segunda-feira, novembro 30, 2009

Postsecret da semana



Acabei de ler


“(...) Nessa noite, ele dormiu em minha casa. De manhã muito cedo, acordei com o som dele a chorar. Virei-o e limpei-lhe as lágrimas. Nesse instante, amei-o. Ter coragem de fazer uma coisa que nos magoa tanto... Um estranho gesto de bondade. Foi nesse momento que soube, com toda a certeza.

- Eu caso-me contigo – disse eu.
- Casas? - Ele parecia desconcertado.
- Como é que podia não o fazer?”

Planeta 51


Planeta 51 é uma divertida aventura intergaláctica repleta de criaturas estranhas e alienígenas! O grande herói americano, o incrível astronauta Capitão Chuck, acredita ser o primeiro homem a descobrir o distante Planeta 51. Mas ao explorar o local ele faz uma descoberta chocante, o planeta já é habitado... e por pequenos seres verdes! Esses seres são muito parecidos com os humanos... eles convivem um com os outros em paz e harmonia em uma comunidade pra lá de estranha.

Mal sabe Chuck que o maior medo desses seres verdinhos é, justamente, ele - um HUMANO!!! Agora Chuck conta apenas com a ajuda de seu robô "Rover" e o seu novo amigo Lem, para escapar do terrível destino de se tornar uma peça de exposição do Museu de Alienígenas Invasores do Planeta 51.


(In)confidência: Um filme engraçadinho em que podemos encontrar várias referências a outros filmes com extra-terrestres, como o E.T. e os Aliens.


Capitalismo: Uma história de amor

Michael Moore regressa ao tema que tem vindo a examinar ao longo da sua carreira: o desastroso impacto do domínio das grandes corporações no dia-a-dia dos americanos – e, por defeito, das pessoas de todo o mundo.

Da América interior ao centro do poder de Washington, passando pelo epicentro financeiro de Manhattan, Michael Moore transporta de novo o espectador para territórios nunca percorridos.

Ao mesmo tempo com humor e coragem, Capitalism: A Love Story explora uma pergunta: "Qual o preço que a América tem de pagar pelo seu amor pelo capitalismo?" Há alguns anos esse amor parecia inocente. Hoje, no entanto, o Sonho Americano parece mais um pesadelo, quando as pessoas têm de pagar com os seus empregos, as suas casas e as suas poupanças.

Moore leva-nos até às casas de gente normal, cujas vidas ficaram viradas do avesso, e vai à procura de explicações em Washington e outros locais. O que descobrimos tem os sintomas tão familiares de uma história de amor que deu para o torto: mentiras, abuso, traição… e 14,000 empregos perdidos todos os dias.

Capitalism: A Love Story é não a derradeira tentativa de Michael Moore para responder à pergunta que tem andado a fazer ao longo da sua tão ilustre como controversa carreira: Quem somos nós e porque razão nos comportamos assim?

Pérola da Semana By Elsa Rodrigues

"O amor da minha vida não respira"

Se calhar, podias experimentar fazer-lhe respiração boca a boca... É que já ouvi piores desculpas para coisas mais insignificantes =P

Republicar "Ouvi dizer..."

Depois de ter ficado em aguas de bacalhau com o visionamento do primeiro filme desta saga, estava com sérias dúvidas sobre se iria ter uma boa opinião sobre o segundo filme, que estreia hoje nas salas de cinema.

Tenho de confessar......
....
..........
GOSTEI! :)



Estava a tentar recordar a última AE que fui em que havia gente na 1ª fila mas creio que isso nunca aconteceu.
Tivemos a pontaria de encontrar dois lugares extremamente bem posicionados no meio da sala, quando esta já se encontrava a "abarrotar" de gente. Quando falo gente, temos os crentes e não crentes nesta saga.

Na nossa fila, tinhamos um misto das duas coisas. Do lado direito um casal dos seus 20 e muitos que estavam na mesma onda que nós e mesmo ao lado deles, três miúdas que guincharam de excitação ao ver de relance uma imagem do miúdo do filme. (miúdo que vim a saber ter a mesma idade que eu!...xiu!)


É óbvio, que ali num momento de cumplicidade e gozo para com o histerismo proveniente da camada mais jovem, establecemos uma mini conversa com o casal ao nosso lado.
"Bem, já guincham e o filme ainda não começou"
"Ui vai ser só suspiros"
"Mas o gajo nem é giro"
"Mas o outro tem um grande corpo"
"Mas tem só 17 anos"
"Eu não disse que o queria para mim"

(sim,.....a secção masculina do casal esteve um pouco de parte nesta troca de galhardetes)

E assim foi, numa audiência em que se suspirou, chorou e se riu de umas piadas, posso dizer que eu....eu mesma, que disse que provavelmente não ia gostar do filme, tenho de admitir....gostei!
E sim....também exprimi a minha admiração pelo físico daquela criança de 17anos no momento em que ele tira a camisola e se ouve um som "ahhhh" num tom muito feminino, seguido de uma risada masculina.
Mulheres são mulheres, não dá para evitar.

Se o filme é de qualidade invejável....amigos...sabemos do que falamos. É um filme para adolescentes, em que se vive uma história de amor perigosa e arrebatadora como todos (ou quase todos) sonham viver.
Se honra ou não a grande linhagem de histórias de vampiros, secalhar não, até porque foi criado para satisfazer um público muito especifico, raparigas adolescentes.
Alguém que aprecie o género na sua mais pura forma irá detestar, este ou qualquer outro filme desta saga.
Mas como se costuma dizer....quem não gosta não come.
(enquanto escrevia este post li isto no Ipsilon....mas longe virá o dia em que a opinião de um critico condiciona a minha opinião ou escolha sobre um filme!)

Porque há uma parte de miúda que nunca morre em mim, eu vou esperar para ver o próximo mas não sem antes comprar e ler os livros.

Se vale a pena ir ver....
Gostaram do primeiro? Eu considero que este está melhor...mas podia estar bem melhor, embora eu não conheça a história.

AH...
No fim ainda me deram um poster do filme! :)

segunda-feira, novembro 23, 2009

Postsecret da semana

Porque há pessoas que realmente não têm a noção do quanto modificaram a nossa vida, o quanto nos salvaram de nós mesmos, e o quanto fizeram de nós pessoas melhores.

Quantas vezes já não nos passou pela cabeça dizer olá a um desconhecido?! Não que eu acredite em amor à primeira vista porque não acredito, mas acredito na atracção, no clique, em qualquer coisa que mexe connosco... Se calhar, às vezes, devíamos nos deixar levar e agarrar aquele momento. O não está sempre garantido, o que vier a mais só pode ser bom!!!

Há pouco tempo li algo sobre o assédio que existe nos transportes públicos. Parece que é um "negócio" em crescimento!! E sobre isso só há uma coisa que tenho a dizer: ou isto muda e eu começo a ser assediada ou deixo de andar de transposrtes públicos!!! =P

Afinal já sei porque é que é que há muita gente que não faz exercicio!!!! =P

Pensamento do dia

Trabalha como se não precisasses do dinheiro, ama como se nunca tivesses sido magoado, e dança como danças quando não há ninguém a ver-te!!

sexta-feira, novembro 20, 2009

Há dois dias atrás ainda não tinha eu chegado ao trabalho e já me estavam a ligar para saber se eu demorava muito...
(Esta gente ama-me =P )

Tudo porque se lembraram de me mandar em serviço assim numa missão ultra mega secreta!!
(Ok. Estou a exagerar um bocadinho. Pronto, muito...)

Basicamente mandaram-me fazer parte da Pide, que ia fazer a inquirição de umas quantas pessoas.

E eu? Adorei, óbvio!!! Prefiro mil vezes este tipo de trabalho a trabalho de secretária!! Senti-me assim num misto de Sherlock Holmes com Mentes Criminosas. O que, sinceramente, me levou a pensar em concorrer para inspectora da PJ.

Se calhar, se calhar...

quinta-feira, novembro 19, 2009

Serei eu agora um pouco mais selvagem?!

Posso sempre culpar a tatuagem!!


Borboletas

A Borboleta é o símbolo da alma, pois da mesma forma que esta abandona a crisálida para voar, o espírito também se liberta do corpo físico para ganhar espaço infinito. Representa ainda o renascimento e a imortalidade. No Japão, surge associada à Mulher, visto que, a metamorfose do seu ovo para lagarta, desta para crisálida e, seguidamente para borboleta, indica as etapas da nossa alma para atingirmos a iluminação.


A Borboleta simboliza a mudança... “O poder da borboleta é como o ar, é a habilidade de conhecer a mente e de mudá-la, é a arte da transformação”. As pessoas deveriam observá-las atentamente e, assim como elas, estar em algum dos seguintes estágios de actividade:


1. Estamos no primeiro estágio - quando a ideia nasce, mas ainda não é uma realidade, é o estágio do ovo, o ponto de criação de uma ideia;

2. O segundo estágio - da larva, surge quando temos que tomar uma decisão;

3. O terceiro estágio - do casulo, é o desenvolvimento do projecto, é fazer para realizar;

4. E o estágio final - a transformação, é deixar o casulo e voar, é a realização!


A principal mensagem simbólica da Borboleta é: Criar, transformar, mudar e ter coragem de aceitar!


Um Conto de Natal


'Um Conto de Natal' (A Christmas Carol), do britânico Charles Dickens (1812-1870), está, certamente, entre as histórias mais difundidas da literatura ocidental. O enredo traz a figura de Scrooge, um rabugento homem de negócios de Londres, sovina e solitário, que não demonstra um pingo de bons sentimentos e compaixão para com os outros. Não deixa que ninguém rompa sua carapaça e preocupa-se apenas com seus lucros.
Assim, esta história começa com avarento Ebenezer Scrooge (Jim Carrey) que começa a época de Natal com o seu habitual mau humor, gritando com maus modos ao seu fiel empregado (Gary Oldman) e ao seu alegre e carinhoso sobrinho (Colin Firth).
No frio natalicio, ele é visitado pelo fantasma de Marley, o seu sócio, morto há algum tempo. Seguidamente é visitado pelos fantasmas do Natal Passado, do Natal Presente e do Natal Futuro que o levam numa viagem, reveladora de muitas verdades e que o Velho Scrooge não quer enfrentar... Ele vai ter de abrir o coração para apagar anos de ruindade antes que seja tarde demais…

A história foi escrita entre outubro e novembro de 1843, para ser publicada em capítulos de jornal, com ilustrações de John Leech, em dezembro do mesmo ano. O enredo é familiar a todos - foi filmado várias vezes, televisionado, adaptado para o teatro, para crianças, transformado em desenho animado e até em histórias em quadrinhos. Até mesmo a figura de Scrooge teve descendentes, já que o nome original do Tio Patinhas, personagem de Walt Disney, é Uncle Scrooge.

Julie e Julia

Antes de Ina, antes de Rachael, antes de Emeril, existia Julia, a mulher que mudou para sempre a maneira de cozinhar da América. Mas, em 1948, Julia Child (Meryl Streep) era somente uma mulher americana que vivia em França. O trabalho do seu marido levou-a a Paris, e com o seu espírito incansável, Julia tinha um enorme desejo de fazer algo. Quinze anos depois, Julie Powell (Amy Adams) está estagnada. Perto dos 30, a viver em Queens e a trabalhar num cubículo, enquanto as suas amigas alcançam carreiras de sucesso, Julie procura um projecto para focalizar as suas energias. Decide assim passar exactamente um ano a cozinhar as 524 receitas do livro de Julia Child's: Mastering the Art of French Cooking - e cria uma blog onde relata as suas experiências.

Meryl Streep é Julia Child e Amy Adams é Julie Powell na adaptação da escritora e directora Nora Ephron de duas autobiografias de sucesso: Julie & Julia de Powell e My Life in France, de Julia Child com Alex Prud'homme. Baseado em duas histórias reais, Julie & Julia intercala a vida de duas mulheres que, apesar de separadas pelo tempo e pelo espaço estão ambas perdidas... até descobrirem que com a combinação certa de paixão, coragem e manteiga, tudo é possível.

segunda-feira, novembro 16, 2009

Desisti de ler:

Depois de 200 páginas de esquizofrenia e a cerca de 80 páginas de acabar de ler este livro, desisti de o ler. Desisti de o ler porque o livro é simplesmente esquizofrénico... histórias que começam e acabam a meio, recomeçando mais tarde a meio de outras, ficando essas a meio também, dois narradores diferentes que se misturam... epah não dá.

domingo, novembro 15, 2009

Postsecret da semana


Porque todos lá no fundo queremos uma coisa diferente do que somos e porque a vida nos supreende nos entretantos.
Há dias como o de ontem que me fazem acreditar que eu sou capaz de tudo, até mesmo do impossível!!
E nem foi preciso usar o meu "sorriso 33"!!


Quem diria que no próprio dia do Concerto de Depeche Mode, já com bilhetes esgotados, eu conseguiria um bilhetinho?!


Parece que quando queremos mesmo uma coisa elas acabam por acontecer =)

Acabei de ler


"Quando Gregor Samsa despertou uma manhã na sua cama de sonhos inquietos, viu-se metamorfoseado num monstruoso insecto ".

É deste modo que Kafka inicia a história de Gregor Samsa, um caixeiro-viajante "obrigado" que deixou de ter vida própria para suportar financeiramente todas as despesas de casa.

Numa manhã, ao acordar para o trabalho, Gregor vê que se transformou num inseto horrível com um "dorso duro e inúmeras patas". A princípio, as suas preocupações passam por pensamentos práticos relacionados com a sua metamorfose.

Depois, as preocupações passam para um estado mais psicológico e até mesmo sentimental. Gregor sente-se magoado pela repulsa dos pais perante a sua metamorfose. Apenas a irmã se digna a levar-lhe a alimentação, mas mesmo assim a repulsa e o medo também começam a se manifestar. A metamorfose de Gregor vai além da modificação física. É sobretudo uma alteração de comportamentos, atitudes, sentimentos e opiniões.

Gregor passa a analisar as coisas que o rodeiam com muito mais atenção. Outra metamorfose ocorre no seio familiar: o pai volta a trabalhar, a irmã (Grete) também arranja um emprego e passam a alugar quartos na própria casa onde habitam. As atitudes dos pais perante o filho retratam ao leitor a idéia que este era apenas o "sustento" da casa. A metamorfose de Kafka não conta apenas a história de um homem que se transformou num inseto. É sobretudo uma história de alerta à sociedade e aos comportamentos humanos. Nesta história, Kafka presenteia-nos com a sua escrita sui generis, retratando o desespero do homem perante o absurdo do mundo.

Interessante perceber que em nenhum momento da obra Gregor se dá conta realmente que se transformou num inseto. Apenas observa seus novos membros, órgãos e hábitos, mas com o tempo se acomoda na nova condição sem realmente entender no que se tornara.


(In)confidência: O livro em si não me convenceu... mas talvez a culpa seja minha por levar expectativas... Estava à espera de melhor. Estava à espera que o livro tivesse algum tipo de mensagem no final, um moralismo, visto que a história era apropriada para isso mesmo, mas não. Apesar de toda a história não senti que, no final, as personagens tivesse evoluído com aquela experiência. Para mim, continuaram a ser personagens frias e sem coração.

Doodle do dia

sexta-feira, novembro 13, 2009


Há dias em que os sonhos morrem...


quinta-feira, novembro 12, 2009

O chocolate faz-me alergia...


Uhm, deixa-me cá comer mais um bocadinho!!!

Circo de Horrores: Assistente de Vampiro


Baseado na popular série de livros de Darren Shan, Circo dos Horrores: O Assistente de Vampiro é uma aventura de fantasia sobre um adolescente que, inadvertidamente, quebra uma trégua bicentenária entre duas facções de vampiros. Transportado para a vida fantástica de freaks e grotescas criaturas da noite, ele vai deixar a sua desinteressante existência e cumprir o seu destino num lugar recheado de pesadelos.
Darren, de 16 anos, era igual aos outros miúdos do seu bairro suburbano. Saía com os amigos, tinha boas notas na escola e raramente arranjava problemas. Mas quando ele e o seu melhor amigo descobrem um Circo dos Horrores ambulante, as coisas começam a mudar para Darren. É nesse preciso momento que um vampiro chamado Larten Crepsley (John C. Reilly) o transforma em algo, bem… sedento de sangue.
O novo morto-vivo irá juntar-se ao Circo dos Horrores, um espectáculo ambulante cheio de criaturas monstruosas, desde um miúdo-cobra e um lobisomen, a uma mulher de barbas ou um apresentador gigante. Enquanto Darren vai descobrindo os seus poderes neste mundo sombrio, ele torna-se numa precioso peão entre vampiros e os seus mortíferos antagonistas. E na luta pela sobrevivência, tentará impedir que seja destruído aquilo que resta da sua humanidade.

quarta-feira, novembro 11, 2009

Precisa-se de matéria prima para construir um País Eduardo Prado Coelho - in Público


Eduardo Prado Coelho, antes de falecer (25/08/2007),
teve a lucidez de nos deixar esta reflexão, sobre nós todos,

por isso façam uma leitura atenta.




A crença geral anterior era de que Santana Lopes não servia,
bem como Cavaco, Durão e Guterres.

Agora dizemos que Sócrates não serve.

E o que vier depois de Sócrates também não servirá para nada.

Por isso começo a suspeitar que o problema não está no trapalhão
que foi Santana Lopes ou na farsa que é o Sócrates.

O problema está em nós. Nós como povo.

Nós como matéria prima de um país.

Porque pertenço a um país onde a ESPERTEZA é a moeda
sempre valorizada, tanto ou mais do que o euro.

Um país onde ficar rico da noite para o dia é uma virtude
mais apreciada do que formar uma família
baseada em valores e respeito aos demais.

Pertenço a um país onde, lamentavelmente, os jornais jamais poderão ser vendidos como em outros países, isto é,

pondo umas caixas nos passeios onde se paga por um só jornal
E SE TIRA UM SÓ JORNAL,
DEIXANDO-SE OS DEMAIS ONDE ESTÃO.


Pertenço ao país onde as EMPRESAS PRIVADAS são fornecedoras particulares
dos seus empregados pouco honestos, que levam para casa,
como se fosse correcto, folhas de papel, lápis, canetas, clips e tudo o que possa ser útil
para os trabalhos de escola dos filhos... e para eles mesmos.

Pertenço a um país onde as pessoas se sentem espertas porque
conseguiram comprar um descodificador falso da TV Cabo,
onde se frauda a declaração de IRS para não pagar ou pagar menos impostos.

Pertenço a um país:


-Onde a falta de pontualidade é um hábito;

-Onde os directores das empresas não valorizam o capital humano.

-Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as pessoas atiram lixo nas ruas e, depois,
reclamam do governo por não limpar os esgotos.

-Onde pessoas se queixam que a luz e a água são serviços caros.

-Onde não existe a cultura pela leitura (onde os nossos jovens dizem que
é 'muito chato ter que ler') e não há consciência nem memória
política, histórica nem económica.

-Onde os nossos políticos trabalham dois dias por semana para aprovar projectos e leis
que só servem para caçar os pobres, arreliar a classe média
e beneficiar alguns.

Pertenço a um país onde as cartas de condução e as declarações médicas
podem ser 'compradas', sem se fazer qualquer exame.

-Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança nos braços,
ou um inválido, fica em pé no autocarro, enquanto a pessoa que está sentada
finge que dorme para não lhe dar o lugar.

-Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro
e não para o peão.

-Um país onde fazemos muitas coisas erradas,
mas estamos sempre a criticar os nossos governantes.

Quanto mais analiso os defeitos de Santana Lopes e de Sócrates,
melhor me sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem
corrompi um guarda de trânsito para não ser multado.

Quanto mais digo o quanto o Cavaco é culpado, melhor sou eu como português,
apesar de que ainda hoje pela manhã explorei um cliente que confiava em mim,
o que me ajudou a pagar algumas dívidas.

Não. Não. Não. Já basta.

Como 'matéria prima' de um país, temos muitas coisas boas,
mas falta muito para sermos os homens e as mulheres que o nosso país precisa.

Esses defeitos, essa 'CHICO-ESPERTERTICE PORTUGUESA' congénita,
essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui
até se converter em casos escandalosos na política, essa falta de qualidade humana,
mais do que Santana, Guterres, Cavaco ou Sócrates,
é que é real e honestamente má, porque todos eles são portugueses como nós,
ELEITOS POR NÓS. Nascidos aqui, não noutra parte...

Fico triste.

Porque, ainda que Sócrates se fosse embora hoje,
o próximo que o suceder terá que continuar a trabalhar com a mesma matéria prima
defeituosa que, como povo, somos nós mesmos.

E não poderá fazer nada...

Não tenho nenhuma garantia de que alguém possa fazer melhor,
mas enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a
erradicar primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá.

Nem serviu Santana, nem serviu Guterres, não serviu Cavaco,
nem serve Sócrates e nem servirá o que vier.

Qual é a alternativa ?


Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei
com a força e por meio do terror ?

Aqui faz falta outra coisa. E enquanto essa 'outra coisa' não comece
a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os lados,
ou como queiram, seguiremos igualmente condenados,
igualmente estancados... igualmente abusados !

É muito bom ser português. Mas quando essa portugalidade autóctone começa
a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento
como Nação, então tudo muda...

Não esperemos acender uma vela a todos os santos,
a ver se nos mandam um messias.

Nós temos que mudar. Um novo governante com os mesmos portugueses
nada poderá fazer.

Está muito claro... Somos nós que temos que mudar.

Sim, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que anda a acontecer-nos:

Desculpamos a mediocridade de programas de televisão nefastos e,
francamente, somos tolerantes com o fracasso.

É a indústria da desculpa e da estupidez.

Agora, depois desta mensagem, francamente, decidi procurar o responsável,
não para o castigar, mas para lhe exigir (sim, exigir)
que melhore o seu comportamento e que não se faça de mouco,
de desentendido.

Sim, decidi procurar o responsável e ESTOU SEGURO DE QUE O ENCONTRAREI
QUANDO ME OLHAR NO ESPELHO.

AÍ ESTÁ. NÃO PRECISO PROCURÁ-LO NOUTRO LADO.


E você, o que pensa ?... MEDITE !

segunda-feira, novembro 09, 2009

Probabilidades

Eu até posso acreditar na história de que existe uma pessoa certa para cada um de nós mas...

Quantos habitantes é que tem o mundo?

Hum, deixa-me ver... 6,477 bilhões de habitantes!!

Sendo que em teoria existem em média 7 mulheres para cada homem . Sim, em teoria porque há sempre aqueles que decidem jogar no outro lado do campo!!


Mas mesmo sem entrar por ai, se existe uma pessoa certa para cada um de nós, qual é realmente a probabilidade de a encontrarmos?! Bem, não é preciso ser bom a matemática para nos darmos conta que é mais fácil ganhar o euromilhões do que encontrar a tal pessoa (ou em inglês, que fica tão bem: the one).

Parece que tenho de jogar mais!! Sim, porque também é de conhecimento comum que uma pessoa com dinheiro encontra sempre a sua alma gémea... Deve ser porque tem mais dinheiro para andar a viajar e a encontrar =P Ou talvez não!!!

domingo, novembro 08, 2009

Sair da caixa... Atrever-nos a ser o que não somos, permite-nos encontrar um mundo infinito de possibilidades. Temos de arriscar, “to take a chance”. Temos de ter coragem de sermos mais do que somos. Aquilo que pensamos que somos limita-nos e corta-nos as asas.
E é isto que tenho feito nos últimos tempos... tenho tentado abrir os meus horizontes, tenho ousado ser mais do que sou... e, a verdade, é que só me encontrei a mim própria, porque dentro de nós existem mil mundos.



I don't want to fall another moment into your gravity.

Levantamos os pés do chão para entrarmos na gravidade de outra pessoa, deixamos nos levar por ela e confiamos que ela não nos vai deixar cair... nada pode ser mais sincero que esta entrega.
Há muito tempo que não sei o que é ser amada...

Postsecret do dia

Piada do dia

Pergunta: Quantos advogados são precisos para mudar uma lâmpada?


Resposta1: Quantos é que podes pagar?


Resposta2: É apenas preciso 1 advogado para mudar uma lâmpada, a dele.


sábado, novembro 07, 2009

Já cheira a Natal!!


E quando dermos por nós ele já está ai!!!
E vai ser tão bom!!!

P.S. E tu já compraste a minha prendinha??

230º Postal

Claramente já fui muito feliz por estas calçadas abaixo (sim, porque subir custa!!).

O contra-ataque será para breve!!

229º Postal

Este postal foi "home made" pela Jean-Marie e mostra um castelo algures na Bélgica.

228º Postal

Este postal foi-me enviado pela Irina, que mora em Novosibirsk, e mostra a Catedral de Saint Alexander Nevsky.

227º Postal

Mais um postal da minha amiga Seija.

226º Postal

225º Postal

224º Postal

Este postal foi-me enviado em gesto de agradecimento a um meu. A senhora que aparece na imagem é a presidente Tarja Hallonen. Definitivamente, eu prefiro postais com paisagens...

223º Postal

222º Postal

Este postal tem um pormenor especial... já repararam que o selo é igual à imagem?! Adorei!!

221º Postal

Another one from Finland!!

Lisboa no seu melhor

Republicar "Ouvi dizer..."

Decidi republicar este post porque eu própria não teria escrito melhor e a autora dele leu-me os pensamentos (não fosse ela a minha melhor amiga!!).



Assim diz o METRO

Eu vejo as minhas noticias online, há muito tempo que não me dou ao trabalho de comprar jornais ou até de recolher os gratuitos que encontro no caminho casa - trabalho.
Hoje, à entrada do prédio, calhei a olhar para o expositor do Jornal Metro e recolhi um para ler a critica ao filme "Irmões Bloom" que era destaque de capa.

Nem dois segundos depois de ter o jornal em minha posse, os meus olhos batem no título "Sexo casual entre amigos: um prazer que veio para ficar" e dei por mim a rir-me no elevador (e os meus vizinhos do 5º andar a olhar incrédulos para a minha pessoa).

O tal dito artigo é o primeiro que vemos, assim que abrimos o jornal. Graficamente bem acompanhado, refere que cada vez mais os jovens preferem sexo sem compromisso e que "a amizade já não constitui um tabu que impeça a atracção sexual".
Claro que todo este artigo é fundamentado num estudo feito por uma Universidade Americana (JURA!!!) onde se constatou que 60% dos alunos tiveram um amigo colorido :)

Claro que de todo o artigo, tenho a salientar que adoro a caixa com a explicação do "Amigo Colorido", "Friends with Benefits" e "Fuck Buddy".

Num breve comentário ao tema ficam as perguntas pertinentes que surgem sempre quando se fala da existência de mais intimidade entre amigos.
Onde é que fica a amizade nisto tudo?
Será que a amizade não evolui para algo mais após um contacto mais intimo?
Será o sexo a última barreira numa amizade?

Se as partes envolvidas tiverem consciência do que estão a fazer e souberem separar os sentimentos (a amizade de algo mais) secalhar estamos no caminho para uns momentos bem passados.

A questão é saber....então e tomates para isso, tens?!

Eu cá costumo dizer que tenho muito amor para dar :) será que tenho alguém para o receber...eu creio que sim! :P

por falar em muito amor para dar.... o artigo fazia referência ao Poliamor (sim fui googlar embora saiba o que é) e dava como sugestão um site para tirar as dúvidas aos menos....crentes!

Visitem Poliamor
:)

Quem disse que os amigos não podem ser amantes?



Nova Yorque I love you


Na cidade que nunca dorme, o amor está sempre no ar. Essas paixões ganham vida nesta colaboração entre alguns dos mais imaginativos realizadores da actualidade e um elenco recheado de estrelas. Juntos criam uma espiral de relações humanas espontâneas, surpreendentes e electrizantes, acelerando o ritmo da cidade. De Tribeca a Brooklin passando pelo Central Park, New York, I Love You tece uma história de amor tão diversificada quanto a própria malha de Nova Iorque. Uma antologia constituída por vários contos de amor, cada um apresentado por um realizador diferente, situada numa das mais amadas e admiradas cidades do mundo.



(In)confidência: O filme não é mau, tem um elenco de actores muito rico (muitos deles que podemos reconhecer de séries televisivas), mas não faz o meu estilo de filme... Basicamente, são várias pequenas histórias que falam de diferentes tipos de amor, e que se vão entre-cruzando.