quarta-feira, maio 30, 2007

Para quem não sabe, os "Gato Fedorento" foram acusados de plágio pelo DN por terem "copiado" esta música para o genérico de "Isto é uma especie de magazine". Parece que o plágio esta na moda... Lol!! ( Private joke )

segunda-feira, maio 28, 2007

A festita da Inês Carretas

Numa pequena cidade do Norte de Moçambique, o 25 de Abril de 1974 é recebido de forma peculiar… O português Lourenço de Castro, inspector da PIDE, perturbado pela morte do pai, vive com a mãe, Margarida e com a tia Irene. Lourenço de Castro conhece o que é ser membro da PIDE em solo africano, essa «fabricação do medo» que mais não é do que o medo do próprio futuro. “Vinte e Zinco” é uma reflexão sobre o significado da Revolução e sobre as vidas cruzadas de estrangeiros que vivem em território colonial e aqueles que acreditam no poder da terra, o que ela aceita ou não. Oscilando entre dois tempos diferentes, o passado e o presente, mas também o tempo interior, as personagens agem e narram-se simultaneamente a si próprias, como se reordenando o tempo ele se pudesse corrigir. Nesta curta história de memórias, onde a literatura, a história e a ficção se entrelaçam, conta-se o arrivismo português nas colónias negras, a distância que separa os colonizados dos colonizadores.

Vinte e Zinco
Salão Nobre, Teatro D.Maria II
25 de Abr a 01 de Jul 2007
3ª a SÁB. 22H00 DOM. 16H30

Preciso de espaço para acalmar os monstros dentro de mim....

domingo, maio 27, 2007

É o fechar de um capítulo... O que se segue é ainda um mistério. Dou comigo a fazer um balanço de tudo o que já passou e de onde me encontro agora, perto do fim. Sempre me disseram que era na faculdade que iria fazer amigos para o resto da vida, mas a verdade é que saio de lá com muito poucas pessoas dentro do meu coração. Esperei que fosse diferente. E sinto-me muito triste por isso... Queria ter deixado mais um pouco de mim nos outros...
O meu caminho naquela faculdade foi um pouco atribulado... Passei por diversas turmas, o que também fez com que não desse para aprofundar muito as amizades que fui fazendo, porque apesar de conhecer muita gente não tive o tempo para continuar de uma forma contínua o que ali começou. No primeiro ano fui colocada numa turma que acabou com a passagem para o segundo ano, porque era uma das últimas. E fomos todos redistribuidos por outras turmas. Na turma que se seguiu as peripécias foram muitas, especialmente porque havia grupos muito marcados dentro da turma. E, com o escolher da menção, fui para outra turma onde não conhecia quase ninguém (aliás ninguém das minhas antigas turmas escolheu a mesma menção que eu).
Houve pessoas que me marcaram mais que outras, que viveram um ano, ou dois, mais de perto comigo mas, que com o mudar de turma, cada uma seguiu o seu caminho... São coisas do destino... Não foi culpa de ninguém. Foi um pouco como virar uma página de um livro. É claro que pelo caminho também encontrei muitas pessoas que me decepcionaram, que aparentavam ser uma coisa mas que afinal eram algo bem diferente... Magoou-me, mas fez-me crescer. Acho até, que uma em especial, não vou esquecer tão depressa... tamanha foi a desilusão. Mas, como eu costumo dizer: "As pessoas magoam-nos aquilo que nós as deixamos magoar, porque somos nós que lhes damos esse poder com a importância que lhes damos".
Também passei pela tuna, onde estive cerca de 4anos. Pensei que ali iria fazer amigas, grandes amigas... que iriamos ter uma laço que nos iria unir de uma forma muito especial... mas enganei-me. Em vez disso, encontrei cinismo e hipocrisia... E, a certa altura, cansei-me de ser o patinho feio. Encontrei-me na Tertúlia, onde tenho pena de deixar uma passagem tão curta... Mas mais vale pouco que nada.
Comigo, levo um punhado de pessoas. Pessoas lindas por dentro. Pessoas que conquistaram um pouco do meu céu. A elas desejo tudo de bom e que o destino seja brando com elas, porque eu estarei sempre aqui para o que precisarem.

A banda


Na minha Faculdade, existe uma tradição muito sui generis no último dia de aulas: a banda!! Ou seja, basicamente, os finalistas não vão a nenhuma aula e andam, juntamente com uma banda ( que é a mesma todos os anos), a invadir as salas das outras turmas, em que os professores depois, normalmente sobem para cima das mesas e, fazem um discurso para os finalistas. No fim da manhã, acaba-se sempre com um fra! Há que dizer que logo que começa a banda já há muita gente imprópria para consumo... é que há sempre festa da cerveja na noite anterior!! É a loucura!! Há muitos que nem vão a casa dormir... Mas percebe-se... Afinal é a última festa ( se tudo correr bem!! )

O último jantar de turma... Snif Snif =(