Aqui a minha mente percorre os seus caminhos tortuosos e materializa o mundo em que vive. Aqui nasço e vivo dentro de mim própria. Aqui sou eu e apenas eu, sem qualquer artificio ou algo no género que te faça gostar mais de mim. Aqui me tens, assim, tua.
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quarta-feira, fevereiro 10, 2016
A doença do amor.
Quero a doença do amor que há em nós.
Quero a vertigem da tontura que é nos ter um no outro.
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