Aqui a minha mente percorre os seus caminhos tortuosos e materializa o mundo em que vive. Aqui nasço e vivo dentro de mim própria. Aqui sou eu e apenas eu, sem qualquer artificio ou algo no género que te faça gostar mais de mim. Aqui me tens, assim, tua.
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domingo, abril 23, 2006
Podias ter evitado tudo com um “gostava muito que viesses”. Bastava isso. Apenas isso. Não mais. E eu fui. Como queres agora que acredite na sinceridade do sorriso?
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