domingo, novembro 30, 2008

Pensamento do dia

Com ferros matas, com ferros morres!!!

Vingança


Vingança consiste na retaliação contra uma pessoa ou grupo em resposta a algo que foi percebido ou sentido como prejudicial. Embora muitos aspectos da vingança possam lembrar o conceito de igualar as coisas, na verdade a vingança em geral tem um objetivo mais destrutivo do que construtivo. Quem busca vingança deseja forçar o outro lado a passar pelo que passou e/ou garantir que não seja capaz de repetir a ação nunca mais.

A ética da vingança é acaloradamente debatida na filosofia. Alguns acreditam que ela é necessária para se manter uma sociedade justa. Em algumas sociedades se acredita que o mal inflingido deve ser maior do que o mal que originou a vingança, como forma de punição. A filosofia de "olho por olho" citada no Velho Testamento da Bíblia (Exôdo 21:24) tentou limitar o dano causado, igualando ao original, para evitar uma série de ações violentas que escalassem rapidamente e saíssem do controlo. Outros argumentam contra a vingança alegando que se assemelha à falácia de que "Dois erros fazem um acerto". Alguns cristãos interpretam a passagem de Paulo "A mim a vingança; a mim exercer a justiça, diz o Senhor" (Epístola aos Romanos 12:19, na versão da Bíblia Sagrada da editora Ave Maria) como significando que apenas Deus tem o direito de praticar a vingança.

Sobre as bases morais, psicológicas e culturais da vingança a filósofa Martha Nussbaum escreveu: "O senso primitivo do justo — notadamente constante de diversas culturas antigas a instituições modernas . . . — começa com a noção de que a vida humana . . . é uma coisa vulnerável, uma coisa que pode ser invadida, ferida, violada de diversas maneiras pelas açoes de outros. Para esta penetração, a única cura que parece apropriada é a contrainvasão, igualmente deliberada, igualmente grave. E para equilibrar a balança verdadeiramente, a retribuição deve ser exatamente, estritamente proporcional à violação original. Ela difere da ação original apenas na sequência temporal e no fato de que é a sua resposta em vez da ação original — um fato freqüentemente obscurecido se há uma longa sequência de ações e contra-ações".

Vendeta é uma sequência de ações e contra-ações motivadas por vingança que são levadas a cabo ao longo de um extenso período de tempo por grupos que buscam justiça; ela foi uma parte importante de muitas sociedades pré-industriais, especialmente na região mediterrânea, e ainda hoje persistem em algumas áreas. Durante a Idade Média não se considerava um insulto ou injúria resolvidos até que vingados.

No passado feudal do Japão a classe samurais mantinha a honra de sua família, clã, ou senhor através do katakiuchi (敵討ち), ou assassinato vingativo. Esses assassinatos também envolviam os parentes daquele que ofendeu. Hoje em dia o katakiuchi é perseguido principalmente através de meios pacíficos, porém a vingança permanece uma parte importante da cultura japonesa.

Os sistemas legais modernos ocidentais geralmente afirmam que sua intenção é a reabilitação ou a reinserção na sociedade. Porém, mesmo nestes sistemas a noção de justiça como vingança persiste em setores da sociedade. A vingança é um prato que se serve frio, diz o ditado popular.

Ela sabia o que a esperava. Mesmo assim arriscou. E, no fim, perguntou-se se realmente sabia. Se o sabia, porque o fez? Seria assim tão burra ao ponto de querer viver tudo outra vez?! Não se lembraria ela por acaso do que tinha sido?!

quinta-feira, novembro 27, 2008

quarta-feira, novembro 26, 2008

O Livro


Há uns dias voltaram a perguntar-me, depois de ter lido algo escrito por mim, porque é que eu não escrevo um livro?! E a minha resposta voltou a ser a mesma... aquela que digo a toda a gente... Foi um "Mas quem é que no seu perfeito juízo quer ler alguma coisa escrita por mim?? Lol. Tou a brincar (e daí...). O que "disse" foi um ar de "não sei" e um encolher de ombros. Mas a verdade é que sei. Nunca tive foi a coragem de o dizer em voz alta... Por isso, vou-vos dizer aqui, baixinho, em tom de segredo...


Eu sou escrevo quando estou doente, doente de amor... o que me inspira é a tristeza...


Por isso, as hipoteses resumem-se a ser feliz (ou pelo menos tentar) ou morrer de tristeza e escrever um livro... pois... Logo, e muito sinceramente, espero que vocês nunca leiam um livro escrito por mim.

terça-feira, novembro 25, 2008



Tempo. Apenas invenção. A invenção de uma espera ou de um esquecimento... porque as horas podem teimar em passar e o tempo permanecer imóvel.O tempo. A nossa percepção.
Os meses. Os anos. O passado (ou não).
As ideias dispersas de que nos alimentamos na esperança d atingir algo. Delineamos estratégias e planos e esquemas que não cumprimos segundo o relógio. Falta-nos o tempo (ou a vontade). Oh, a vontade! A invenção. A percepção.
As horas. Os minutos. Os segundos.
O relógio que nos rouba o que nos resta.A ideia do tempo que passou e não volta. Mas volta. Pode voltar. Não na dissertação dos ponteiros retrocedentes, mas na caixinha das batidas descompassadas. As batidas que engolem o tempo e o relógio. As batidas que não ouvem o cucu de loucas que são.
O cuco. A corda. O relógio.
A corda que nos damos para andar. A corda que nos enforca no esgotar do tempo. O tic tac que nos apressa porque a ampulheta não pára. O tempo que dizem fugidio e que corre...
Não entendo. Então porque está o meu parado?
Os ponteiros até podem mexer mas ele não anda nem tão somente corre. Não foge... mas também não há ninguém que o agarre. E quando olho... não o vejo. Estranho.
Ai o tempo!! - Dizem eles – O tempo já lá vai.

Frase do dia

Já punhas mais tabaco nisso!!! (LOL)

segunda-feira, novembro 24, 2008


"Gosto de deitar a minha cabeça sobre o teu peito e, mentalmente, contar as batidas do teu coração... Tu completas o meu ser."


Como eu adorava saber que esta frase foi escrita e pensada para mim. Não o foi. Nem sequer sei quem a escreveu. Encontrei-a por acaso, enquanto navegava na net... mas achei-a tão bonita!! Ser a musa de alguém, inspirar em alguém palavras tão doces... deve ser o maior elogio que poderemos receber de alguém.

Organiza o Natal (Carlos Drummond de Andrade)


Alguém observou que cada vez mais o ano se compõe de 10 meses; imperfeitamente embora, o resto é Natal. É possível que, com o tempo, essa divisão se inverta: 10 meses de Natal e 2 meses de ano vulgarmente dito. E não parece absurdo imaginar que, pelo desenvolvimento da linha, e pela melhoria do homem, o ano inteiro se converta em Natal, abolindo-se a era civil, com suas obrigações enfadonhas ou malignas. Será bom.
Então nos amaremos e nos desejaremos felicidades ininterruptamente, de manhã à noite, de uma rua a outra, de continente a continente, de cortina de ferro à cortina de nylon — sem cortinas. Governo e oposição, neutros, super e subdesenvolvidos, marcianos, bichos, plantas entrarão em regime de fraternidade. Os objetos se impregnarão de espírito natalino, e veremos o desenho animado, reino da crueldade, transposto para o reino do amor: a máquina de lavar roupa abraçada ao flamboyant, núpcias da flauta e do ovo, a betoneira com o sagüi ou com o vestido de baile. E o supra-realismo, justificado espiritualmente, será uma chave para o mundo.
Completado o ciclo histórico, os bens serão repartidos por si mesmos entre nossos irmãos, isto é, com todos os viventes e elementos da terra, água, ar e alma. Não haverá mais cartas de cobrança, de descompostura nem de suicídio. O correio só transportará correspondência gentil, de preferência postais de Chagall, em que noivos e burrinhos circulam na atmosfera, pastando flores; toda pintura, inclusive o borrão, estará a serviço do entendimento afetuoso. A crítica de arte se dissolverá jovialmente, a menos que prefira tomar a forma de um sininho cristalino, a badalar sem erudição nem pretensão, celebrando o Advento.
A poesia escrita se identificará com o perfume das moitas antes do amanhecer, despojando-se do uso do som. Para que livros? perguntará um anjo e, sorrindo, mostrará a terra impressa com as tintas do sol e das galáxias, aberta à maneira de um livro.
A música permanecerá a mesma, tal qual Palestrina e Mozart a deixaram; equívocos e divertimentos musicais serão arquivados, sem humilhação para ninguém.
Com economia para os povos desaparecerão suavemente classes armadas e semi-armadas, repartições arrecadadoras, polícia e fiscais de toda espécie. Uma palavra será descoberta no dicionário: paz.
O trabalho deixará de ser imposição para constituir o sentido natural da vida, sob a jurisdição desses incansáveis trabalhadores, que são os lírios do campo. Salário de cada um: a alegria que tiver merecido. Nem juntas de conciliação nem tribunais de justiça, pois tudo estará conciliado na ordem do amor.
Todo mundo se rirá do dinheiro e das arcas que o guardavam, e que passarão a depósito de doces, para visitas. Haverá dois jardins para cada habitante, um exterior, outro interior, comunicando-se por um atalho invisível.
A morte não será procurada nem esquivada, e o homem compreenderá a existência da noite, como já compreendera a da manhã.
O mundo será administrado exclusivamente pelas crianças, e elas farão o que bem entenderem das restantes instituições caducas, a Universidade inclusive.
E será Natal para sempre.

sábado, novembro 22, 2008

Hoje vou escrever um texto um pouco mais pessoal do que é habitual, vou abrir um pouco do meu mundo para quem passa os olhos por este meu sitio...
Hoje é sábado à noite e eu estou em casa, sozinha, sem ninguém com quem estar... Sinto-me terrivelmente triste, porque odeio passar as sextas e os sábados à noite em casa. É claro que tenho amigos (neste momento são menos dos que eu gostava que fossem, mas com o passar dos anos acabam por apenas ficar os amigos que realmente o são... e como já ando na escola ou na universidade também não tenho grandes hipoteses de conhecer mais gente... nem mesmo no trabalho, visto que trabalho num sitio pequeno). Tenho amigos, poucos mas bons. Mas eles também têm as suas vidas. Por isso, hoje, cada um deles está algures a fazer alguma coisa, e eu estou aqui... invadida pela tristeza. A verdade é que quando se mora sozinha a vida é um pouco mais triste porque é um pouco mais silenciosa. E quando não se tem alguém com quem partilhar o coração, ele também fica um pouco mais pequenino... E se durante o dia a luz nos ilumina, com o cair da noite teimamos olhar para dentro de nós... e, por vezes, é pouco o que lá encontramos.

Pisa


Eu no cimo da Torre de Pisa!! E nem com o meu peso ela caiu!! =P

Este é o belo estado em que as escadas da Torre estão!! Acho que se sente mais a inclinação aqui do que quando se sobe...

Vista linda não acham?!



Uma das campas do Campo Santo. Simplesmente "belissimo"!!






Gaja nua?! Qua gaja nua?!

Florença


Nunca tinha ouvido falar neste vegetal... e tenho a dizer que depois de cortar isto tudo, tão depressa não quero voltar a ouvir falar =p

O chef!!


A lindissima Ponte Vecchio, a única que não foi destruida durante a 2ªGGM... porque até o Hitler teve noção da beleza que ela detinha.






Adorei esta estátua!! Ela retrata o episódio de quando Perseu matou a Medusa.






Até em Itália há a mitica Festa do Avante!!!


Dizia que se tocassemos no Buda ele nos traria sorte... ao que eu aproveitei e lhe fiz muitas festinhas na barriga!!


Ou és tu?


És tu o meu principe??


Pensamento do dia


São 03.37h neste momento. Não consigo dormir. Por muito que feche os olhos, eles continuam abertos vendo aquilo que não quero ver... Preferia estar na terra dos sonhos, mas o sono não vem para me salvar. Deito-me, mas parece que ainda continuo a fazer estradas enquanto penso. E nem o peso do que penso me faz ficar mais cansada... apenas farta.

quinta-feira, novembro 20, 2008

Ontem cheguei a casa e no correio não haviam cartas ou poemas de amor, nem à entrada havia flores ou caixas de bombons... Não faz mal. Talvez hoje, quem sabe?

Corpo de mentiras




O agente da CIA Roger Ferris é destacado para a Jordânia, depois de ter sido ferido no Iraque, com o objectivo de detectar e neutralizar ataques da Al-Qaeda. Depois de ter tentado em vão matar um dos mais perigosos cérebros terroristas, Suleiman, Ferris desenvolve um complexo esquema que tem como modelo um plano usado com êxito pelos Britânicos contra os nazis. O plano de Ferris irá gerar discórdia e suspeição entre os terroristas, que começam a desconfiar uns dos outros e de possíveis associações com os Americanos. Mas irá também pôr em causa a sua relação profissional com o director dos serviços secretos da Jordânia.



(In)confidência: Adorei o filme!! E não, não foi por ter o Leonardo DiCaprio!! É um filme que mesmo a pena pagar para ver (embora eu tenha ganho bilhetes para a ante-estreia ehehe).

quarta-feira, novembro 19, 2008