quarta-feira, julho 04, 2007

Baptizado da Maria !!

















13º Super Bock Super Rock - 28 de Junho












“A Rapariga Morta”, o novo filme da aclamada escritora/realizadora Karen Moncrieff (“Blue Car”) é um conjunto de cinco histórias sobre pessoas sem aparentemente qualquer relação, cujas vidas convergem à volta do homicídio de uma jovem rapariga.
“A Estranha” é sobre a mulher (Toni Collette) que encontra o corpo. A publicidade gerada sobre esta descoberta faz com que ela se consiga afastar do controlo da sua abusiva mãe (Piper Laurie) e criar uma ligação inesperada com o misterioso Rudy (Giovanni Ribisi).
“A Irmã” uma estudante universitária forense (Rose Byrne), está divida entre a pressão da mãe (Mary Steenburgen) em agarrar-se à esperança do regresso da irmã raptada e a vontade de seguir em frente com a sua vida. Ao examinar a rapariga morta, convence-se que encontrou o corpo da irmã desaparecida, livrando-se finalmente deste fardo.
“A Mulher” (Mary Beth Hurt) está presa numa relação amor/ódio com o marido (Nick Searcy). Uma descoberta terrível sobre a ligação dele com o homicídio da rapariga força-a a confrontar-se com o que pensava que sabia sobre ele – e sobre si própria.
“A Mãe” (Marcia Gay Harden) procura respostas sobre a vida da sua filha fugitiva e é confrontada com uma série de revelações que mudarão o rumo da sua própria vida. Ela recebe ajuda nesta busca através de uma rapariga perturbada – “The Prostitute” (Kerry Washington) que vivia com a sua filha.
“A Rapariga Morta” (Brittany Murphy) é um vulcão: energética, volátil, auto-destrutiva e explosiva com ataques de fúria incontroláveis. Também tem um lado muito inocente e infantil. Ela sonha em melhorar a sua vida e tornar-se numa boa mãe para a filha.
Os personagens de “A Rapariga Morta” estão relacionados não só pelas suas ligações a um homicídio brutal mas também pelos dissabores que enfrentaram nas suas vidas. O filme examina minuciosamente as suas próprias dificuldades em vencer ou render-se aos seus infortúnios. Tal como em “BLUE CAR”, Karen Moncrieff cria retratos multidimensionais de mulheres enquanto oscilam emocionalmente numa confusão de desejos contraditórios e receios.

quarta-feira, junho 27, 2007




A história da Hungria e da Europa Central é apresentada como um conto de terror por meio da vida de três gerações (avô, pai e filho), da Primeira Guerra Mundial, passando pela implantação do regime comunista, até os dias atuais. O avô é um militar de segundo escalão que trabalha para um homem rigído e sem papas na lingua... ele é um sonhador, em busca do amor; o pai, um homem que vive das glórias do passado e almeja desesperadamente o sucesso, um "comedor desportivo"; o filho, um taxidermista na trilha da imortalidade, que vive reprimido pelo pai. O roteiro parte de contos escritos por Lajos Parti Nagy, e a trilha sonora é assinada por Amon Tobin, que nasceu no Rio de Janeiro e pratica o trip-hop.
Definitivamente, o filme mais estranho que eu já vi... Vejam o trailer porque é realemnte um espelho do filme...

Falta um mês exactamente para eu acabar o curso (se tudo correr bem!) !!

28ª entrevista

Tenho a dizer que foi a entrevista mais porreira que já tive!! Foi na KPMG (sim, passei à 3ªfase!!). E foi com 4managers. Eram todos muito simpáticos e a entrevista foi conduzida duma forma muito descontraída. Deu-me logo vontade de ficar a trabalhar por lá. Gostei imenso do ambiente e da apresentação que me fizeram da empresa.

27ª entrevista

Passei à segunda fase da Coelho Ribeiro. Foram bastante rápidos!! Nem uma semana levou para que me voltassem a contactar. Esta fase consistiu num pequeno teste em que eu tinha de escrever uma carta em português e em inglês, em que o constituinte fosse informado que a sentença do processo judicial cível já tinha saído e tinha sido desfavoravel.

My Chemical Romance


My Chemical Romance - Teenagers




My Chemical Romance - The Black Parade



Atingida por um raio de sorte, ganhei um bilhete para o concerto desta banda, que se realizou no passado domingo, no Coliseu. A banda passou por Portugal com a digressão "The Black Parade", esta música conta a história de um homem que está à beira da morte, num hospital, com cancro, aí ele vê a sua vida em flashback e recorda um momento em que o pai o levou a uma parada fúnebre. O título representa também o alter-ego dos membros da banda.

O concerto foi giro... Acho que perdeu um pouco por estar cheio de putos... Acho que a média de idades devia ser uns... 16anos!! De qualquer forma, aquilo estava a abarrotar e, foi um concerto electrizante, a banda teve uma boa presença em palco apesar de em termos de cenário não ter supreendido nem um pouco. Eu optei por ir para um dos camarotes porque não conseguia ver nada no "relvado" =P É certo que um concerto sentado perde metade da piada, mas teve mesmo de ser, a outra opção era bem pior.

Soube que a guerra estava quase a estalar... Há muito que se esperava por este dia!! Sem hesitar, peguei nas minhas coisas e fui para outro país... O Porto!! Dei por mim nessa nação desconhecida. Preparei-me para a batalha... de martelo em punho, tal como os demais!! Começou a luta... O lugar favorito de ataque era a cabeça... mas havia quem também preferisse os rabioques dos adversários ( normalmente os femininos )... Os golpes desferidos eram crueis. Até as crianças eram atingidas! Ninguém saía impune... E os mais protegidos, que levavam capacetes, eram os mais atingidos.
Por volta da meia-noite, já a luta durava há umas largas horas, soou a música da vitória... e, nos céus, havia a celebração da guerra ganha... Os inimigos ficaram lado a lado, inertes, como se estivessem a ouvir o hino do seu país. E durante aquele espaço de tempo, ninguém ousou se mexer sequer.
Nunca cheguei a perceber quem ganhou...

Quase perfeito - Donna Maria


Sabe bem ter-te por perto
Sabe bem tudo tão certo
Sabe bem quando te espero
Sabe bem beber quem quero

Quase que não chegava
A tempo de me deliciar
Quase que não chegava
A horas de te abraçar
Quase que não recebia
A prenda prometida
Quase que não devia
Existir tal companhia

Não me lembras o céu
Nem nada que se pareça
Não me lembras a lua
Nem nada que se escureça
Se um dia me sinto nua
Tomara que a terra estremeça
Que a minha boca na tua
Eu confesso não sai da cabeça

Se um beijo é quase perfeito
Perdidos num rio sem leito
Que dirá se o tempo nos der
O tempo a que temos direito

Se um dia um anjo fizer
A seta bater-te no peito
Se um dia o diabo quiser
Faremos o crime perfeito


P.S. Sei que a letra é um pouco romântica e extravasa o sentimento de amizade, mas ainda assim dedico-ta, maninha!! Soube bem rever-te!! Gostava de poder ter mais momentos destes contigo, mas o tempo nunca está a nosso favor =(

S. João


















terça-feira, junho 26, 2007

Parabéns Sandra !!


P.S. O post vai um pouco atrasado, mas vai... =p

quarta-feira, junho 20, 2007

III
Não queria chorar. sAbia que tinha sido melhor assim. Não sabia onde tinha ido buscar a força para ser quem não era. Amava-o. E fazia-o por amor.
A sua almofada ainda tinha o cheiro dele, das noites passadas juntos. Como ela adorava acordar e vê-lo dormir. Era capaz de passar horas assim... só a observa-lo. Ficava, ali, a passar-lhe a mão pelo cabelo. E não havia nada melhor do que quando ele abria os olhos e sorria para ela. O seu sorriso encerrava em si todo o sentimento que ela tinha por ele. Era lindo!! Ás vezes, gostava de ficar a olhar para o seu corpo... conhecia-o de cor. Cada sinal, cada cicatriz... Sabia todas as sua histórias. aos seus olhos, não tinha imperfeições. Já as tinha tido... mas com o passar do tempo, ela já tava tão habituada a elas que gostava. Já nem o conseguia imaginar de outra forma! Amava-o tanto!! Mas tinha de se convencer que era melhor assim...

terça-feira, junho 19, 2007


Dizia-me a Sandra, no outro dia, que se sentia como o Fernando Pessoa... que estava farta de pensar... Pesa-lhe o relógio biológico e sente a urgência do futuro... A verdade é que o tempo tende a ser um monstro que cresce dentro de nós. Cansa-nos a sua passagem.Leva-nos a pensar, a desejar mais do que temos.

Por vezes, também sinto essa urgência. Pergunto-me onde estarei daqui a uns anos, como será a minha vida... Tenho toda uma ansiedade que não consigo nem sei controlar. Mas como todas as boas casas precisam de fundações, também eu preciso de tê-las... e para isso resta-me a mim esperar. Esperar por algo que não sei o que é. Mas que também não quero saber. Quero antes descobrir por mim no tempo correcto sem ter a pressa de fitar o tempo que passa por mim.
Há pouco tempo disseram-me que o meu blog devia se chamar: " Martinha no mundo das entrevistas". Assim sempre era mais especifico e cativava mais o leitor... O título até é giro, mas (e apesar de eu já ir em 26entrevistas - Sim, não posso deixar de gozar com a minha própria situação !!) acho que não teria muito para escrever... De qualquer forma, eu já falo da maior entrevista de todas... A Vida!! A vida é uma entrevista constante, ou melhor, uma sucessão de entrevistas... Entrevistas, para as quais, que por muito que se tente, nunca se está realmente preparado! Todos os dias somos testados pelos outros, nas nossas atitudes, nas nossas palavras... apenas não nos apercebemos. É um processo mais discreto, mas nem por isso mais brando. A única diferença éque normalmente não estamos a competir contra ninguém, apenas contra nós próprios ou contra as expectativas dos outros.

26ª entrevista

Já algum tempo que não ia a entrevistas, por isso, para compensar, esta durou uma horinha certinha!! Foi na Coelho Ribeiro. Fartei-me de falar de tudo e mais alguma coisa... do meu percurso pela faculdade, do que fazia e faço nos tempos livres, que tipo de musica oiço, o último filme que vi e crítica a esse filme, último livro que li... Até da inquisição espanhola falei!! Saí de lá um pouco cansada de falar... Só faltava a Doutora me convidar para jantar... Acho que nem num encontro falo tanto de mim... =P E olhem que eu gosto bastante de falar... =)

segunda-feira, junho 18, 2007


O mundo é das gordas!!

Baptizado da Matilde

Fico mesmo mal de Cinderela... O loiro não é mesmo a minha cor!! =(

sexta-feira, junho 15, 2007

A Humanidade está a repousar numa bomba relógio.
Se a grande maioria dos cientistas mundiais tiverem razão, temos apenas 10 anos para evitar uma grande catástrofe, a qual pode destruir o nosso planeta com condições meteorológicas agressivas, inundações, epidemias e ondas de calor que ultrapassam tudo o que já passámos.
Se isto parece uma receita de ruína – pense outra vez.
Do realizador Davis Guggenheim, o êxito do Festival de Cinema de Sundance, “Uma Verdade Inconveniente”, oferece-nos a visão apaixonada e inspiradora da cruzada de um homem para parar o progresso mortal do aquecimento global, esclarecendo todas as ideias erradas que se encontram associadas a este problema. Este homem é o antigo Vice-presidente dos EUA Al Gore, o qual depois da derrota nas eleições de 2000, voltou à sua cruzada de ajudar o planeta de uma mudança catastrófica.
Nesta esclarecedora descrição de Al Gore e a sua jornada de apresentação do seu “show de aquecimento global”, ele também prova a si próprio que é uma das pessoas mais mal entendidas da vida pública da América moderna.
Com compreensão, inteligência e esperança, “Uma Verdade Inconveniente” traz-nos os argumentos persuasivos de Al Gore, que nos explicam que já não podemos olhar para o problema do aquecimento global como uma questão política, mas sim como o maior desafio global que teremos de enfrentar.