igual ao ser antecessor. Noites únicas que devem ser vistas e experienciadas por todos os que tiverem dentro de si aquela pequena semente do caos, da procura da ordem através de actos ao calhas, partir para o desconhecido e perceber que por vezes nem os próprios artistas têm controle sobre as suas próprias criações. Imperdível!!!

segunda-feira, maio 18, 2015

Visita "Do aqueduto à Escola Politécnica" :)

Hoje foi dia de aproveitar o "Dia Internacional dos Museus" :)

O que vale é que não tivemos que andar tanto...

O túmulo de Fernão Telles de Menezes

O laboratório