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segunda-feira, maio 28, 2018

Chegadas e Partidas.


E quando são os ossos que dobram na saudade de te voltar a ver, acumulando cicatrizes de um coração impaciente que ama o inatingível? E quando é a dor invisível, a que sentimos, ao desejarmos aquilo que sabemos que nunca teremos? Aí sabemos. Aí viemos. Chegámos até aqui. Até ao fim de nós.

segunda-feira, setembro 05, 2016

The heart that no longer is.


A heart that doesn't love is a heart that slowly dies, a little bit more every day. The heart was created in order to feel all the emotions and if one of them, the most important of all, fails, the heart is condemned to oblivion. The forgetness of it sets a path to solitude and to the destrution of the soul. We were made with the only purpose of loving onne another. And all other emotions are forever linked to the master of them all: love. Without love we can not feel. We are just zombies, passing through life, numb in all ways.

And the heart is slowly dying when it doesn't have someone to give himself to. Because the heart needs a owner. Without it it becames lost, wondering around with no place to go. And if it doesn't knows the feeling of belonging it will just start to shrink until it becames a shadow of what it used to be. And nothing is sadder that a heart that longer is.

domingo, março 27, 2016

O tempo que não temos.

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Envelhecemos. Ficamos mais velhos. Enruga-se-nos o coração.

segunda-feira, novembro 02, 2015

O que já devias saber.

Quando o coração está no sítio, o resto vem por acréscimo.

quinta-feira, setembro 10, 2015

A drunken heart



Trying to drown a broken heart in alcohol is the dumbest decision you could ever make. Ever. A drunken heart always craves for the one it loves. Always. And it aches. Oh if it aches... It hurts like hell. Believe me. I know.

terça-feira, novembro 04, 2014

One less heart to break

Quando se esvazia o coração não há solidão nem qualquer outra coisa. Não há sentimento que incomode ou se acomode, há apenas uma vazio silencioso. Não se houve ecos ou até mesmo memórias. Não há partilhas desnecessárias nem partidas repentinas. Há apenas uma eterna noite, uma espécie de escuro conhecido. Quase como uma sala de porta fechada ou uma gaveta trancada.

terça-feira, julho 22, 2014

Gostava de te falar de amor.

Gostava de te falar de amor, mas nunca tive o dom da palavra. Não te sei encher o mundo de frases bonitas. Falta-me o jeito, e até mesmo a coragem. Sobra-me o pânico de um coração mudo que nunca ousou ser mais do que era. A verdade é que todos nós somos donos do nosso silêncio e escravos das nossas palavras. E talvez seja isso que me assusta... a escravidão daquilo que te possa revelar.

Porque quando as palavras são ditas em voz alta ganham toda uma outra importância e tudo aquilo que representam passa a ser real. E tenho medo. Tenho medo que me reconheças o sentimento e que me faças refém dele. Não tenho a certeza se é seguro dar-te esse poder. E é esta fragilidade que me protege e que me impede de falar.

Por isso, desculpa-me. Desculpa-me se as palavras me ficam presas na garganta, se a lingua enrola quando devia deslizar, se tudo o que ouves é um grande nada. Mas a verdade é que gostava de te falar de amor, mas nunca tive o dom da palavra.

quinta-feira, abril 17, 2014

Acreditar no Amor

Acreditar no amor é difícil. É dificil e vai-se tornando ainda cada vez mais difícil com o passar do tempo... a cada tropeço, a cada partir do coração. Porque acreditar é sempre um salto de fé. Um acreditar em algo que, por muito que se queira, ou até se defenda, não se consegue na realidade ver... e muito menos medir. E, com o mingar do coração, minga também a entrega. Perde-se-nos a capacidade de tal. E é triste esta morte lenta dos sentimentos que se dá dentro de nós, sem que possamos fazer algo para a impedir. 

quarta-feira, abril 16, 2014

Divagações de um coração ambulante



O meu coração divaga demais para eu saber onde ele descansa. Prefiro assim. É demasiado perigoso saber onde ele dorme que eu nunca fui muito boa a guardar segredos... e sabe se lá o que pode acontecer, à noite, quando ele está desprotegido.

sexta-feira, janeiro 31, 2014

Brain vs Heart

Não sabia se aquele fosso era superável... Seria se ele fosse mais emocional, se ele fosse do tipo que se deixasse dominar pelas emoções, se ele amasse com o coração todo... Mas ele não o era. E ela sabia-o. Ele amava com a cabeça. Com ele tinha de ser tudo racionalizado. O amor, para ele, era fruto de uma profunda reflexão entre prós e contras, e de um exame até à medula das coisas. Não havia espaço para o improviso. E tudo o que saía da sua rota estipulada era um erro de cálculo, que podia pôr tudo em causa, todas as suas estruturas altamente pensadas. Tudo o que saía da sua zona de conforto assustava-o porque ele aí já não detinha o controlo. E para ele o controlo, especialmente sobre si mesmo, era o mais importante. Perguntava-se a si própria se tudo isto teria sido o resultado de algum trauma, de um primeiro grande amor... ou se teria nascido assim. Acreditava que alguém lhe tenha partido o coração para lá das palavras e que ele tenha decidido, para si mesmo, nunca mais se pôr numa posição em que tal pudesse sequer minimamente ser uma possibilidade.

quinta-feira, janeiro 23, 2014

A partir ou a chegar?

Estava de partida. E, enquanto se dirigia ao terminal pensava na última vez que lá tinha estado.. Tinha sido de passagem. Não era ela quem partia. Mas sim ele. E, apesar, de ser uma partida lamentou como se fosse uma chegada. Pensara, na altura, que tinha chegado a algum lado, talvez a casa... mas tal não acontecerá, para seu grande desgosto, ou não estaria ela agora de partida. Voltaria ali, mas o ali já não seria igual, já não seria casa. Tinha decidido assim. Tinha decidido empacotar o coração e não trazê-lo de volta. Ele tinha demasiada vontade própria para seu gosto e uma estúpida mania de fazer, dos outros, lares.

quinta-feira, novembro 07, 2013

O meu coração

Hoje, se o meu coração pudesse saltar-me-ia do meu peito e correria de braços abertos sem destino algum. Sinto-o a querer sair, palpita-lhe a vontade de correr livre enquanto se aprisiona cada vez mais na caixa toraxica que o prende. Inquieta-se-lhe o espirito por desejar o impossivel. Nunca desejou para si o comum ou o usual, ousou sempre sonhar mais alto e a cada degrau que subia sabia estar a juntá-lo à sua própria sepultura. Talvez hoje se tenha apercebido que os seus sonhos nunca passaram disso mesmo, ou talvez acredite que realmente consegue voar. Talvez seja eu que o esteja a prender ou talvez seja a sua anatomia que não lhe permite ser mais do que realmente é.

sexta-feira, outubro 11, 2013

Vende-se a quem dele precisar

Pequenino mas arranjadinho, um pouco danificado mas ainda assim com muito potencial, e com espaço para toda a gente. Um item com muito valor sentimental mas sem qualquer utilidade à corrente proprietária. A todos os interessados, contactar a gerência.

terça-feira, abril 02, 2013

I promise.



"My tongue will tell the anger of my heart,

 Or else my heart, concealing it, will break."


William Shakespeare,
The Taming of the Shrew

terça-feira, fevereiro 12, 2013

Sugestão de presente para o Dia dos Namorados:

Nothing says 'I love you' like an anatomically correct heart cake!!

Definitivamente, umas das prendas mais originais que eu já vi!! Ok, eu admito que possa ser um pouco macabra mas ainda assim... lá que é bem original, lá isso é!! E se a vossa cara-metade tiver um sentido de humor parecido com o meu, garanto-vos que vai adorar!! =)

sexta-feira, julho 08, 2011

The art (or heart?!) of giving

“I would have given him one of my legs and one of my arms and one of my kidneys and half of my liver and four pints of my blood and all easy for I had already given him my heart.”

Jeanette Winterson

quarta-feira, julho 06, 2011

O que preferes ouvir?


Não sei explicar. Sei que isto não é normal e isso assusta-me um pouco. Tenho medo que se esgote tudo. Ele diz que eu não tenho razões para ter medo, mas quem ama tem medo. E eu amo-o. Amo-o de um forma absurda e inexplicável, de uma forma que chega a doer de tanto que é. Assusta-me amá-lo assim, mas preenche-me este amor que tenho por ele. E a verdade é que mesmo que não dure sinto-me abençoada por o ter sentido. Acho que o medo que sinto se deve ao facto de já há muito me ter convencido que nada dura para sempre e por saber o que sinto por ele. Já lhe disse que se isto acabar o meu coração vai-se partir de uma forma como nunca se partiu, que juntamente com ele eu tb morro. Acho que ele não acreditou, mas eu estava mesmo a falar a sério. Não sei se isto correr mal se eu alguma vez vou me conseguir recompor a sério e voltar a ser quem era. É estranho falar assim... nunca acreditei nestes sentimentos assolapados que aparecem assim de um momento para o outro, quando os outros me falavam deles ou os via nos filmes, mas agora que aconteceu comigo… A vida tem destas coisas!! Gosta de nos trocar as voltas e de nos mexer nas nossas convicções.

domingo, maio 29, 2011

Love is pure insanity!!


“I was never really insane except upon occasions when my heart was touched.”

- Edgar Allan Poe