quinta-feira, agosto 13, 2009

Os anos da Lili
















187º Postal

Da Holanda chegou este postal com a imagem do Royal Palace em Amesterdão.

186º Postal

A Lois enviou-me este postal muito original onde mostra a sua grande paixão: as girafas =) Aliás, não era apenas o postal que mostrava, todo envelope mostrava (até na parte de trás tinha carimbos de girafas). Sem dúvida muito original e diferente!!

185º Postal

Este postal foi-me enviado de Hamm, na Alemanha, pela Verena.

terça-feira, agosto 11, 2009

GI Joe: O Ataque dos Cobra

A Paramount Pictures e a Hasbro, cuja mais recente colaboração deu origem ao blockbuster mundial “TRANSFORMERS,” voltam a unir esforços com a Spyglass Entertainment para um novo e extraordinário filme de acção / aventura: “G.I. Joe: O Ataque dos Cobra”.Do deserto do Egipto às profundezas geladas dos pólos, a equipa de elite G.I. JOE é dotada da mais avançada tecnologia de espionagem e equipamento militar para enfrentar o corrupto traficante de armas Destro e a crescente ameaça das misteriosa organização dos Cobra de forma a evitar que o mundo se afunde no caos. “G.I. Joe: O Ataque dos Cobre” é realizado por Stephen Sommers (“A Múmia”, “O Regresso da Múmia”).

Façam o favor de ser felizes!!!


Ele era 'o' cómico português. Mudou o humor porque teve coragem de se colocar sozinho à boca de cena, desafiando o público com monólogos inteligentes, desafiando-se a si em múltiplas personagens. Às caras diferentes, unia-as o sorriso maroto, olhos semicerrados e lábios como um rasgão na cara, que manteve até ontem, quando morreu, aos 79 anos. Andava aborrecido com o seu coração, que acabou por traí-lo. Não deixou de trabalhar, até ao fim. Ainda vamos vê-lo num documentário sobre humor para a RTP e num filme. O funeral parte às 18.00 do Palácio das Galveias para o Cemitério dos Olivais, em Lisboa. Depois, só a saudade do homem que fez o favor de nos tornar mais felizes, como dizia.

Havia quem lhe chamasse teimoso. Ele diria que era apenas determinado. Não fosse essa sua característica e talvez hoje ninguém soubesse A história da minha ida à guerra de 1908, pois a verdade é que foi Solnado que encontrou o texto - em espanhol, do actor Miguel Gila - que o comprou e adaptou e que insistiu para o integrar na revista Bate o Pé. Na véspera da estreia, em Outubro de 1961, os autores do espectáculo não estavam convencidos, queriam escrever um número à pressa, apostavam que o público não ia perceber. A Censura à perna, a Guerra Colonial a assustar os portugueses. Mas Raul Solnado conhecia bem o público. "Ou faço ou não entro", repetiu até à exaustão. "Ou faço ou não entro."

Fez e foi o que se viu. A gargalhada geral à terceira fala, o público a pedir bis, até ao ponto em que já todos sabiam a história de cor e a diziam ao mesmo tempo que o actor. Até ao ponto em que, um dia, no Barreiro, Raul Solnado percebeu que teve mais aplausos na entrada em cena do que à saída e jurou que nunca mais iria à guerra de 1908. Haveria de quebrar a promessa, claro, e por aí se vê que de teimoso, afinal, não tinha tanto.

Ao longo dos seus 57 anos de carreira, Raul Solnado fez revista e opereta, drama, comédia e musical, cinema e televisão, fez telenovelas e sitcoms, foi apresentador de concursos e talk-shows, especialista do nonsense, fez stand-up-comedy no tempo em que a expressão ainda não existia. Mas, se lhe perguntassem, dizia sem hesitar que era um actor cómico.

"O humor ou é fácil ou é impossível", costumava dizer. "É um dom inato. Há pessoas que nascem com o dom, há outras que não o têm. A atenção que se dá ao mundo é fundamental. O humorista tem um ponto de vista muito especial sobre aquilo que o rodeia. Tem a habilidade de detectar o ridículo no seu semelhante. E serve-se disso."

A primeira vez que percebeu o poder do riso tinha quatro anos. Estava no quintal, um pombo pousou-lhe no ombro e ele lançou um "foda-xe". Os adultos riram-se, mas o pai pô-lo de castigo. Deve ter sido das poucas vezes que usou um palavrão para fazer rir, esse não era de todo o seu estilo. Preferia um "humor amável, não agressivo."

"Quando me perguntam como crio o riso, digo: não sei", confessava em 2002. "E não sei mesmo, não faço a menor ideia, nem isso me preocupa, porque no dia em que mexer nesse mecanismo, tenho medo de o perturbar. Deixem-me estar nesta doce inconsciência e ignorância em relação a esse assunto." Era simplesmente "uma fábrica de rir".

Conta-se que no lugar da Fundada, concelho de Vila de Rei, Joaquim da Silva costumava dizer aos seus trabalhadores: "Acordem que já é sol nado." Conta-se que terá sido assim, em homenagem ao bisavô, que o bebé nascido em Lisboa a 19 de Outubro de 1919 se chamou Raul Augusto Almeida Solnado. A mãe morreu poucos dias depois. "Não a ter conhecido é a maior tristeza da minha vida", dizia. Na Madragoa, Raul Solnado cresceu brincando com o amigo Varela Silva. O pai, que o levava muitas vezes ao teatro, mesmo quando ele ainda não tinha idade para as peças que iam ver, sonhava com o dia em que Raul assumiria o comando da Vassouraria da Esperança. Raul, por seu lado, sonhava ser médico.

Mas isto foi antes de começar a frequentar a vizinha Sociedade Guilherme Cossoul, de se apaixonar pelo teatro e de conhecer os seus primeiros mestres, José Viana e Jacinto Ramos. Foi ali, no "conservatório da esperança", que se estreou como amador em 1947 na peça Maria Emília, de Alves Redol. Só estava cinco minutos em palco, mas era uma emoção. Chegou a inscrever-se no curso nocturno do Conservatório mas só foi a uma aula. "À Guilherme Cossoul devo os primeiros passos, a infância do meu nome artístico", contava. A estreia profissional aconteceria em 1952, no espectáculo Sol da Meia-Noite, encenado por José Viana no Maxime. Vasco Morgado viu-o e não hesitou em convidá-lo para o Monumental.

"O meu conservatório foram os bastidores do teatro. Estava ali a ver os grandes a representar, a compreender que cada um tinha a sua lei, o seu processo de provocar o riso. Um actor cómico começa por imitar, por receber influências, até que vai encontrando os seus próprios efeitos."

Raul Solnado era um tipo um pouco mais baixo do que a maioria dos seus colegas actores, não era um galã, lutava contra a timidez, gaguejava e tinha um rosto de miúdo reguila, sorria e fechava os olhos. Dizia Beatriz Costa: "Quando eu era a vedeta máxima do Parque Mayer, bastava aparecer o Raul com aquele sorriso de olhos rasgados para ficarmos bem dispostos."

Não tardou a ser notado pela crítica e aplaudido pelo público. Em 1955, na revista Bota Abaixo!, criou uma das suas mais famosas personagens, o Cantinflas, uma figura entre o clown e o pobre diabo que haveria de transitar para outros dos seus espectáculos .

Entre idas e vindas ao Brasil, a sua segunda casa, Raul Solnado sonhou com um teatro de bolso, à medida dos espectáculos que gostava de fazer. Chamou- -lhe Villaret, em homenagem ao actor que mais admirava, e no dia da inauguração, em 1965, colocou na parede as suas palavras: "Teatro é criação, imaginação, poesia. Para realidade, basta a fealdade da vida." No Villaret, foi actor e empresário, representava com o coração apertado a olhar para a plateia tentando perceber se teria vendido bilhetes suficientes para pagar a próxima letra. E, no entanto, apesar da pressão, foi um dos que mais se bateram pela folga semanal dos artistas, um direito até aí inexistente.

Até parecia que adivinhava. Foram as segundas-feiras que lhe permitiram embarcar na aventura do Zip Zip, programa de televisão que apresentou ao lado de Fialho Gouveia e Carlos Cruz e que, com o seu tom informal e convidados bastante diferentes (entre desconhecidos e curiosos, passaram por lá Almada Negreiros, Jorge Amado, Caetano Veloso e Gilberto Gil, Agostinho da Silva e muitos outros) se tornou um dos maiores sucessos da televisão portuguesa. A Primavera Marcelista chegou à televisão com o turista Fritz e o carteirista Alfredo, algumas das personagens que Solnado ali criou, ao longo de 32 emissões. "O Zip foi a coisa mais importante da minha vida. Senti que tinha mostrado muitas coisas desconhecidas ao meu país. O Zip fez muita gente feliz."

Boémio e mulherengo, da fama pelo menos nunca se livrou, Raul Solnado apaixonou-se pela actriz brasileira Joselita Alvarenga em 1956. Pediu-a em casamento por carta, ela respondeu-lhe por telegrama. Separaram-se em 1970. Com Jô, teve dois filhos, Zé Renato e Alexandra, a quem se juntaria mais tarde um terceiro filho, Mikkel.

Não voltaria a casar-se mas tinha na companheira Leonor Xavier - com quem partilhou a vida mas não a casa nos últimos 20 anos - o seu porto seguro. Foi ela que escreveu a biografia de Solnado, A Vida não Se Perdeu, "uma história escrita e partilhada com a isenção que o afecto permite".

Raul Solnado costumava dizer que queria morrer de amor. Foi quase. O coração já o tinha traído em 1982 - estava a trabalhar na Venezuela quando um enfarte o levou ao hospital, ele teve medo, sentiu-se "um inquilino da morte".

O coração voltou a incomodá-lo no ano passado. Há quinze dias, recordou ontem Carlos Cruz, Solnado confessava aos amigos que sentia "estar por um fio".

"Nunca ninguém sabe quando deve sair de cena, arrumar as malas, dizer: acabou-se. Portanto, a menos que Ele me faça esse sinal, vou continuar. Sempre!", dizia. E ele continuava. Nos últimos meses, fez com Bruno Nogueira As Divinas Comédias, série documental sobre a história do humor na televisão portuguesa, projecto das Produções Fictícias cujo primeiro episódio a RTP decidiu exibir ontem à noite. "Enclausurado num corpo demasiado frágil e debilitado para a imensa força criativa e o endiabrado humorista que ainda vibrava dentro do actor, o Raul continuava a ter ideias delirantes e a contar histórias com um timing à prova de idade", era assim que ontem o recordava Nuno Markl, no seu blogue. Com a mesma equipa, Solnado estava também a planear um programa onde revisitaria a sua carreira.

Vai ser uma sensação estranha vê-lo em América, o filme de João Nuno Pinto que está agora a ser terminado. A rodagem decorreu entre Outubro e Dezembro de 2008 e Raul Solnado chegou ao fim do ano exausto. "A minha personagem morre e tive de filmar aquilo de uns dez ângulos diferentes", contou em entrevista ao Expresso. "Dez mortes é muito para um homem só."

Raul Solnado não gostava de homenagens e não queria homenagens. A melhor homenagem que podemos fazer-lhe é tentar cumprir aquele seu pedido quando, em 1983, se despedia dos espectadores do Fim-de-Semana com o "Façam o favor de ser felizes" .


In: DN Artes

Nunca é Tarde Demais Para Amar


Inge (Ursula Werner) já passou dos seus sessenta, está casada há 30 anos e ama o marido Werner (Horst Rehberg). Mas, inesperadamente, é atraída por Karl (Horst Westphal), um homem mais velho, já com os seus 76 anos. Houve troca de olhares, atracção, paixão, sexo. Ela não pediu, simplesmente aconteceu. De repente Inge sente-se de novo uma jovem...

Comentários do realizador:
«Eu queria contar esta história de amor como se eles fossem jovens, porque tinha a sensação de que isto simplesmente não existia no cinema. Sempre me questionei porque é que no cinema e na televisão ter uma certa idade é apenas considerado como um lado sentimental da vida ou com histórias meio românticas e complicadas, mas ainda hesitantes em despertar um sentimento específico. Este tipo de kitsch preguiçoso e magro, para onde ninguém está realmente a olhar, mas onde tudo está constantemente bloqueado ou desfocado, aborrece-me totalmente.
NUNCA É TARDE DEMAIS PARA AMAR é um filme não só sobre o amor e a sexualidade entre pessoas idosas, mas também uma história muito natural sobre o amor e o sofrimento, e de como é difícil suportar o medo de amar.»

(In)confidência: Um filme demasiado alternativo para mim... Depois de 15 minutos de filme, decidi me vir embora, porque achei que aqueles 15 minutos já me tinham traumatizado para o resto da vida...

segunda-feira, agosto 10, 2009

Piada do dia =)

Os direitos do pénis...

Eu, o Pénis, venho por este meio exigir um aumento de salário, apresentando as seguintes razões:

·Faço esforços físicos;
·Trabalho a grandes profundidades;
·A cabeça é a primeira coisa que uso em tudo o que faço;
·Não gozo fins-de-semana nem feriados;
·Trabalho num ambiente húmido;
·Trabalho num local com iluminação e ventilação deficientes;
·Trabalho com temperaturas elevadas.

Resposta:

Caro Pénis,

Após a análise do seu pedido, e levando em consideração os argumentos por si apresentados, a Administração rejeita o seu pedido pelas seguintes razões:

O senhor não trabalha 8 horas seguidas
Adormece após breves períodos de trabalho;
Nem sempre segue as ordens da equipa de gestão;
Não permanece na sua área de serviço e é visto muitas vezes em visita a outras localidades;
O senhor não toma a iniciativa - necessita de ser pressionado e estimulado para começar a trabalhar;
O seu local de trabalho fica bastante sujo após o seu turno de trabalho;
Nem sempre obedece a normas de segurança necessárias, como a utilização de roupa de protecção;
Irá reformar-se antes dos 65 anos;
É incapaz de fazer turnos duplos;
Por vezes, abandona a sua área de trabalho antes de ter completado as tarefas que lhe foram atribuídas;

E, como se tudo isto não bastasse, o senhor tem sido constantemente visto a entrar e a sair do seu local de trabalho carregando dois sacos de aparência suspeita....


Com os melhores cumprimentos

A Administração

sábado, agosto 08, 2009

Acabei de ver...

De um lugar longe, muito longe, dentro da minha imaginação, crio-te a ti, à imagem do que quero... És feito de sonhos e de esperanças. és feito de mim. Por isso, dentro de ti tens o mais importante.

sexta-feira, agosto 07, 2009

UP - Altamente!

UP - ALTAMENTE! uma comédia de aventuras sobre um vendedor de balões de 78 anos, chamado Carl Fredricksen, que, finalmente, realiza o sonho da sua vida, uma grande aventura, quando prende milhares de balões à sua casa e consegue voar à descoberta da América do Sul.Mas ele vai descobrir, tarde demais, que o seu maior pesadelo também embarcou nesta viagem... Um explorador da natureza, super optimista, de 8 anos chamado Russel.
Do realizador vencedor de um Óscar® da Academia PETE DOCTER, aceite o convite de Disney•Pixar UP - ALTAMENTE! e entre nesta hilariante viagem até ao mundo perdido, juntamente com o duo mais improvável da Terra. UP - ALTAMENTE! também será exibido em Disney Digital 3-D, em cinemas com esta tecnologia.


(In)confidência: Adorei o filme!!!! Quero ir vê-lo outra vez!!!! =) E a curta também era muito gira!




184º Postal

A Jorma enviou-me estes 4 postais das suas últimas viagens =) Adorei!!! É que ela nem sequer me conhece, foi a primeira vez que me escreveu e enviou-me logo 4postais. Foi muito querido da parte dela. Tenho de lhe escrever de volta !! =)

Acabei de ver...

quinta-feira, agosto 06, 2009

Acabei de ver...

Inimigos públicos


Inimigos Públicos conta uma daquelas histórias que poderiam ser apenas lendas urbanas, mas que realmente aconteceram. O longa, assinado por Michael Mann (O Último dos Moicanos, Colateral) traz um relato dinâmico e envolvente sobre a vida de John Dillinger (Johnny Depp), vilão e herói nacional nos Estados Unidos da Grande Depressão, nos anos 30.

Após passar um tempo na prisão e compartilhar experiências com outros detentos, Dillinger se torna um exímio assaltante de bancos e logo é considerado o inimigo público número um do Estado. Entretanto, diferentemente de outros ladrões, ele preservava o dinheiro da população, roubando apenas os cofres das instituições financeiras. Com essas atitudes, o malfeitor ganhou a simpatia de parte dos civis – revoltados com a situação de crise monetária do país.

Johnny Depp mais uma vez conduz a trama com muita eficiência. A ousadia e a ambição das ações de seu personagem fecham perfeitamente com o ar transgressor que ele apresenta em suas expressões e diálogos. E ainda há de se ressaltar as rápidas mudanças no estado de espírito de Dillinger. Depp pode ser naturalmente cômico ao desfilar em locais públicos e desafiar o povo a reconhecê-lo. Mas apresenta-se também um gângster implacável nas diversas cenas de tiroteio, ou mesmo como um conquistador elegante e um apaixonado fiel à namorada. Diante de tantas ambiguidades e facetas, é fácil de identificar-se com o criminoso, o que aumenta a expectativa sobre seu desfecho.

Embora o filme foque basicamente a vida de gângster de Dillinger, o roteiro, baseado em livro de Bryan Burrough, ainda dá espaço para o início do FBI e à conduta do agente Melvin Purvis (Christian Bale) atrás do criminoso. Além disso, os métodos violentos do diretor do órgão, J.E Hoover (Billy Crudup), agregam conteúdo histórico ao pano de fundo da narrativa.

Acabei de ver...

quarta-feira, agosto 05, 2009

Ideias...






Hoje sou eu que me sinto como o Wall-E ... Triste e sozinha.... A desejar estar assim de mão dada...


Acabei de ver...


terça-feira, agosto 04, 2009

Há pessoas com vidinhas muito tristes!!! Pessoas essas que se escondem por trás de comentários anónimos!! Para elas, apenas tenho uma coisa a dizer: GET A LIFE!!! É que vocês só me dão vontade de rir... e tudo o que dizem passa-me ao lado, porque eu não ligo a pessoas que comem merda ao pequeno-almoço. Por isso, façam um favor a vocês mesmos e CRESÇAM!!

segunda-feira, agosto 03, 2009

Piada do dia

Pergunta: Como nasceu o hábito dos casais andarem de mão dada?
Resposta: Foi um procedimento de iniciativa masculina: "Se eu a soltar ela vai às compras"

sexta-feira, julho 31, 2009

183º Postal

Vá este é um pouco aldrabado, mas não podia deixar de o pôr aqui!! Este é o convite da minha Lili para a sua festinha de 4 aninhos =) É tão lindo!!!

182º Postal

A Erisa mandou-me este postal muito giro do Japão. Eu adoro tudo que tenha a ver com a cultura oriental... Há de ser um dos meus destinos de férias!! =)

181º Postal

Adorei este postal dos States =) Já é o segundo que recebo do Star Wars. E um dos selos também era deste filme =)

180º Postal

O meu amigo Max voltou a escrever-me mas, desta vez, mandou-me este postal muita estranho...

179º Postal

A rapariga que me enviou o postal das amoras, que eu eu já tinha, enviou-me outro postal, para me compensar apesar da culpa não ter sido de ninguém. foi um gesto muito querido da parte dela.

quinta-feira, julho 30, 2009

Para a inveja...

Vá, podem-se roer de inveja e chamar-me nomes... este é o hotel onde vou ficar no Egipto!! O Hotel Serenity Makadi =)

A Verdade e Só a Verdade

A história de Rachel Armstrong, uma jovem repórter da secção nacional do Capitol Sun-Times, um dos mais importantes jornais diários de Washington. Rachel escreve um artigo explosivo, revelando a identidade de uma agente da CIA sob disfarce, Erica Van Doren, que ao ser publicada desencadeia um verdadeiro vendaval, levando o Governo a pedir a identificação da fonte de Rachel.

Com o apoio do seu editor, Bonnie Benjamin, do advogado do jornal, Avril Aaronson e do marido, Ray, Rachel desafia o carismático e decidido Procurador, Patton Dubois. Quando Rachel também se recusa a revelar a sua fonte ao Juíz Distrital Hall, este acusa-a de desrespeito pelo Tribunal e manda-a para a cadeia, afirmando que só ela tem o poder de sair da cela e que o tempo a passar no Centro de detenção a ajudará a percebê-lo.

A história segue a dura experiência de Rachel atrás das grades, bem como a luta legal empreendida pelo seu advogado, Albert Burnside, que cita a Primeira Emenda da Constituição, quando leva o caso ao Supremo Tribunal de Justiça. Mas toda a gente está ansiosa por saber: quem é afinal a fonte e porque razão está Rachel disposta a sacrificar-se para a proteger?

Noticia do dia, do mês, do ano!!!!

Eu vou ao Egipto!!!

terça-feira, julho 28, 2009

Os limites do controlo

Depois de "Broken Flowers - Flores Partidas", protagonizado por Bill Murray, "Os Limites do Controlo" é o novo filme do aclamado realizador Jim Jarmusch. Filmado inteiramente em Espanha, junta o realizador a Christopher Doyle, o emblemático director de fotografia de filmes como "Disponível para Amar" (In The Mood For Love) e "Paranoid Park". O resultado é visualmente deslumbrante: a luz, as cores e a arquitectura espanholas são transformados em pinturas de rara beleza.

Isaach de Bankolé é o misterioso protagonista de "Os Limites do Controlo". Amigos há quase 25 anos, este é o quarto filme em que o actor colabora com o realizador, e esta personagem foi escrita especificamente para ele. O mesmo aconteceu com outros actores que nos habituámos a ver nos filmes de Jarmusch, como Tilda Swinton e Bill Murray, mas não só, também Paz de la Huerta, Youki Kudoh, e outros, tiveram direito a personagens escritas à medida. O elenco de luxo, oriundo um pouco de todos os cantos do mundo, compõe um conjunto impressionante de personagens que adensa a aura de mistério que envolve esta estranha conspiração.

O título do filme foi retirado de um ensaio escrito nos anos 70 por William S. Burroughs sobre a linguagem enquanto mecanismo de controlo. Embora só tenha pedido emprestado ao ensaio o título e não tenha incorporado o seu conteúdo no filme, o texto de Burroughs levou o realizador a questionar a nossa percepção das coisas e a forma como podem ser controladas. Enquanto inspirações directas para "Os Limites do Controlo", Jarmusch refere o filme "Point Blank", de John Boorman, maioritariamente do ponto de vista estilístico, e os filmes de Jacques Rivette. Estes abraçam a ideia de uma conspiração que não se consegue desvendar totalmente e que cresce entropicamente, de tal forma que no final do filme se percebe ainda menos sobre ela do que no início porque cresceu até ficar fora de controlo.

O que "Os Limites do Controlo" tem em comum com os filmes anteriores de Jarmusch é a ideia de um forasteiro numa terra estranha. Em termos de estilo, o filme está mais próximo de "Homem Morto" ("Dead Man") e em termos de narrativa provavelmente de "Ghost Dog: O Método do Samurai" ("Ghost Dog: The Way of the Samurai"). Um filme belo e misterioso passado numa Espanha, ao mesmo tempo familiar e estranha, emoldurada por esta conspiração obscura.


(In)confidência: O pior filme de sempre!!! Se é que se pode chamar aquilo um filme... É que nem sequer aguentei ficar na sala até ao fim, ameio vim-me embora...
Com o patrocinio da Take.