Time to go home!! 😉
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sexta-feira, novembro 24, 2017
quarta-feira, novembro 22, 2017
terça-feira, novembro 21, 2017
segunda-feira, novembro 20, 2017
domingo, novembro 19, 2017
The National Museum of History and Art (MNHA) @ Luxembourg
The National Museum of History and Art dedicates for the first time in Luxembourg an exhibition to one of the main representatives of American Abstract Expressionism.
Hans Hofmann is one of the most important 20th century American modernist artists and art teachers. Born in 1880 in Weißenburg, Bavaria, Hofmann died in the United States in 1966. In his oeuvre, he combines the traditions of European modernist painting with influences from American postwar art, particularly abstract expressionism.
The National Museum of History and Art (MNHA) is honoured to present the exhibition Drama and Tenderness - Flemish, Spanish and Italian Art of the Baroque. An exceptional display of baroque art, it features works from the Royal Museum of Fine Arts in Antwerp that will be on loan until it will reopen its doors in 2019. Completed by works from two prestigious European private collections as well as the MNHA's own holdings, this rare ensemble of baroque masterpieces brings together Flemish artists such as Rubens, Van Dyck and Jordaens with Spanish and Italian masters including Murillo, Ribera or Zurbaran.
The exhibition will be accessible to the public from 10th November 2017 until the Royal Museum of Fine Arts Antwerp will reopen its doors in 2019.
Some pieces from the permanent exhibition.
In relation to the evolution of lifestyles from the Renaissance to the 19th century, the MNHA has taken an original and transversal perspective on habitat and the applied arts in Luxembourg.
Beautifully situated in old residencies of the 16th to the 20th centuries, the decorative arts and crafts section of the museum has been radically redesigned and modernised, and will reopen to the public in 2015. From the diversity of the pieces presented - furniture, clocks, ceramics, silverware - to the architectural setting itself, the tour highlights the complex relationship between the singularity of production in Luxembourg and its foreign influences.
Tarde de passeio à descoberta do Luxemburgo 😊
Completamente rendida!!!
O Bock (em luxemburguês: Bockfiels) é o nome pelo qual é conhecido um promontório no nordeste da Cidade de Luxemburgo, sendo a sua parte mais histórica. Oferecendo uma fortificação natural, com suas falésias rochosas torre acima do Rio Alzette que o circunda por três lados. Sendo este o local onde o Conde Siegfried das Ardenas construiu o seu castelo, chamado de Lucilinburhuc em 963, fornecendo, assim, a base do desenvolvimento que a cidade teria com o passar dos anos e se tornaria Luxemburgo.
Tão cute!!!
Frio?! Naaaaaa... nadaaaaa.... só estou completamente gelada!!! 😛
A vista do outro lado da ponte.
"Roads were made for journeys not destinations." - Confuncius
"There comes . . . a longing never to travel again except on foot." - Wendell Berry, Remembering
"Some beautiful paths can't be discovered without getting lost." - Erol Ozan
Built bridges, not walls. 😉
From Luxembourg, with love. 😘
"Sometimes our walls exist just to see who has the strength to knock
them down." - Darnell Lamont Walker, Creep
Luxembourg almost by night.
A Catedral de Notre-Dame em Luxemburgo é a catedral católica da cidade de Luxemburgo, ao sul de Luxemburgo. Foi, originalmente, uma catedral jesuíta, e sua base foi construída em 1613.
Girl Power!!
Saint Michael's Church, Luxembourg - This church is the oldest extant religious site in Luxembourg City. The first church was built on the spot in 987 as the castle chapel for the Count of Luxembourg. However, over the following centuries, the building was destroyed, rebuilt, and renovated several times. Its current appearance dates to 1688, and unites Romanesque and Baroque architectural styles, pre-dating the national Moselle Baroque style. The building has been restored since then, preserving its original form; it has most recently been renovated in the 1960s, 1980s, and 2003–2004.
Deambulando pelas ruas 😊
Ruas com personalidade e casas catitas 🏡
segunda-feira, agosto 07, 2017
domingo, agosto 06, 2017
Templo Expiatório da Sagrada Família
Templo Expiatório da Sagrada Família, e também conhecido simplesmente como Sagrada Família, é um grande templo católico da cidade catalã de Barcelona (Espanha), desenhado pelo arquiteto catalão Antoni Gaudí, e considerado por muitos críticos como a sua obra-prima e expoente da arquitetura modernista catalã. Financiado unicamente por contribuições privadas, o projeto foi iniciado em 1882 e assumido por Gaudí em 1883, quando tinha 31 anos de idade, dedicando-lhe os seus últimos 40 anos de vida, os últimos quinze de forma exclusiva. A construção foi suspensa em 1936 devido à Guerra Civil Espanhola e não se estima a conclusão para antes de 2026, centenário da morte de Gaudí.
A construção começou em estilo neogótico, mas o projeto foi reformulado completamente por Gaudí ao assumi-lo. O templo foi projetado para ter três grandes fachadas: a Fachada da Natividade, quase terminada com Gaudí ainda em vida, a Fachada da Paixão, iniciada em 1952, e a Fachada da Glória, ainda por completar. Segundo o seu proceder habitual, a partir de esboços gerais do edifício Gaudí improvisou a construção à medida que esta avançava. O templo, quando estiver terminado, disporá de 18 torres: quatro em cada uma das três entradas-portais, a jeito de cúpulas; irá ter um sistema de seis torres, com a torre do zimbório central dedicada a Jesus Cristo, de 170 metros de altura, outras quatro ao redor desta, dedicadas aos evangelistas, e um segundo zimbório dedicado à Virgem. O interior estará formado por inovadoras colunas arborescentes inclinadas e abóbadas baseadas em hiperboloides e paraboloides buscando a forma ótima da catenária. Estima-se que poderá levar no seu coro 1500 cantores, 700 crianças e cinco órgãos. Em 1926, ano em que faleceu Gaudí, apenas estava construída uma torre. Do projeto do edifício só ficaram planos e um modelo em gesso que resultou muito danificado durante a Guerra Civil Espanhola. Desde então prosseguiram as obras: atualmente (2017) estão terminados os portais da Natividade e da Paixão, e foi iniciado o da Glória, estando em construção as abóbadas interiores.
A obra que realizou Gaudí - a fachada da Natividade e a cripta - foi incluída pela UNESCO em 2005 no Sítio do Patrimônio Mundial com o título «Obras de Antoni Gaudí»
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O Castelo de Montjuïc
Este castelo, na montanha de Montjuïc, teve sua construção iniciada em 1653. O rei à época, Felipe IV, desejava construir uma fortaleza militar para a cidade, e assim, proteger as entradas ao norte e ao leste da cidade. Cerca de meio século depois, o Castell de Montjuïc testemunhou um dos momentos mais marcantes de toda a história da Catalunha: a Guerra de Sucessão Espanhola (1702 – 1714). O dia 11 de setembro de 2014 foi o marco final da guerra, já que as tropas Bourbônicas conseguiram derrubar a última linha de resistência à ocupação francesa na Espanha, mais precisamente em Castilla: o Castell de Montjuïc foi tomado.
No século XIX, entre os anos de 1833 e 1843, a Espanha foi palco da Revolução Liberal. Em 1842, especificamente no dia 3 de dezembro, o regente Baldomero Espartero castigou a cidade de Barcelona com mais de mil bombardeios, em represália ao descontentamento e revolta dos catalães contra o autoritarismo do regime. O Castelo de Montjuïc foi utilizado como base de origem dos ataques. Em 1843, a cidade de Barcelona sofreu um novo bombardeio.
No século XX, durante o regime franquista, o Castelo de Montjuïc serviu de campo de concentração: milhares de prisioneiros de origem catalã tiveram suas vidas abreviadas naquele local. Entre as vítimas, destacou-se Lluis Companys, que à época, era o presidente da Generalitat de Catalunya.
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sábado, agosto 05, 2017
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O Parque Güell
O Parque Güell (em catalão: Parc Güell, em espanhol: Parque Güell, embora a grafia original fosse em inglês: Park Güell) é um grande parque urbano com elementos arquitetónicos situado no distrito de Gràcia da cidade de Barcelona, na vertente virada para o Mar Mediterrâneo do Monte Carmelo, não muito longe do Tibidabo. Originalmente destinado a ser uma urbanização, foi concebido pelo arquiteto Antoni Gaudí, expoente máximo do modernismo catalão, por encomenda do empresário Eusebi Güell. Construído entre 1900 e 1914, revelou-se um fracasso comercial e foi vendido ao Município de Barcelona em 1922, tendo sido inaugurado como parque público em 1926. Em 1969 foi nomeado Monumento Histórico Artístico de Espanha, e em 1984 foi classificado pela UNESCO como Património da Humanidade, incluído no sítio Obras de Antoni Gaudí. No recinto do parque, numa casa onde Gaudí morou durante quase vinte anos, funciona desde 1963 a Casa-Museu Gaudí, cujo acervo inclui objetos pessoais e obras de Gaudí e de alguns dos seus colaboradores.
O parque foi concebido por Güell e Gaudí como um conjunto estruturado onde, dentro de um incomparável quadro de beleza natural, se situariam habitações de luxo, com todos os progressos tecnológicos da época e acabamentos de grande qualidade artística. Não se sabe ao certo o que Güell e Gaudí pretendiam alcançar, visto que não restam registos a esse respeito, mas parece óbvio que o parque se destinava a um grupo seleto e não ao público em geral, e que está recheado de referências a ideias, fantasias e ideais que eram importantes para ambos, como o catalanismo político e a religião católica, em todo caso com um certo caráter misterioso devido ao gosto da época por enigmas e adivinhas.
O Parque Güell é um reflexo da plenitude artística de Gaudí; pertence à sua etapa naturalista (década de 1900), período no qual o arquiteto catalão aperfeiçoou o seu estilo pessoal, inspirando-se nas formas orgânicas da natureza e pondo em prática uma série de novas soluções estruturais originadas na sua análise da geometria regrada. A isso acrescentou uma grande liberdade criativa e uma imaginativa criação ornamental; partindo de um certo barroquismo, as suas obras adquirem grande riqueza estrutural, de formas e volumes desprovidos de rigidez racionalista ou de qualquer premissa clássica. No entanto, embora contenha vários elementos característicos da fase final da carreira de Gaudí, como a preferência por colunas inclinadas e o uso do trencadís, o parque apresenta uma mistura de elementos de diferentes estilos (românico, barroco, dórico, pré-romano, etc.) que remete para as suas primeiras obras. Uma das características mais marcantes do Parque Güell é o contraste entre as texturas e cores dos diferentes materiais de construção (cerâmica brilhante e multicolorida versus pedra rústica castanha), tão apreciado pelos arquitetos do modernismo catalão.
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