
Existem dois tipos de pessoas no mundo: os que acreditam que as pessoas podem mudar e os que sabem que as pessoas não mudam.
Compete-nos a nós decidir em que parte do mundo queremos viver... Porque até mesmo acreditando que, por amor, uma pessoa pode realmente mudar, temos de estar cientes que isso pode nunca chegar a acontecer. Porque não basta só que queiramos que aconteça... Era bom que assim fosse mas, na maior parte das vezes, o mundo do ser não se cruza com o mundo do dever-ser. E uma das piores coisas que podemos sentir é um amor não correspondido (Yeh, been there, done that!! =/ ).
Nunca fui apologista de baixarmos os nossos próprios standarts para que alguém encaixe neles. O mundo é como é, e as pessoas são como são. E não devemos deixar de procurar ou contentarmo-nos com menos só porque não encontrámos o mais.
Sei que com o passar da idade, as coisas começam apesar de de uma forma diferente. É verdade. E é nesta altura que me vem à cabeça uma frase que a minha mãe me costuma dizer: "Amor e uma cabana, é só aos 18 anos". É uma frase que encerra em si um abandono de sonhos para uma entrada numa vida real. E, apesar de verdadeira, não deixa de ser triste... Quem me dera a mim ainda ter a inocência dessa idade, ou até mesmo dos 16 anos, em que acreditava poder mudar o mundo. Mas... cresci. Envelheci. Fiquei "adulta". Vá, "adulta" q.b., porque lá no fundo não passo de uma miúda romântica que sonha com, um dia, encontrar um principe encantado.
terra chama Marta
ResponderEliminarPodemos viver os sonhos mas com os pés na Terra senão passamos a vida a subir pras nuvens e quando caimos, ficamos com o cú todo negro (isto soa esquisito!) da tamanha queda que demos.
O amor e uma cabana é quando queremos mas sim...não para sempre!
blá, blá, blá, wiscas saquestas, blá, blá, blá, wiscas saquestas, blá, blá, blá, wiscas saquestas,
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