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quarta-feira, janeiro 18, 2017

Teoria do dia


Há três tipos de homens que costumam ler:
1 - O que lê livros de merda, mas finge que é intelectual.
2 - O que lê demasiados livros bons e é um pretensioso de merda (que acha sempre que "somos menos cultas").
3 - O que lê livros bons mas não percebe um caralho.

quarta-feira, dezembro 18, 2013

domingo, novembro 24, 2013

Há alturas em que sinto falta de um homem...

e esta é uma delas!! Algum voluntário?! Epah, a sério... tenho umas caixas que precisam de ir urgentemente para a arrecadação e eu não as consigo pôr lá sozinha... isso e um frasco de tremoços que está ali e eu também não consigo abrir!! E apetecia-me realmente comer uns tremoços!! True story!! =/

sábado, outubro 19, 2013

Faith in Men restored!!!


So very sweet :)


Muito simples mas muito fofa!!


Adorei a ideia!! Super romântica :) Adorei que ele tivesse incluido todas as pessoas importantes da suas vidas de uma forma tão original neste "conto de fadas" que há-de ser a sua vida em conjunto. Só acho que os cenários poderiam ter sido melhor pensados. Mas que é que pensa nisso quando vê o seu principe montado num cavalo branco?!

 
De todas, acho que esta é a minha favorita :) Adorei que ele tivesse escolhido o aniversário de 3 anos de namoro para se propôr, e a forma como o fez (Disney!!!!), e que lhe tivesse perguntado antes de tudo quais eram os 3 desejos que ela pediria ao génio da lâmpada se tivesse oportunidade... mal sabia ela o que ele tinha planeado para o resto do(s) seu(s) dia(s). 

quinta-feira, outubro 17, 2013

quarta-feira, outubro 09, 2013

Homens...

Em jeito de confidência, disse-me um amigo, há dias, que não sabia se estava apaixonado. Eu ri-me. Como podem (?!) ser os homens tão clueless às vezes... Ele deve ser o único que não sabe que está apaixonado por ela! Qualquer pessoa que realmente o conheça sabe que ele o está, e só não o está perdidamente porque ainda não o admitiu a ele próprio. Talvez seja disso que inconscientemente tem medo... Perguntei-me se lhe devia mencionar o óbvio, mas achei que o devia deixar percorrer esse caminho sozinho. O que não quer dizer que não lhe tenha dado uma indicação ou outra na direcção correcta... Digamos que lhe dei algo em que pensar. Perguntei-lhe se pensava nela todos os dias, se falava com ela todos os dias, se sentia a sua falta quando ela não estava, se quando lhe acontecia alguma coisa ela era uma das primeiras pessoas a quem queria contar, se se preocupava com ela, se fazia todos os possiveis para estar com ela, se sacrificava horas de descanso só para estar com ela, se ela o fazia sorrir, se ela trazia à tona a melhor versão dele mesmo, se gostava de acordar ao seu lado, se conseguia imaginar um futuro com ela, se a cada dia que passava gostava um pouco mais dela... Não esperei pelas respostas, não era eu quem precisava delas. Até porque as minhas perguntas eram mais retóricas que outra coisa... ele pode não ver, mas todos os outros veem a forma como ele olha para ela :) e isso para mim é a resposta a cada uma destas perguntas.

terça-feira, outubro 08, 2013

Republicar "Também quero um blog"

Só têm de aprender a distinguir os momentos em que elas precisam de ser protegidas e de sentir-se seguras que aconteça o que acontecer vocês vão lá estar dos momentos em que é extremamente necessário que se sintam livres de sozinhas tomar decisões capazes de mudar o mundo. Só têm que saber distinguir os momentos em que se sentem sozinhas apesar de estarem rodeadas de pessoas dos momentos em que só precisam de um pouco de solidão e silêncio. Só precisam saber quais são os dias em que têm de dizer-lhes que são lindas e os dias em que não vale a pena dizer-lhes nada porque elas sabem que são a mais bonita. Só precisam de saber quando um abraço ou um beijo são capazes de resolver todos os problemas delas e quando elas simplesmente não têm problemas ou resolvem tudo sozinhas porque são capazes de dominar o mundo. Só têm que saber distinguir um sorriso sincero de um sorriso forçado e cansado, só têm que procurar um brilho ou uma sombra no olhar e fazê-las acreditar que são os únicos capazes disso. Só precisam saber distinguir os dias em que a maior necessidade delas é um simples chocolate dos dias em que precisam desesperadamente de uma dieta. Só precisam saber os dias exactos em que elas são capazes de ver um filme de acção ou os outros, aqueles em que têm de escolher uma comédia romântica. Só precisam saber os dias em que é necessário ir com elas comprar uns sapatos, ou correr, ou andar de bicicleta ou levar-lhe flores e um livro, preparar-lhe o jantar ou levá-las a jantar fora. Só precisam distinguir os dias em que elas querem fazer amor dos outros, em que o que elas precisam mesmo é de fazer sexo. Depois disso, meus senhores, vão ver que afinal é muito simples compreendê-las.

terça-feira, outubro 01, 2013

quarta-feira, janeiro 30, 2013

Pérola do dia by Marco da Casa dos Segredos:

"Um homem sem cornos é como um jardim sem flores!"

Só espero que a namorada dele não partilhe da mesma opinião ou que, pelo menos, goste de jardins sem flores. Lol!!

quinta-feira, setembro 13, 2012

As mulheres têm fios desligados


Há uns tempos a Joana:
- Pai, acabei um namoro à homem.
Perguntei como era acabar um namoro à homem e vai a miúda:
-Disse-lhe o problema não está em ti, está em mim.
O que me fez pensar como as mulheres são corajosas e os homens cobardes. Em primeiro lugar só terminam uma relação quando têm outra. Em segundo lugar são incapazes de
- Já não gosto de ti
de
- Não quero mais
chegam com discursos vagos, circulares
- Preciso de tempo para pensar
- Não é que não te amo, amo-te, mas tenho de ficar sozinho umas semanas
ou declarações do género de
- Tu mereces melhor do que eu
- Estive a reflectir e acho que não te faço feliz
- Necessito de um mês de solidão para sentir a tua falta
e aos amigos
- Dá-me os parabéns que lá me consegui livrar da chata
- Custou-me mas foi
- Amandei-lhe daquelas lérias do costume e a gaja engoliu
- Chora um dia ou dois e passa-lhe
e pergunto-me se os homens gostam verdadeiramente das mulheres. Em geral querem uma empregada que lhes resolva o quotidiano e com quem durmam, uma companhia porque têm pavor da solidão, alguém que os ampare nas diarreias, nos colarinhos das camisas e nas gripes, tome conta dos filhos e não os aborreça. Não se apaixonam: entusiasmam-se e nem chegam a conhecer com quem estão. Ignoram o que ela sonha, instalam-se no sofá do dia a dia, incapazes de introduzir o inesperado na rotina, só são ternos quando querem fazer amor e acabado o amor arranjam um pretexto para se levantar
(chichi, sede, fome, a janela de que se esqueceram de baixar o estore)
ou fingem que dormem porque não há paciência para abraços e festinhas,
pá, e a respiração dela faz-me comichão nas costas, a mania de ficarem agarradas à gente, no ronhónhó, a mania das ternuras, dos beijos, quem é que atura aquilo? Lembro-me de um sujeito que explicava
- O maior prazer que me dá ter relações com a minha mulher é saber que durante uma semana estou safo
e depois pegam-nos na mão no cinema, encostam-se, colam-se, contam histórias sem interesse nenhum que nunca mais terminam, querem variar de restaurante, querem namoro, diminutivos, palermices e nós ali a aturá-las. O Dinis Machado contava-me de um conhecedor que lhe aclarava as ideias
- As mulheres têm fios desligados
e um outro elucidou-me que eram como os telefones: avariam-se sem que se entenda a razão, emudecem, não funcionam e o remédio é bater com o aparelho na mesa para que comecem a trabalhar outra vez. Meu Deus, que pena me dão as mulheres. Se informam
- Já não gosto de ti
se informam
-Não quero mais
aí estão eles a alterarem a agressividade com a súplica, ora violentos ora infantis, a fazerem esperas, a chorarem nos SMS a levantarem a mãozinha e, no instante seguinte, a ameaçarem matar-se, a perseguirem, a insistirem, a fazerem figuras tristes, a escreverem cartas lamentosas e ameaçadoras, a entrarem pelo emprego dentro, a pegarem no braço, a sacudirem, a mandarem flores eles que nunca mandavam flores, a colocarem-se de plantão à porta dado que aquela puta há-de ter outro e vai pagá-las, dispostos a partes-gagas, cenas ridículas, gritos. A miséria da maior parte dos casais, elas a sonharem com o Zorro, com o Che Guevara ou eles a sonharem com o decote da vizinha de baixo, de maneira que ao irem para a cama são quatro: os dois que lá se deitam e os outros dois com quem sonham. Sinceramente as minhas filhas preocupam-me: receio que lhe caia na sorte um caramelo que passe à frente delas nas portas, não lhes abra o carro, desapareça logo a seguir por chichi-sede-fome-persiana-mal-descida-e-os-ladrões-percebes, não se levante quando entram, comece a comer primeiro e um belo dia
(para citar noventa por cento dos escritores portugueses)
- O problema não está em ti, está em mim
a mexerem na faca à mesa ou a atormentarem a argola do guardanapo, cobardes como sempre. Não tenho nada contra os homens: até gosto de alguns. Dos meus amigos. De Shubert. De Ovídio. De Horácio, de Virgílio. De Velásquez. De Rui Costa. De Einzenberger. Razoável, a minha colecção. Não tenho nada contra os homens a não ser no que se refere às mulheres. E não me excluo: fui cobarde, idiota, desonesto.
Fui
(espero que não muitas vezes)
rasca.
Volta e meia surge-me na cabeça uma frase de Conrad em que ele comenta que tudo o que a vida nos pode dar é um certo conhecimento dela que chega tarde demais. Resta-me esperar que ainda não seja tarde para mim. A partir de certa altura deixa-se de se jogar às cartas connosco mesmos e de fazer batota com os outros. O problema não está em ti, está em mim, que extraordinária treta. Como os elogios que vêm logo depois: és inteligente, és sensível, és boa, és generosa, oxalá encontres etc., que mulher não ouviu bugigangas destas? Uma amiga contou-me que o marido iniciou o discurso habitual
- Mereces melhor que eu
levou como resposta
- Pois mereço. Rua.
Enfim, mais ou menos isto, e estou a ver a cara dele à banda. Nem uma lágrima para amostra. Rua. A mesma lágrima para amostra. Rua. A mesma amiga para uma amiga sua
- O que faço às cartas de amor que me escreveu?
e a amiga sua
- Manda-lhas. Pode ser que lhe façam falta.
Fazem de certeza: é so copiar mudando o nome. Perguntei à minha amiga
- E depois de ele se ir embora?
- Depois chorei um bocado e passou-me.
Ontém jantámos juntos. Fumámos um cigarro no automóvel dela, fui para casa e comecei a escrever isto. Palavra de honra que na janela uma árvore a sorrir-me. Podem não acreditar mas uma árvore a sorrir-me.

António Lobo Antunes


(In)confidência: Nada podia fazer mais sentido neste preciso momento.

domingo, setembro 09, 2012

Republicar "O diário de Domingos Amaral"


Os homens "amorosos"

A pior coisa que as mulheres podem dizer de um homem não é que ele é um cabrão, um egoísta, um mulherengo, nem sequer um paneleiro. A pior coisa que as mulheres podem dizer de um homem é que ele é "amoroso". Se algum dia uma mulher disser isso de um homem, tal significa que ele não tem qualquer hipótese com ela, que não sente um pingo de desejo por ele e já o colocou na gaveta VSSA (Vamos Ser Só Amigos). Se uma mulher disser que um homem é um egoísta ou um cabrão, isso significa que ele já a comeu, uma ou mais vezes, mas não está a fim de a comer só a ela e quer andar na boa a comer outras. Se uma mulher disser que um homem é um mulherengo, isso quer dizer que tem vontade de o comer, mas também receio. Até se decidir, ela vai andar sempre com um pé atrás e outro à frente, em luta entre a força carnal e a força mental, e por isso vai dizer que ele é um mulherengo, como quem diz "estou doida por te saltar para a espinha mas tenho um terror de morte pois acho que me vais deixar logo depois de me foderes". Quando uma mulher diz que um homem é paneleiro, ela diz isso com alguma pena mas sem qualquer raiva, pois para ela já não conta como hipótese de cama. Agora, mau mesmo é ser "amoroso". Ser "amoroso" é pior do que ser paneleiro, porque o paneleiro não é sequer considerado, e o "amoroso" é considerado por uns minutos e depois é desconsiderado, pois não tem qualquer ponta por onde se lhe pegue, a não ser a amizade, que neste caso se limita a uma espécie de prémio de consolação. Um gajo "amoroso" é um gajo que não dá tesão às mulheres, não lhes causa fraquezas nos joelhos, não provoca nós nas gargantas nem dores de estômago. É uma simpatia doce, um urso de peluche com pilhas permanentes, mas que para mais não serve. Ser "amoroso" é o fim da linha, é o desastre maior que pode acontecer a um pobre homem que goste de mulheres. Eu não sei com quem os amorosos acabam por namorar (provavelmente com a raríssima espécie, quase em vias de extinção, das "mulheres amorosas"), mas sei que raramente seduzem mulheres interessantes, giras e vivaças. E sabem porquê? Porque os amorosos anulam o seu instinto sexual! Na ânsia de serem gostados esquecem-se de ser homens, assexuam-se socialmente na presença das mulheres, e o resultado é um desastre: as mulheres gostam deles mas só para companhia, o que significa que se calhar mais valia serem gays. Pelo menos assim comiam alguém.

sexta-feira, maio 25, 2012

So fucking true!!!

 
Sim, nem eu consigo imaginar que fosse de outra forma!! =P