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domingo, maio 20, 2018

O casamento do Prince Harry & Meghan Markle em gifs (",)

Royal Wedding Harry And Meghan GIF by BBC

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E, depois disto, tenho a dizer que fiquei fã do Prince Harry!! Bem, já era... depois de ele ter mandado "pastar" quaisquer convenções antiquadas de que um membro da familia real não pode casar com uma mulher divorciada ou até mesmo biracial, mas... a forma como ele olha para a Megan é só das coisas mais bonitas e meigas que já vi... Simplesmente delicioso de se ver!! E, como romântica que sou, só posso dizer que isto é tudo aquilo que uma mulher deseja: ser olhada assim, com o amor e deleite que ele olha para ela. De derreter o coração...

quinta-feira, setembro 22, 2016

Sonhos de quem tem saudades.


Hoje sonhei com a minha avó. Não estou triste ao contrário do que seria esperado. Soube-me bem poder ter abraçado a minha avó uma vez mais, ainda que em sonhos, e a ter ouvido chamar-me uma vez mais de "minha menina". Talvez tenha sido ela a tentar comunicar comigo onde está, seja ele qual for o sitio, ou talvez, mais provavelmente, tenha sido o meu subconsciente cheio de saudades a alimentar-me a alma. Tenha sido o que for, hoje apesar de mais saudosista tenho o coração maior.

quarta-feira, agosto 10, 2016

Acabadinha de sair da AE de "Viver depois de ti" xD


Cartaz do FilmeSinopse:
Lou é uma rapariga alegre e inocente que nunca saiu da pequena cidade onde nasceu. Um dia, de modo a ajudar nas contas familiares, aceita emprego como assistente domiciliária de Will Traynor, filho único de uma família abastada que, devido a um grave acidente de mota alguns anos antes, ficou tetraplégico. Confinado a uma cadeira de rodas, Will, que até aí tinha sido um amante de aventura, foi perdendo o gosto pela vida, tornando-se deprimido, fechado em si mesmo e cínico na forma como vê tudo em seu redor. Porém, apesar de inicialmente difícil, a relação entre ambos vai-se tornando cada vez mais estreita e a alegria contagiante dela vai revelar-se um antídoto contra a depressão de Will, dando-lhe uma nova motivação para acordar a cada dia…
Uma história dramática que marca a estreia em longa-metragem de Thea Sharrock e que adapta a obra homónima do inglês Jojo Moyes, também responsável pelo argumento. Para além de Emilia Clarke (mundialmente conhecida pelo seu papel de Daenerys Targaryen na série “Guerra dos Tronos) no papel de Lou, o elenco conta ainda com Sam Claflin, Jenna Coleman, Brendan Coyle, Charles Dance, Matthew Lewis, Ben Lloyd-Hughes e Janet McTeer.

(In)confidência:
Momento Já Fostes: Quando vais a uma antestreia e ao levantares o convite te dão juntamente com ele lenços de papel... Opah chorei baba e ranho!!! O filme é tão lindo!!! E a personagem da Emilia Clarke é simplesmente deliciosa!!! :) "Viver depois de ti", vão ver. A sério. 

‪#‎mebeforeyou‬ ‪#‎dosmelhoresfilmesquejávi‬ ‪#‎viverdepoisdeti‬ ‪#‎choreibabaeranho‬ ‪#‎aiqueomeicoraçãonãoaguenta‬ ‪#‎aromanticaqueháemmimnãopodianãoverestefilme‬ ‪#‎renovaapatrocinarmiudaschoronas‬

sexta-feira, julho 29, 2016

sexta-feira, janeiro 29, 2016

Republicar "Sinto-te a falta"

Amor

sexta-feira, janeiro 08, 2016

Saudade.

Quem diz que o tempo cura 
é porque nunca sentiu o tamanho de uma saudade.

Às vezes, 8 meses são uma eternidade...
Acho até que 8 dias já o eram.
O meu mundo é muito mais triste sem ti.

terça-feira, dezembro 08, 2015

Sinto tanto a tua falta, avozinha!!!

Espero que um dia, quando me acabar a bateria do coração, tu estejas lá à minha espera. Até lá vou desejando que se possa apagar os dias 8 do calendário. Agora vou só ali deitar-me um pouco a chorar e a sentir a tua falta.

sábado, novembro 14, 2015

Paris - A #‎prayforhumanity‬


Infelizmente o medo é o melhor veículo para perpetuar a (des)cultura do ódio, da xenofobia e da ignorância. Destila-se agora por ai comentários bárbaros e repugnantes contra aqueles que culpa nenhuma do que aconteceu tem. Condenam-se pessoas, credos e religiões, como se tivessemos voltado atrás no tempo e a caça às bruxas fosse novamente legal. Assusta-me toda esta nossa fragilidade e a banalidade do mal. Que a propagação do mal não supere a humanidade de que somos feitos. 

O meu coração está com aqueles que partiram e com aqueles que choram quem perderam. Liberté! Egalité! Fraternité! 

"Este não é apenas um ataque a Paris. É um ataque a toda a humanidade e aos valores que partilhamos." ‪

#‎stopterrorism‬ ‪#‎prayforparis‬ ‪#‎prayforhumanity‬

sexta-feira, outubro 02, 2015

De partir o coração

Das coisas mais bonitas e mais tristes ao mesmo tempo que eu já vi na minha vida. Sinto o meu coração tão pequenino neste momento...

sexta-feira, maio 22, 2015

E se te pudesses ver daqui a 30, 50 ou 70 anos com a tua cara metade?


Kristie e Tavis são um casal que, a um mês de casar, teve a oportunidade de se ver a "envelhecer" um ao lado do outro. E viram-se com 50, 70 e 90 anos. Uma experiência deliciosa que me comoveu especialmente pelas palavras tão doces dele para com ela. Adorava um dia poder ter também uma experiência destas!

domingo, março 09, 2014

Why trust is worth it?


“I ask for trust. It is a lot, I know; it isn't easy to give. But it is all I ask.” 
Amelia Atwater-Rhodes, Hawksong


quarta-feira, março 05, 2014

If you are in a shell

Break free. Dare to be yourself. Have the guts. Speak your voice. Don't be afraid. Don't let others say who you are or what you have to do or even say. Don't let anyone pull you down. You are who you need to be and you are perfect just the way you are. Learn to love you. People only have the power to hurt us if we give it to them. And if you are to busy being someone else, you will never know who loves you for what you really are. 

sábado, fevereiro 22, 2014

Ó mulher que vou amar, anda cá e lê isto

Sou viciado em amor. Sou dependente de amor. Sou o maior dos junkies de beijos, abraços, suores, salivas, gemidos, sussurros e tudo o mais que te passe pela cabeça. Sou um desgraçado de um carinhodependente, um miserável de um cumplicidadenómano. Preciso de quem amo como quem precisa de ar para respirar, preciso de amar como quem precisa de água para beber. Preciso de comer (n)a vida dos outros para que a minha vida não me coma de cebolada. Preciso da vida dos outros, da presença dos outros: da existência, real, dos outros por dentro da minha existência. Só nela, com ela, por ela, em ela, existo. E sem ela desisto. Sou um fraco, sim. E é de lá – do mais fundo de lá - que vem a minha força. 

Não acredito nas tretas que agora se vendem ao quilo em hipermercados de almas. Não acredito na tanga de que o amor não deve ser asfixiante. Não acredito na bullshit de que o amor deve ser a soma, perfeita, de dois inteiros – e não a soma, essa sim perfeita, de duas metades. Não acredito na pessegada da não-dependência de quem ama, do não precisar de quem ama. Não acredito. O amor, se não for precisar do outro como de pão para a boca, não é amor – é uma gosma qualquer, uma mistela qualquer. O amor, se não for dependência absoluta, se não for vício sem retorno, não é amor – é uma espécie de marca branca do gostar, uma espécie de contrafacção do amar. Eu sou pelas marcas de verdade. Eu sou pelo amor de verdade. Por mais que por vezes doa, por mais que por vezes custe. Mas a verdade, já se sabe, custa. 

Hoje decidi escrever à mulher que amo. À mulher que ainda não sei que amo – mas que um dia vou amar. Decidi escrever-lhe para lhe dizer, antes de que ela me encontre e de que eu a encontre, aquilo que quero que ela seja – aquilo que quero que ela me seja: aquilo que exijo que ela me seja. Hoje decidi escrever à mulher que amo e dizer-lhe que, se quer ser a mulher que eu amo, tem de me amar como eu a amarei. E será assim que eu amarei: sem freio, sem parar um segundo que seja de pensar nela, sem parar um segundo que seja de a querer aqui, ao meu lado, em carne, em osso, em pele - ou então simplesmente numa chamada telefónica, numa mensagem de telemóvel, num e-mail que seja. Ouve, mulher que vou amar: se queres amar-me e fazer-me amado nesse amor de nós, ama como amar tem de ser, como amar só pode ser. E amar só pode ser sem parar, sem descanso, sem um segundo que seja de abstracção. Amar é com urgência, amar é com pressa, com pulsão. Amar com tranquilidade é gostar muito. Amar com tranquilidade é, no máximo, adorar bastante. E gostar muito e adorar bastante não chega. E gostar muito e adorar bastante não me chega. Eu sou por amar. Sem condições, sem tempo, sem escalonanento de prioridades. O amor não está sujeito a prioridades. O amor é um sujeito chamado prioridade. O amor, quando se ama, não ocupa tempo – é o tempo. Porque só assim é que chega a tempo. O amor, quando se ama, não se compadece com “tenho de fazer isto e depois venho amar-te” ou com “amanhã à noite amamo-nos”. O amor não se compadece – o amor, quando se compadece, adoece. Mirra, fica pequenino, murcha. E cai. E morre. O amor morre por falta de amor real. Essa é que é a realidade. 

Não me venham com merdices. Com merdices de que a presença do amor vai para além do corpo, que é possível amar e sentir à distância como se fosse aqui, pele na pele, olho no olho. Não me venham, ainda, com a ideia de que o amor tem de ser saudável. Merda com isso. Merda para isso tudo. O amor não é saudável – é louvável. O amor é um milagre. E um milagre tem de ser, todos os dias, demencialmente, apreciado. O amor é um milagre diário – e que, para todos os dias poder ser o milagre que é, tem de receber loas e vénias e ser acarinhado e apreciado como se fosse o primeiro dos milagres. E é: o amor é sempre o primeiro dos milagres. Todos os dias, quando o amor continua a ser todos os dias, o amor é um milagre. O amor tem de ser amado. O amor não é uma empresa, não é uma reunião, não é uma associação de duas personalidades. O amor é tudo. É saber que se é aquilo, que se vive aquilo, que se sonha e acorda aquilo. O amor é saber que só se é aquilo. É claro que há os empregos e as carreiras e as obrigações e essas porcarias todas. Mas tudo isso, quando se ama, são meros espaços de passagens, irrelevantes espaços vazios: oco entretenimento para o que realmente interessa. E tu, minha mulher que amarei, tens de entender isso de uma vez por todas. Se queres ser a mulher que eu amo, tens de precisar de mim, tens de me asfixiar de ti, tens de estar, como as minhas pernas e os meus braços, em mim: sempre em mim. É claro que não é saudável, é claro que não é razoável, é claro que é insensato. Mas o amor não é saudável, o amor não é razoável, o amor não é sensato. O amor é para ser aquilo que não tem razão, aquilo que não explicação, aquilo que te tira da tua mão. O amor é para ser aquilo que te renova de ti, de um Eu que sempre foste, e que atira para um nós que nunca deixaste de ser. Depois, com o passar dos dias, se verá se ele resiste. Depois, com o passar dos dias, se verá se ele continua a ser, todos os dias, o milagre que hoje é. Depois pode até matar-te por afogo, enforcar-te por ansiedade. Mas que se dane: se isso acontecer já viveste, abençoado felizardo, o milagre de seres amor: de seres o que é, verdadeiramente, o amor. Se isso acontecer já sentiste a felicidade vezes sem conta, aquela sensação de que se a vida acabasse logo ali já teria valido a pena. Se isso acontecer já foste o deslumbramento de seres amor, a realização de seres amar. Se isso acontecer, já perdeste o ar tantas vezes, já ficaste sem respiração ainda mais tantas vezes. Ama, perde-te em amar, vive amar: sê amar. Deixa que amar te ocupe, deixa que amar te conquiste. Ama o abraço até à exaustão, ama o beijo até à devoção, ama o orgasmo até à comoção. Ama. Ama como se fosse para sempre. E quando se ama, naquele exacto segundo em que se ama, tem de se acreditar que é para sempre. Mais: tem de se ter a certeza de que é para sempre. Amar, mesmo que por segundos, mesmo que por instantes, é para sempre. E é isso, essa sensação de segundos ou de minutos ou de dias ou de horas ou de anos ou meses, que é para sempre. Ama. Ama por inteiro. Ama sem nada pelo meio. Ama, ama, ama, ama. Ama. Porque é só por aquilo que te faz perder a respiração que vale a pena respirar.

in "Eu Sou Deus"
Pedro Chagas Freitas

terça-feira, fevereiro 11, 2014

Factor X: D8 - Feliz Dia do Pai

Diogo Valente (D8), finalista do programa Factor X da Sic, escreveu uma música dedicada ao pai que abandonou a família. A música intitulada "Feliz dia do Pai", tocou o coração de toda a gente presente na 10ª Gala do programa, especialmente o de Paulo Junqueiro, membro do júri, que não conteve as lágrimas.
Quanto a mim, só tenho a dizer "Foda-se...".

"Se numa frase eu resumir esta música: "Pai, mas porquê?"

segunda-feira, fevereiro 10, 2014