quarta-feira, setembro 29, 2010

Orbias - O Demónio Branco

Estou em pulgas para ler a mais recente aquisição da minha bibilioteca privada! Depois de ter lido o Orbias - As Guerreiras da Deusa, tenho que confessar que me encontro curiosa para saber o que terá acontecido às personagens neste novo capitulo da saga. Cheira-me que vai ser mais um livrinho para eu devorar nos próximos dias =)

Ah, e tenho que deixar aqui um especial obrigado ao autor do livro, o Fábio Ventura que ,além de ser um querido, me fez esta dedicatória espectacular!! Adorei!! =)

Ontem foi dia de...

Entrevista a Fábio Ventura!

477º a 479º Postal



terça-feira, setembro 28, 2010

Comer, orar e amar


Este parece que vou ter de pagar para ver =P (É que pagar para ir ao cinema já é uma coisa deveras estranha para mim =P mas como se lembraram de pôr 4 ante-estreias no mesmo dia =/ não dá para se ver tudo... E tenho a dizer que estou extremamente curiosa em relação a este filme e até mesmo ao livro. Diz quem já o viu em visionamento de imprensa que o filme deixa um pouco a desejar, que é mais do mesmo, e que o livro é muito melhor. Já a minha opinião, essa vai ter de esperar pelo menos até quinta que é quando ele "vai para o ar")

Eu bem disse que era um panda...

Tu é que não acreditaste!!!

sábado, setembro 25, 2010

Quando a vida te dá ovos...

Objecto de desejo da semana!!


São tão cutxis!!! São mesmo a minha cara!!! Eu é que não sei onde os encontrar porque senão fariam parte da minha colecção certamente!!

sexta-feira, setembro 24, 2010

Todos os seus significados...

Republicar "Sinto-te a falta"

Pensamentos

O meu lado depressivo:
- Mas o que é que eu fiz de errado? (umas lagrimitas) Porque é que não sirvo para ele? (choro) Não sou boa o suficiente? (mais choro). Ninguém me quer, ninguém gosta de mim...

O meu lado maníaco:
- Mas quem é que ele julga que é? Que vá mas é brincar com o raio que o parta. Nem sequer merecia alguém como eu. Too good for you, my dear... ( Risos, muitos risos)

O meu eu de hoje:
- Mas quando é que eu deixo de ser parva????

Insanity


"The definition of insanity is doing the same thing over and over and expecting different results"

Adoro-te... à distância

Erin e Garret conhecem-se, uma noite, num bar e acordam juntos na manhã seguinte. Ambos sentem uma enorme química, mas pensam que será apenas um romance de Verão, dado que Erin voltará para San Francisco e Garret ficará em New York. Contudo, as seis semanas seguintes que passam juntos revelam-se fantásticas, e nenhum dos dois quer separar-se um do outro. A relação começa a desenvolver-se e o casal tenta a todo o custo suportar a distância que os separa, porque podem ter encontrado o amor...

Acabei de ler...

quinta-feira, setembro 23, 2010

Pedro, gostava de te ver a fazer isto!! =P


Desta é que não tavas à espera!!! Ah e tal eu sei fazer flores... quando fizeres umas coisas assim vem falar cmg :P

Hoje sinto-me assim...

Wall Street: O Dinheiro nunca Dorme

23 anos depois do primeiro, surge-nos:



Após quase oito anos de prisão, Gordon Gekko, o corrector da Bolsa de Nova Iorque condenado por fraude, lavagem de dinheiro e extorsão (no filme "Wall Street), é finalmente posto em liberdade. Agora, sem possuir absolutamente nada e sem ninguém que o espere, ele é um homem transformado e apenas quer recuperar a relação com a filha, Winnie (Carey Mulligan), mas os anos passam e ela mantém as distâncias. 2008. Jake Moore (Shia LaBeouf) é um jovem brilhante e muito ambicioso que faz milhões de dólares na Keller Zabel Investments (KZI), uma empresa altamente rentável liderada por Louis Zabel (Frank Langella), seu grande amigo e mentor. Jake vai casar com a filha de Gordon que, exactamente por isso, tem alguns traumas por superar. Quando uma onda de rumores faz cair as acções da KZI, ameaçando levá-la à bancarrota, Zabel, pressionado por Bretton James (Josh Brolin), é compelido a vender a totalidade da empresa por um valor insignificante. Profundamente abatido pelos acontecimentos e com uma só ideia em mente, Jake decide procurar Gordon com quem faz uma aliança: quer informações que permitam destruir quem acabou com a reputação do seu mentor e em troca propõe-se a ajudá-lo na reaproximação com a filha... Mais de vinte anos depois do sucesso do primeiro filme "Wall Street" centrado na frenética vida na bolsa de valores de Nova Iorque, Oliver Stone realiza uma "sequela", passada nos dias de hoje, onde Michael Douglas retorna com o icónico Gordon Gekko, que marcou várias gerações em todo o mundo.

quarta-feira, setembro 22, 2010

Eu quero um...

Ando a sonhar com ele desde que o vi ali deitado, numa banca qualquer, e a imaginá-lo deitado na minha cama à minha espera =P

Levante a mão quem...



tal como eu, abana o pézinho quando não está a gostar da conversa...


Eu sei que não se deve julgar um livro pela sua capa, mas estes são tão cutxis!!!

Florence, aquela máquina!!


Mais uma coisa para pôr na lista (Não que eu precise de uns pulmões, porque até nem fumo... a não ser passivamente quando não o posso evitar... mas estes dão me mais do que ar, dão me energia porque quando os oiço dão-me vontade de dançar!)!!

Depois da vida


Filme deixa o prazer da dúvida, ou a insatisfação de um final inconclusivo. Você quem escolhe.

Um suspense ou um terror? Bem, no mínimo uma mistura dos dois. Isso dá pra até chegar a um consenso. Mas o que deixa uma total dúvida é sobre a história deste filme. Explico: geralmente um bom suspense tenta confundir o telespectador a respeito do mistério que se desenrola, e nisso o filme escrito e dirigido pela polonesa Agnieszka Wojtowicz-Vosloo, consegue ser uma deliciosa incógnita.

Sinopse: Na história temos Anna Taylor (Christina Ricci), uma jovem que parece ter uma vida monótona e passa por uma fase difícil no relacionamento com o namorado Paul Coleman (Justin Long ), mesmo este fazendo de tudo para que os dois possam ser felizes. Após um desentendimento em um jantar Anna, saí descontrolada com seu carro e sofre um acidente, e é aí que a história realmente começa. A jovem acorda em um necrotério sob a companhia do agente funerário Eliot Deacon (Liam Neeson) que é resposável pela preparação de cadáveres para enterros - resumidamente ele faz a maquiagem e os veste para a cerimônia de velório.


Comentário: Pouco ou quase nada dá para comentar sobre o filme. Poderia elogiar atributos importantes do filme como a música de fundo e alguns enquadramentos que na verdade já são clichês, como o caso da câmera fechada no ralo do banheiro após sair sangue de um personagem. Quando digo que não dá pra comentar muito é justamente porque os melhores detalhes do filme se encontram na história em si, ou no roteiro que segue por vários minutos deixando o telespectador ansioso pelo resolvimento do mistério. E entre falar de detalhes como fotografia ou figurino, prefiro falar da história, que para mim é o que mais importa. A cada ciclo de dez ou quinze minutos a trama se desenvolve de uma maneira que faz você acreditar que Anna está morta, e que o agente funerário é dono de um dom, que o faz falar com mortos.


Porém novamente um ciclo de dez a quizer minutos e você muda de opinião e acha que ela está viva e o agente funerário é um psicopata que induz a todos os familiares acreditarem que seu ente querido morreu e não há mais o que se possa fazer. A personagem de Anna, ela própria muito confusa custa a acreditar que esteja mesmo morta, mas muda de idéia, como se fosse ela também uma telespectadora de sua história.

As atuações não chegam a ser soberbas, todos estão praticamente no mesmo nível, a não ser por Liam Neeson, que se sobressai um pouco, o mínimo que podia se esperar de um veterano como ele. Christina Ricci que estava sumida faz tempo, reaparece em grande forma, e é uma pena não a vê-la mais vezes, ainda mais ser for pra ficar o filme todo, ou nua ou de camisolinha vermelha. Fica assim a dica de um filme que servirá para discussões entre amigos. E então ela estava morta ou não?

Indicado para quem não sabe o que acontece com os mortos enquanto estão aguardando serem enterrados.

In: Filmes para que te quero

Hedda - Artistas Unidos



Chegou a vez de voltarmos a Ibsen, pedra basilar de tanto teatro contemporâneo. E não queremos apenas refazê-lo, mas sim reformular os dados do seu teatro. Convidámos José Maria Vieira Mendes (autor que revelámos em 1998 e que tem desenvolvido uma actividade incessante como dramaturgo desde então com mais de 10 peças representadas) para repensar a dramaturgia de Ibsen. E repensar a ansiedade de “Hedda Gabler”.

REESCREVER HEDDA
A proposta que me é feita enquanto dramaturgo deste projecto é a de uma reescrita da Hedda Gabler. Não uma reescrita que pretenda uma actualização (coisa que aliás não sei muito bem o que seja…), mas que se ofereça como leitura minha, hoje, do texto do Ibsen. Não se pretende pois tornar o texto de Ibsen legível para uma sociedade contemporânea, recorrendo a uma transposição de temáticas e linguagem e estilos para os tempos de hoje, mas sim distanciar-nos de leituras mais casualistas que procuram uma navegação sociológica pelos tempos de hoje e aproximar-nos daquilo que consideramos ser intelectualmente mais honesto, ou seja, perseguir as ideias que atravessam os tempos, que sempre podem existir.
Escrever como leitor é pois provavelmente o objectivo principal a atingir. Como se a figura do leitor fosse a única figura a acompanhar fielmente a passagem do tempo sobre a obra de Ibsen. Como leio hoje o Ibsen e esta peça em particular e o que é que eu, enquanto dramaturgo português com dilemas de escrita situados num tempo e biografia particulares, leio nesta peça? E já agora, o que é isso de escrever como leitura?

O teatro de hoje, ultrapassado um século XX de importantes movimentos de escrita e encenação, tem uma vida bem diferente daquela que acompanhou Ibsen. E por isso um dos primeiros impactos, para mim enquanto leitor que escreve, é o desfazamento de um naturalismo ibseniano difícil de suportar ou transportar. Provavelmente por tiques e vontades pessoais que me têm afastado do género, mas por outro também por ser uma espécie de obstáculo insrito no texto de Ibsen, que quanto a mim impede uma tentativa de actualização. Não funciona (ou não satisfaz), do meu ponto de vista, a escolha de um computador ou pen para substituir o manuscrito queimado. Não me parece interessante a substituição de uma criada a anunciar entradas por uma campainha… E se, apesar de tudo, se consegue trabalhar com estas marcas, disfarçando-as, secundarizando-as, já muitos dos conteúdos, carimbados por uma época com direitos e garantias diferentes dos de hoje, dificilmente se tornam maleáveis. Não chega o transporte de um feminismo de final de século para um movimento idêntico de princípio de um outro século. É difícil suportar a relação do casal recém-casado num espectáculo que se queira “actual”. Etc, etc.
Curiosamente, desaparecendo a preocupação de actualização ou transporte para o tempo e sociedade contemporâneos, consegue-se desmpoeirar a leitura e rapidamente a escrita se concentra nas personagens enquanto espécie animal com preocupações atemporais. O que interessa nesta Hedda? O que interessa no casal? O que interessa no terceiro elemento, esta espécie de soldado regressado da guerra? E o que pode interessar na Thea Elvsted? É aqui que se concentra o trabalho de escrita. E não tanto procurando psicologias, traumas de passado, questões edipianas, mas sobretudo focando-nos em ideologias, problemas intelectuais, pensamentos sobre a vida, sobre a escrita e sobre a morte.
Passamos pois pelos mesmos patamares em que Ibsen se apoiou, aproveitando os dois revólveres, o valioso e prometedor manuscrito, o casal recém-casado, o provável concorrente, o velho juiz com interesses malsãos, e uma jovem que abandona o marido por um amor. Mantemos também a velha tia Juliana, agora apenas em duas aparições mais longas, com um discurso de sábia confusa ou sibilina, pintalgado com piadas, inversões e trocas. Reforçamos o isolamento montanhoso de Eilert Lovborg, acentuamos uma diferença de idade relevante entre Hedda e Thea e acentuamos um ponto de vista para a narração, como se nesta nossa Hedda Gabler tudo viesse da cabeça da protagonista. Uma mulher, numa sala onde entram e saem as pessoas da sua vida, a rejeitar esta realidade e a caminhar pausadamente e decididamente para o suicídio.
E assim insistimos nesta nossa Hedda Gabler num texto que discute as utopias, que pensa as ideologias e que vai atrás dos fundamentalismos. Olhar para Hedda Gabler como uma mulher à procura de um fundamento, de arma em punho, pronta a defender ou seguir uma ideia até ao fim, querendo levar com ela todos os que a rodeiam e saindo vencedora derrotada, numa morte paradoxal que funciona como uma coroa de folhas de videira na cabeça de quem perde. Uma mulher determinada a viver uma impossibilidade ou, roubando as palavras do filósofo alemão contemporâneo Marcus Steinweg, determinada a viver um “sonho com valor de verdade”. E uma mulher que arrasta todos os que vivem em seu redor, questionando-os, desequilibrando-os, pondo-os em causa, como aliás a arte é e deve ser capaz de fazer. Lê-se deste modo a Hedda Gabler também como um dilema artístico. Como se a discussão girasse em redor de uma vontade de arte que contém o seu suicídio. Uma vontade que quer ser mais do que pensamento e que exige uma passagem ao acto que se vê concretizada em dois revólveres.

Esta é, quanto a nós, a “actualização” possível, ou seja, não uma aproximação a um tempo ou geografia, mas uma aproximação a um pensamento, o pensamento de um dramaturgo que também é o pensamento de um teatro ou da arte hoje (e sempre?). O pensamento que se faz no gesto de leitura e que, concretizado em escrita, projecta as dificuldades de um leitor, as omissões, as escolhas e as interpretações.

José Maria Vieira Mendes

Acabei de comprar uma edição limitada de...


DONUTS!!!

E não é limitada porque dentro de minutos eu os vou comer todinhos!! É mesmo porque são de chocolate e morango!!

Não compreendo as mulheres

Ela - Dedicas-me um golo?
Ele - É mais fácil dedicar uma falta...
Ela - Não interessa, o importante é dedicares.

terça-feira, setembro 21, 2010

475ª e 476ª Postal



E eu vou perceber toda a extensão desta afirmação a partir de dia 11 de Outubro quando deixar de ter vida.. porque não é só coragem que é necessário para que cresçamos e nos tornemos nas pessoas que queremos ser, é necessário trabalho, dedicação e perseverança.... e muita força de vontade!!! Mas acredito que vou conseguir atingir os meus objectivos, que vou ser bem sucedida. Tenho de acreditar, porque capacidades não me faltam. Talvez também precise de um pouco de sorte, mas acima de tudo sei que tenho de trabalhar muito porque sei que doutra forma não sobreviverei nesta selva que é o meu ramo.

A vida antes do computador

domingo, setembro 19, 2010

O melhor dos MTV Awards!!

Pessoalmente, este é o meu favorito!!







O pior dos MTV Awards!!



Toda a gente fala do vestido de carne da Lady Gaga, mas a verdade é que lhe temos de dar crédito por até os acessórios serem a combinar!! Além disso, houve cá com cada figurinha nos MTV, ora vejam: