domingo, setembro 28, 2008

Centopeia gigante vs Tarantula

Quem acham que ganha neste combate? Eu digo que fiquei supreendida com o resultado!!!

(In)confidência: Este video é dedicado ao Macedo. Ainda tava numa de meter aqui o da centopeia a comer o ratinho, mas já não tinha o link =(

Para quem não sabe, hoje é o dia mundial do coração. O que me leva a perguntar, em que estado está o vosso? Têm cuidado bem dele?
When i think i´m over you, i'm overpowered.

So simple, so plain, so unreal.
So me, so you.

Missão: Salvar os Barrigudos!!

Se não acreditam, vejam este documentário!! Ele há com cada coisa!!

Nas palavras da Joaninha: "Espero na fila da frente pelo contra-ataque" !!! Lol!!

Ainda à procura mas sem encontrar...

sexta-feira, setembro 26, 2008

- Mãe, faz comischão...
- Eu sei.
- Doi, mãe.
- Já passa, filha.



Pensamento do dia

"O ciúme é o medo de perdermos algo que não nos pertence!!!"
autor desconhecido

quarta-feira, setembro 24, 2008

Pensamento do dia

“Cada pessoa que passa na nossa vida, passa sozinha, porque cada pessoa é única e nenhuma substitui a outra. Cada pessoa que passa pela nossa vida passa sozinha, não nos deixa só, porque deixa um pouco de si e leva um pouquinho de nós. Essa é a mais bela responsabilidade da vida e a prova de que as pessoas não se encontram por acaso.” - Charlie Chaplin

«Visions: O Espírito dos Sonhos»






O Visions: O Espírito dos Sonhos vem tomar o lugar que um dia pertenceu ao Four: O Espírito dos Elementos e conta com a assinatura do criador do espectáculo anterior, Michael MacPherson. Interactivo, conta com cerca de 50 performers espalhados pela audiência e convocando-a para a lógica da própria narrativa encenada e coreografada.


O palco onde os olhares se concentram é apenas um macguffin, sendo que o espectáculo acontece em toda a sala. No palco, está apenas um sonhador cujos movimentos e coreografias contam uma história nunca pronunciada. Entre o que se passa na sala e a acção que decorre em palco, eis onde se situa Visions: O Espírito dos Sonhos.


E é o lado onírico do sono, aqui surrealisticamente materializado, que predomina. E é precisamente por isso que a organização do espectáculo, no seu desenvolvimento vertiginoso, que este se assemelha ao que pretende recriar: um sonho. Este é recriado essencialmente a partir da significação temática de cinco vivências no universo etéreo dos sonhos: o movimento, o tempo, a luxúria, o pesadelo e a celebração.


Numa sequência de exercicios de malabarismo, o Movimento apoia-se em variáveis rítmicas, sustentadas por uma incontrolável adrenalina. É o ponto de partida para uma inesgotável liberdade de imaginação que invade o sonhador. Numa combinação de imagens que estimulam os sentidos, sobressaem os movimentos coreográficos elaborados dos bailarinos.


Em busca do momento perfeito, o Tempo pode levar o espectador a ambicionar uma vida nova, iniciando uma ruptura com o presente. "Traz a nostalgia das boas recordações ou a ansiedade em alcançar dias melhores", diz Michael McPherson. Uma ampulheta marca o tempo que, por sua vez, define a entrada no mundo surrealista e ilusório dos sonhos.


Noutro audacioso momento cénico, a Luxúria desdobra-se em registos de pura sensualidade. É o sonho a estimular o desejo de romper com o espírito conservador. Na antecipação do proibido, predomina a ostentação e a sumptuosidade. "O espectador pode desenhar no seu imaginário uma mulher bonita que gostaria de conhecer ou uma casa fantástica onde sempre quis viver", explica Michael McPherson.


Já no Pesadelo o público é desafiado a descodificar uma labiríntica sucessão de imagens, inscritas por figuras desconexas. "São memórias indesejáveis de um passado longínquo ou, ainda, o medo, o receio e a insegurança sobre o que nos reserva o futuro", explica Michael McPherson.


O espectáculo culmina com a Celebração, que enaltece sentimentos como a alegria e a felicidade. "É uma grande festa que simboliza todas as emoções implícitas num sonho", afirma o autor. Em verdadeira apoteose, é toda uma paleta policroma, representando um sonho único. Alcança-se, assim, o equilíbrio perfeito.


Toda a ambiência que percorre o espectáculo é sublinhada pela actuação dos músicos em palco. É um quinteto constituído por Anthony Wheeldon, na guitarra, Hector Herrera, na bateria, Ivan Pedreira, no baixo, Fausto Ferreira, ao piano, e Ana Freitas, no violino. Laura Sinclair, por seu lado, interpreta vários temas com influências da música pop .


TRANSPORTS EXCEPTIONNELS






DUETO PARA UM BAILARINO E UMA GRUA.
29 Ago 2008 - 18:0030 e 31 Ago 2008 - 16:00 e 18:00


PASSEIO DA ENTRADA PRINCIPAL DO CCB
ENTRADA LIVRE


O braço da grua integra o movimento da dança e é também como um braço humano que pega, empurra e mima. A rotação da máquina é um movimento amplo, mas também um carrossel. A pá que escava, fura, transporta e despeja talvez seja por extensão poética semelhante a uma mão que leva, que eleva ou que protege. O homem e a máquina fundem-se num dueto apaixonado.


(In)confidência: Um espectáculo sui generis mas de uma beleza incrível, onde ao som de Maria Callas o homem se apaixona pela máquina, duma dança de amor e cumplicidade.

Parabéns InÊs !










sexta-feira, setembro 12, 2008

Pensamento do dia


"Nada é eterno, nem mesmo os nossos problemas..."

Charlie Chaplin


Gosto desta frase, mas acho que há uma coisa que realmente é eterna... A busca pela felicidade!!