sábado, janeiro 28, 2017

Os sonhos que trazemos

Somos maiores nos sonhos que trazemos connosco. Por vezes pequenos no dia-a-dia que se acumula um atrás do outro, e tão grandes nos bolsos que carregamos. Pesados na vida que se passa e nos passa, e leves na conjuntura do que ousamos sonhar. Livres nos desejos que nos apoiam a cabeça na almofada, mas presos às ideias pré concebidas de que nunca seremos bons o suficiente. É essa a nossa luta interior. A contenda que nos esmaga perante o conflito do que carregamos dentro de nós.

quinta-feira, janeiro 26, 2017

Acabadinha de sair da AE de "Elementos Secretos" =D


Sinopse:
Início da década de 1960. Os EUA e a União Soviética encontram-se em plena Guerra Fria. A disputa pela corrida espacial entre as duas potências é uma evidência e nenhum dos países está disposto a perder a oportunidade de colocar o primeiro homem no espaço. Katherine Johnson, Dorothy Vaughan e Mary Jackson são três mulheres afro-americanas cujos cérebros brilhantes lhes valeram cargos na NASA, apesar da segregação racial e sexual ser ainda uma realidade. Numa época em que os computadores eram ainda muito rudimentares, foram as suas extraordinárias capacidades de cálculo matemático que definiram as complexas trajectórias que tornaram possível colocar na órbita da Terra o astronauta John Glenn, no dia 20 de Fevereiro de 1962. Tornou-se assim o primeiro norte-americano a fazê-lo (o soviético Yuri Alekseyevich Gagarin, a bordo da nave Vostok 1, já o tinha conseguido em de Abril do ano anterior).
Com realização de Theodore Melfi ("Um Santo Vizinho"), segundo um argumento seu e de Allison Schroeder, um filme que se inspira na obra biográfica "Hidden Figures - The American Dream and the Untold Story of the Black Women Mathematicians Who Helped Win the Space Race", em que a escritora de Margot Lee Shetterly relata a história das três visionárias que tiveram de lutar contra o preconceito numa época em que ser mulher e negra era ainda um grande entrave ao sucesso. Taraji P. Henson, Octavia Spencer, Janelle Monáe, Kevin Costner, Kirsten Dunst, Jim Parsons, Glen Powell e Mahershala Ali dão vida às personagens.

Acabei de ver a 2ª temporada de

Poldark

Pelas ruas da Encarnação:



quarta-feira, janeiro 25, 2017

Acabadinha de sair da AE de "Resident Evil: Capítulo Final" xD


Sinopse:
O terrível vírus desenvolvido pela Umbrella Corporation continua a causar graves danos à população da Terra, transformando os seus habitantes em assustadoras legiões de mortos-vivos. Determinada a vencê-los, Alice (Milla Jovovich) persiste na sua incansável busca por sobreviventes. Numa última tentativa de salvar a raça humana, regressa a Raccoon City, onde se situa a sede da corporação. O objectivo mantém-se: descobrir um meio de eliminar ou reverter o vírus. Ciente de que esta será a sua derradeira oportunidade, Alice vai ter de recrutar ajuda e reaprender a confiar…
Depois de, em 2002, realizar o primeiro filme da saga "Resident Evil", baseada num videojogo criado para a PlayStation em 1996, e depois de retomar a história em 2010 com "Resident Evil: Ressurreição" e, em 2012, com "Resident Evil: Retaliação", Paul W.S. Anderson regressa com o sexto e último capítulo, onde são mantidas as dicotomias entre Bem e Mal, os vivos e os mortos, os humanos contra a tecnologia.

terça-feira, janeiro 24, 2017

Acabadinha de sair da AE de "La La Land: Melodia de Amor" xD


Sinopse:
Los Angeles, EUA. Mia (Emma Stone) tem um sonho: singrar em Hollywood e tornar-se uma estrela de cinema mundialmente conhecida. Ao mesmo tempo que insiste em mostrar o seu talento nos vários "castings" onde, por infortúnio, nunca é seleccionada, vai sobrevivendo à custa de um pequeno ordenado de empregada de mesa. Sebastian (Ryan Gosling), por seu lado, é um pianista prodigioso mas pouco valorizado que ambiciona ter o seu próprio bar, onde possa dar largas à paixão pelo jazz. Um dia, sem que o esperassem, os seus destinos cruzam-se e eles apaixonam-se perdidamente. Apesar do amor sincero e do esforço por incentivar os sonhos um do outro, aquela é uma cidade estranha, onde a competição e a busca individual pela fama geram inevitáveis obstáculos aos relacionamentos.
Com argumento e realização de Damien Chazelle – realizador do oscarizado "Whiplash - Nos Limites" –, "La La Land" transformou-se na maior vitória de sempre na cerimónia da Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood ao arrecadar os sete Globos de Ouro para que tinha sido nomeado: Melhor Filme de Comédia ou Musical, Melhor Actriz de Comédia ou Musical (Stone), Melhor Actor de Comédia ou Musical (Gosling), Melhor Realizador (Chazelle), Melhor Argumento, Melhor Banda Sonora e Melhor Canção Original. Para além de Stone e Gosling como protagonistas, o elenco conta com J.K. Simmons, Rosemarie DeWitt, Thom Shelton e ainda com a participação especial do músico John Legend

sexta-feira, janeiro 20, 2017

Acabadinha de sair da peça "Parque à Vista"


BREVE INTRODUÇÃO
Adelaide Ferreira tem o papel principal na nova produção de Hélder Freire Costa no Teatro Maria Vitória, ao lado de Paulo Vasco, Flávio Gil e um jovem elenco de atores e bailarinos!

SINOPSE
Por ver na Revista um género de teatro e um tipo de espetáculo únicos, o Teatro Maria Vitória, quase a completar 95 anos de existência e atividade, mantém-se-lhe fiel e a próxima produção de Hélder Freire Costa vem prová-lo.
“Parque à Vista” é o grito que se faz agora ouvir no Parque Mayer, com um espetáculo que revisita o nosso quotidiano com um humor fresco mas acutilante e que “não poupa nem Cristas”. Num país que se en’Costa à esquerda, é preciso saber dar os “Passos” certos, para abrir “Portas” numa Europa que nos reclama as devidas "Moedas".
Tudo isto e muito mais faz parte da nova Revista de Helder Freire Costa! Um espetáculo onde a modernidade, glamour e o humor se unem no mesmo palco!

Pelas paredes do Parque Mayer:



quarta-feira, janeiro 18, 2017

Teoria do dia


Há três tipos de homens que costumam ler:
1 - O que lê livros de merda, mas finge que é intelectual.
2 - O que lê demasiados livros bons e é um pretensioso de merda (que acha sempre que "somos menos cultas").
3 - O que lê livros bons mas não percebe um caralho.

segunda-feira, janeiro 16, 2017

sábado, janeiro 14, 2017

Tea time =D



Amor.


Amei-te no primeiro olhar. Não o soube na altura. Não tinha como o saber. Não tinha termo de comparação. Mas sei-o agora. Sei que foi como se toda a minha vida tivesse convergido para aquele momento, para ti. Como se todo aquele tempo antes de ti tivesse apenas sido um limbo, onde sem saber me encontrava à tua espera. E até lá nem sequer tinha vivido, tinha apenas sobrevivido, passeado pela vida ansiando secretamente a tua chegada. E, é no mínimo estranho quando o mais improvável, o mais louco, o mais incrível, é o que acaba por fazer mais sentido. Porque depois… estamos juntos e tenho a sensação de estar contigo há uma vida. Como se sempre te tivesse conhecido, como se sempre nos tivéssemos partilhado, como se sempre tivesse sido tua

quinta-feira, janeiro 12, 2017

terça-feira, janeiro 10, 2017

Teorias verdadeiras


Em teoria era verdade. E seria a coisa mais acertada a fazer para os manter sãos. Mas... depois... o que havia entre eles simplesmente não era normal ou mesmo comum ou até usual. Aliás, se analisássemos bem nada mais poderíamos concluir do que o que tinham era uma completa insanidade. Não que fosse mau. Porque efetivamente não o era. E duvido que algum deles trocasse aquela loucura por outra coisa qualquer. Mas era estranho. Tão estranho... Estranho ao ponto de que qualquer justificação para aquilo só poder ser ainda mais louca do que a coisa assim. Insana e improvável, como aquela de se ter conhecido numa qualquer outra vida passada. Porque só algo assim poderia explicar o que partilhavam. Porque aquilo não fazia sentido. E, depois, por outro lado, não havia nada que pudesse fazer mais sentido do que aquilo mesmo. Porque aquilo era apenas um agora. E, ao mesmo tempo, era tão mais do que isso. Era quase uma vida construída um ao lado do outro. Era um tudo tão pouco e tanto ao mesmo tempo. Uma perfeita demência sincronizada entre os dois sem qualquer ensaio prévio.

domingo, janeiro 08, 2017

E o dia de hoje foi assim:




Acabei de ver: The OA

a 1ª temporada

Sinopse: 
Composta por oito episódios, a nova criação de Brit Marling e Zal Batmanglij conta-nos a história de uma jovem cega que desaparece aos vinte anos e que reaparece sete anos depois. O seu nome é Prairie Johnson (Brit Marling) e a cegueira fazia parte de si quando desapareceu, mas já não faz. A visão restaurada é apenas uma das diferenças de uma jovem misteriosa que nos vai enfeitiçar.
Será o seu reaparecimento um milagre ou estará em causa um fenómeno paranormal? Em “The OA”, a incerteza é a única certeza e isso não é necessariamente mau. É até muito bom. Para não estragar a surpresa — queremos mesmo que veja a série e perceba depois do que se trata —, também não vamos revelar o que significa a sigla pela qual Prairie é agora conhecida. Desde o reaparecimento que Prairie se mantém em silêncio sobre o que lhe aconteceu e não revela os segredos que carrega a ninguém. Nem ao FBI, chamado a resolver o caso, nem aos próprios pais.
Além de Brit Marling, que co-assina a série com Zal Batmanglij, o elenco inclui nomes como Emory Cohen, Scott Wilson, Phyllis Smith, Jason Isaacs, Alice Krige, Patrick Gibson e Brendan Meyer. A produção executiva está a cargo de Brad Pitt, Dede Gardner, Jeremy Kleiner e Sarah Esberg, da produtora Plan B, e Michael Sugar, da Anonymous Content.

quinta-feira, janeiro 05, 2017

E em dia de reis...

porque não passar em revista o que foi 2016?
Mas em versão filme de terror.

segunda-feira, janeiro 02, 2017

Marco-te todos os dias

Marco-te todos os dias. Com uma cruz. Como se fosses um pequeno tesouro que tenho medo de perder. Ou de nunca encontrar. Marco-te. Todos os dias. Um pouco mais. Espero eu. Para que não te percas, nem te afastes. Para que te lembres que é a mim que pertences. Marco-te. Todos os dias. Em jeito de brincadeira. Até que se torne real. Até que sintas em ti que és meu. E marco-te todos os dias. Sem que te dês conta. De mansinho. Pouco a pouco. Para que, quando notes, já seja tarde demais. Para que não tenhas qualquer hipotese de me fugir sequer. Marco-te, sim. Todos os dias. Porque sou egoista, admito. Porque te quero só para mim.