quarta-feira, julho 21, 2010

Lucky Luke



O Caso Farewell


"O Caso Farewell" é um intrigante e inteligente thriller sobre um homem simples empurrado para o maior desvio de informação da história da Guerra Fria. Uma peça histórica desconhecida até hoje, à qual Ronald Reagan (antigo Presidente dos EUA) chamou "o maior caso de espionagem do século XX". Realizado por Christian Carion, "O Caso Farewell" começa em 1981, depois da invasão da União Soviética ao Afeganistão. Um simples homem de negócios francês residente em Moscovo, Pierre Froment, estabelece uma ligação com Grigoriev, destacado oficial do KGB desencantado com o que o ideal comunista se tornou às mãos de Brezhnev(antigo Presidente da União Soviética 64-82).. Grigoriev começa por passar informação altamente confidencial acerca da rede de espiões soviéticos nos Estados Unidos. Atormentado pelo medo de pôr a sua mulher e filhos em risco, e ao mesmo tempo pela vontade de saber mais, Forment, leva os documento até ao governo francês. Rapidamente a informação chega à Casa Branca e leva o regime soviético ao ponto de rotura, obrigando o KGB a intensificar os seus métodos na busca desta fuga de informação, colocando ambos os homens e as respectivas famílias num perigo extremo.

terça-feira, julho 20, 2010

Cuidado!

Para os meus amigos:

Porque hoje é o dia internacional da amizade e porque vocês são os meus maiores tesouros!!!

segunda-feira, julho 19, 2010

Too much love will kill you

413ª a 415ª Postal



Apenas uma peça de design?


Dava-me tanto jeito uma coisinha destas!!!
“Anything less than mad, passionate, extraordinary love is a waste of your time.”


Perguntou-me um amigo meu como podia ele fazer a miúda dos seus sonhos feliz, que lhe podia ele oferecer para que ela percebesse o quanto é importante para ele. Respondi-lhe que não são as prendas que importam mas sim os pequenos grandes gestos que arrebatam realmente o coração de uma rapariga.

Vivemos num mundo que cada vez mais se alimenta do que é carnal ao invés de focar o que é verdadeiramente importante: o amor. E isso influencia cada um de nós mesmo que não nos apercebamos de tal. Tornamo-nos pessoas mais frias e, por vezes, deixamos escapar aquilo que podia ter sido um grande amor digno de um filme só para si.


E há tantos pequenos grandes gestos que podem significar o mundo para a outra pessoa... É só deixarmos o nosso coração falar mais alto sem medo de sermos ridículos, porque estar apaixonado é fazer mesmo esse tipo de coisas ridiculas e até mesmo inconsequentes. A razão e o controlo são para outros campos da nossa vida. O amor é para ser vivido sem quaisquer restrições ou limites, porque é ele que nos dá asas para voar, para sermos verdadeiramente livres.


E para quem precisa de uma pequena ajuda no arranque, aqui vão algumas ideias, mas há que reter que os melhores gestos são aqueles que nos saem directamente do coração com um rasgo de criatividade, mas enquanto a inspiração não aparecer há sempre uns clichés que podem ser usados:


Acordá-la deixando-lhe cair pétalas de rosa sobre o rosto

Levar o pequeno-almoço à cama
Dançar com ela no meio da rua, de preferência à chuva
Fazer um jantar à luz das velas
Fazer uma serenata
Organizar um picnique ao pôr-do-sol
Deixar bilhetes de amor em sitios inesperados
Enviar um email romântico todos os dias
Dar um passeio na praia ao luar
Telefonar sempre a desejar boa-noite
Comprar uma garrafa de vinho e desfrutá-la enquanto observam as estrelas
Preparar um banho de imersão com espuma, pétalas de rosa, e à luz de velas
Pegar nela e levá-la de fim-de-semana sem ela saber
Oferecer uma prenda sem data especial
Abrir a porta do carro para ela entrar
Passear de mãos dadas pela cidade como se fossem turistas
Mandar-lhe flores (mais do que oferecer as flores, há que enviá-las, aí reside o maior impacto, de preferência para o sitio onde ela trabalha, se tal não for possível para casa)
Aparecer com uma comédia romântica e uma caixa de gelado do seu sabor preferido
Dizer todos os dias o quanto a amam e o quanto ela é importante

O resto é convosco! =)

I have butterflies in my stomach


A razão de ainda não teres encontrado o principe encantado:


sábado, julho 17, 2010

Este é simplesmente delicioso!!


Serão ao som de:




Hoje, meti-me na boca do Lobo

e daí?

E por falar em casamentos...

Aí vão umas ideias um tanto ou quanto originais!!!


strange-wedding-cakes-1-1

strange-disaster-wedding-cake

Wedding_Cakes_09

Individual Wedding Cupcakes On Grass

big-cake746

Nightmare Wedding Cakes

big-cake452

nightmare cake12

Sheep Wedding Cake

big-cake758

Lego Wedding Cake

lego_wedding_cake

Mario Wedding Cakes

mario_kart_wedding_cake

supermario-wedding cake

Burger Wedding Cake

burgercake

Dominance Wedding Cake

strange-wedding-cakes-4-1

Swan Wedding Cake

wedding+cake

Pillow Wedding Cake

Kuwait Cake 5

Forever Friends Wedding Cake

wedding-cakes

Oriental Wedding Cake

big-cake712



Mas anda alguma coisa no ar?! Já é a 4ª noticia de casamento esta semana!!! É que se for contagioso avisem!!

Mãos à obra!!!

via dzunglv < artpixie

A inocência...

♥

É tudo uma questão de ponto de vista


Se calhar é por isso que vou ficar solteira =P

sexta-feira, julho 16, 2010

Dia e Noite

from Split Screen by Carlos Antunes

Título original: Knight and Day
Realização: James Mangold
Argumento: Patrick O'Neill

Se um filme de acção precisa de pouco esforço narrativo para existir porque não utilizar essa mesma ideia para retirar a importância a um olhar mais crítico sobre um filme que é tudo menos uma lucubração sobre o cinema de acção?
Quando de tempos a tempos a narrativa dá um pulo porque os protagonistas estão inconscientes não contestamos o truque, deixamo-nos levar até porque, quando eles acordam, a estranheza da situação origina ainda mais humor.
Knight and Day é um gozo que se usa a si, que usa as expectativas do espectador e que usa todos os códigos do filme de acção para fazer comédia.


Porque, independentemente da acção, é de uma comédia que se trata. Uma comédia com um par romântico - se é que se pode chamar assim - e situações estapafúrdias que dão origem a interacções hilariantes.
Claro que a acção ajuda, levando à hipérbole de todos os momentos de reconhecimento do par.
Os limites não são aqui os mesmos que seriam se eles se encontrassem por mero acaso na rua.
Enquanto ela se arranja na casa de banho ele mata toda a tripulação de um avião. Se ele estivesse a tomar café não haveria oposição, seria apenas a tensão normal do momento de expectativa. Mas se a expectativa se revela um sucesso relativo em que a bebida que tomam juntos é a introdução ao despenho dum avião, não há forma de saber o que ainda sairá dali.
Os actores estão no jogo, levando tudo ao limite do credível e, por isso mesmo, ao limite maior do humor.


Não haveria ninguém mais inteligente a interpretar o papel da loira ingénua do que Cameron Diaz. Energia solta e ironia quanto baste e o papel que podia ser ridículo ou idiota é antes um que nos conquista. E só ela poderia, com segurança e credibilidade, ganhar capacidades lá mais para o final do filme e quase inverter os papéis que os actores estão a jogar.
Quanto a Tom Cruise, sem dúvida alguma que ainda é a estrela que sabíamos que ele era até aos pulos no sofá da Oprah. Cativante, no tom certo, à vontade com o seu papel de acção mas a mostrar o que é o seu talento de apelar ao público.
A dupla e a sua química fazem o filme, claro. Os outros méritos estão lá, mas dois actores inconsequentes, demasiado sérios ou incapazes de se libertarem das amarras do trabalho bem feito teriam deixado o filme sem interesse.


Não quero com tudo isto dizer que a acção seja desprezável. Há momentos muito conseguidos - e outros exagerados, mas nada que não fosse expectável - com destaque para os mais simples, como a perseguição pelos telhados, por exemplo.
Não prevalece a acção, algumas das cenas são reduzidas às suas necessidade e eficiência máxima.
Mas Mangold prova que está em Hollywood à vontade com a tarefa de realizar um filme acima da média dentro do género em que lhe permitem entrar.
Se a História do Cinema se faz dos esporádicos nomes geniais, a evolução do Cinema sempre se fez do grupo alargado de talentosos operários que ocuparam a cadeira de realizador apenas com o critério de fazerem o melhor filme possível a cada momento. Mangold está neste último grupo.
E este seu filme é, sem dúvida, um dos grandes divertimentos do ano.




quinta-feira, julho 15, 2010

Mayumana


Os Mayumana estão em Portugal desde quarta-feira e até ao próximo dia 18 de Julho, para protagonizar um espectáculo de uma intensa energia, com muito ritmo e movimento – Momentum, no Auditório dos Oceanos do Casino de Lisboa.

A companhia multicultural, nascida em 1996 em Tel Aviv, desenvolveu “uma linguagem artística única, baseada no ritmo, na técnica, nos efeitos visuais e, acima de tudo, onde a criatividade e o humor”, refere a produtora do espectáculo UAU.

Momentum é o nome do novo espectáculo, que agora trazem a Portugal, nesta sua quarta visita a Lisboa, e cuja acção decorre em torno da questão do Tempo, sempre com o ritmo como base da sua performance, e assente no contraste entre o vibrante e o calmo, a agitação e a serenidade.

Durante cerca de uma hora e meia, os 11 artistas em palco, cantam, dançam, tocam e completam todo o som do espectáculo com movimentos, utilizando para isso o próprio corpo ou as mais variadas coisas, numa extraordinária coordenação entre música e movimentos, ao som da batida forte dos percussionistas.

Os artistas recorrem também a baldes e copos com água, caixas de madeira, batidas no chão, sons com a boca, para ajudar à composição musical.

A dança em quadrados acompanhada de sons e a serenata a uma jovem da plateia “que se torna a paixão de um dos bailarinos”, num dos vários momentos cómicos e bem dispostos do espectáculo, são dois dos momentos mais divertidos do espectáculo.

Os espectáculos decorrem de terça-feira a domingo, pelas 22h00, e aos sábados e domingos também às 17h00, no Auditório dos Oceanos, do Casino de Lisboa.

O preço dos bilhetes varia entre os 30 e os 35 euros e estão à venda nos locais habituais.


http://canelaehortela.com/mayumana-animam-casino-de-lisboa-com-um-espectaculo-cheio-de-energia