quarta-feira, julho 04, 2007
“A Rapariga Morta”, o novo filme da aclamada escritora/realizadora Karen Moncrieff (“Blue Car”) é um conjunto de cinco histórias sobre pessoas sem aparentemente qualquer relação, cujas vidas convergem à volta do homicídio de uma jovem rapariga.“A Estranha” é sobre a mulher (Toni Collette) que encontra o corpo. A publicidade gerada sobre esta descoberta faz com que ela se consiga afastar do controlo da sua abusiva mãe (Piper Laurie) e criar uma ligação inesperada com o misterioso Rudy (Giovanni Ribisi).
“A Irmã” uma estudante universitária forense (Rose Byrne), está divida entre a pressão da mãe (Mary Steenburgen) em agarrar-se à esperança do regresso da irmã raptada e a vontade de seguir em frente com a sua vida. Ao examinar a rapariga morta, convence-se que encontrou o corpo da irmã desaparecida, livrando-se finalmente deste fardo.
“A Mulher” (Mary Beth Hurt) está presa numa relação amor/ódio com o marido (Nick Searcy). Uma descoberta terrível sobre a ligação dele com o homicídio da rapariga força-a a confrontar-se com o que pensava que sabia sobre ele – e sobre si própria.
“A Mãe” (Marcia Gay Harden) procura respostas sobre a vida da sua filha fugitiva e é confrontada com uma série de revelações que mudarão o rumo da sua própria vida. Ela recebe ajuda nesta busca através de uma rapariga perturbada – “The Prostitute” (Kerry Washington) que vivia com a sua filha.
“A Rapariga Morta” (Brittany Murphy) é um vulcão: energética, volátil, auto-destrutiva e explosiva com ataques de fúria incontroláveis. Também tem um lado muito inocente e infantil. Ela sonha em melhorar a sua vida e tornar-se numa boa mãe para a filha.
Os personagens de “A Rapariga Morta” estão relacionados não só pelas suas ligações a um homicídio brutal mas também pelos dissabores que enfrentaram nas suas vidas. O filme examina minuciosamente as suas próprias dificuldades em vencer ou render-se aos seus infortúnios. Tal como em “BLUE CAR”, Karen Moncrieff cria retratos multidimensionais de mulheres enquanto oscilam emocionalmente numa confusão de desejos contraditórios e receios.
quarta-feira, junho 27, 2007

28ª entrevista
27ª entrevista
My Chemical Romance
My Chemical Romance - Teenagers
My Chemical Romance - The Black Parade
Atingida por um raio de sorte, ganhei um bilhete para o concerto desta banda, que se realizou no passado domingo, no Coliseu. A banda passou por Portugal com a digressão "The Black Parade", esta música conta a história de um homem que está à beira da morte, num hospital, com cancro, aí ele vê a sua vida em flashback e recorda um momento em que o pai o levou a uma parada fúnebre. O título representa também o alter-ego dos membros da banda.
O concerto foi giro... Acho que perdeu um pouco por estar cheio de putos... Acho que a média de idades devia ser uns... 16anos!! De qualquer forma, aquilo estava a abarrotar e, foi um concerto electrizante, a banda teve uma boa presença em palco apesar de em termos de cenário não ter supreendido nem um pouco. Eu optei por ir para um dos camarotes porque não conseguia ver nada no "relvado" =P É certo que um concerto sentado perde metade da piada, mas teve mesmo de ser, a outra opção era bem pior.
Quase perfeito - Donna Maria
Sabe bem tudo tão certo
Sabe bem quando te espero
Sabe bem beber quem quero
Quase que não chegava
A tempo de me deliciar
Quase que não chegava
A horas de te abraçar
Quase que não recebia
A prenda prometida
Quase que não devia
Existir tal companhia
Não me lembras o céu
Nem nada que se pareça
Não me lembras a lua
Nem nada que se escureça
Se um dia me sinto nua
Tomara que a terra estremeça
Que a minha boca na tua
Eu confesso não sai da cabeça
Se um beijo é quase perfeito
Perdidos num rio sem leito
Que dirá se o tempo nos der
O tempo a que temos direito
Se um dia um anjo fizer
A seta bater-te no peito
Se um dia o diabo quiser
Faremos o crime perfeito
terça-feira, junho 26, 2007
quarta-feira, junho 20, 2007
terça-feira, junho 19, 2007

26ª entrevista
segunda-feira, junho 18, 2007
sexta-feira, junho 15, 2007
A Humanidade está a repousar numa bomba relógio.Se a grande maioria dos cientistas mundiais tiverem razão, temos apenas 10 anos para evitar uma grande catástrofe, a qual pode destruir o nosso planeta com condições meteorológicas agressivas, inundações, epidemias e ondas de calor que ultrapassam tudo o que já passámos.
Se isto parece uma receita de ruína – pense outra vez.
Do realizador Davis Guggenheim, o êxito do Festival de Cinema de Sundance, “Uma Verdade Inconveniente”, oferece-nos a visão apaixonada e inspiradora da cruzada de um homem para parar o progresso mortal do aquecimento global, esclarecendo todas as ideias erradas que se encontram associadas a este problema. Este homem é o antigo Vice-presidente dos EUA Al Gore, o qual depois da derrota nas eleições de 2000, voltou à sua cruzada de ajudar o planeta de uma mudança catastrófica.
Nesta esclarecedora descrição de Al Gore e a sua jornada de apresentação do seu “show de aquecimento global”, ele também prova a si próprio que é uma das pessoas mais mal entendidas da vida pública da América moderna.
Com compreensão, inteligência e esperança, “Uma Verdade Inconveniente” traz-nos os argumentos persuasivos de Al Gore, que nos explicam que já não podemos olhar para o problema do aquecimento global como uma questão política, mas sim como o maior desafio global que teremos de enfrentar.













