sexta-feira, maio 25, 2007

segunda-feira, maio 21, 2007


Da noite fez-se dia. E do dia fez-se noite de novo. Ah, como ela queria que ele a derretesse, com um ramo de flores, à sua porta...

quinta-feira, maio 17, 2007

Temos corações de pedra e vivemos sobre uma cortina de ferro que nos separa dos outros. Fechamos os olhos ou viramos a cara quando os outros caem diante de nós mendigando por uma ajuda... Somos frios e distantes. Somos vazios de conteúdo porque há muito se perdeu o significado da palavra compaixão. Sob uma falsa aparência de pessoas, passeamo-nos indiferentes ao que passa à nossa volta. E chamam-nos humanos?! Que temos de humanos em nós quando olhamos mas não vemos? Cerramos os olhos da alma às coisas que realmente importam e selamos a porta dos sonhos ao não ter a chave da bondade. Vivemos na bolha que criámos sem sequer pensar que, como nós, também eles viveram numa igual, e que essa mesma bolha um dia rebentou. Encerramos em nós um poder muito maior, que vive adormecido à espera da luz... luz essa que teimamos em tapar, sem compreender que é ela que nos dá a nossa essência.

Se olhares de perto, verás que todos têm um ponto fraco.


Quando Ted Crawford (Anthony Hopkins) descobre que a sua esposa, Jennifer (Embeth Davidtz), está a ter um caso planeia seu assassinato… o assassinato perfeito.
Entre os polícias que chegam ao local do crime está o negociador de reféns Detective Rob Nunally (Billy Burke), o único com acesso autorizado à casa. Surpreendentemente, Crawford admite prontamente ter morto a sua mulher mas Nunally está demasiadamente atordoado para prestar atenção ao reconhecer a sua amante, cuja verdadeira identidade nunca soube, deitada no chão banhada em sangue.
Embora Jennifer tenha sido alvejada à queima-roupa, Nunally descobre que ela não está morta.
Crawford é imediatamente detido e acusado após a confissão - um caso aparentemente fácil para o influente advogado Willy Beachum (Ryan Gosling), prestes a afastar-se do actual emprego ao lado do advogado de distrito (David Strathairn) para um trabalho mais lucrativo no sector privado.
Mas nada é tão simples como parece, incluindo este caso. Serão a sedução do poder e um caso de amor com uma ambiciosa e sexy advogada (Rosamund Pike) na sua nova empresa capazes de ultrapassar a sua vontade de ganhar, ou pior, de anular o seu código ético?Num tenso duelo de intelecto e de estratégia, Crawford e Willy aprendem que uma “ruptura” pode ser sempre encontrada numa fachada aparentemente perfeita.
P.S. O filme é muito bom, só foi pena eu ter decifrado a história toda antes do filme acabar... é o que dá ter uma formação em Direito... Isto é pior que uma doença!!

A minha última paranoia... e a parede do meu quarto...

23ª entrevista

Basicamente não falei nesta... Lol!! O homem falou por mim, mas pareceu-me ser uma pessoa muito culta. Gostei. Acho que aprenderia muito com ele. Além disso, tem uma visão romântica do direito... Acima de tudo está a honestidade... É bonito!! Porque os valores são uma coisa muito preciosa mas que se vai perdendo com o passar dos anos nesta profissão. A única cena contra é que é um estágio não remunerado...

Nunca pensei, mas hoje consegui plagiar-me a mim própria!! Há lá coisas inexplicáveis!!!

terça-feira, maio 15, 2007


Ainda não recebi nenhum convite ( pelo menos oficial... Sim, eu já nem falo em ter direito a uma limusine e tal, nem aquela flor que se põe no pulso, mas pelo menos um convite por escrito) para ir ao Baile de Finalistas... ("/)

Só hoje me dei conta que me restam menos de duas semanas de aulas... ( Ah pois é, bebé!!- Como diria o outro ) Depois os exames e a seguir... o incerto! Estou a quatro cadeiras do fim do curso... e ainda não sei o que fazer da minha vida! Já tive mais certa que era advocacia aquilo que eu queria, mas neste momento já não sei... não sei mesmo. Estou de tal forma que já me questiono se devia ter tirado este curso... Se calhar, é o stress de fim de curso a falar mais alto...

Parabéns para mim !! (",)