
Serão assim tão diferentes as nossas maneiras de amar? Aqui, sentada, ao som de “Fado meu”, desejo-te do meu lado. Guardo-te dentro de mim, no pensamento. O silêncio sufoca-me. Preferia deixar o espírito bailar nesta música que parece o mar... as ondas que me cobrem o corpo. Queria deixar nascer as asas, me transformar... voar de encontro a ti. Mas de ti nada sei. Não seio que sentes, o que queres, o que desejas, o que pensas... não sei se em ti me encontro
Ora bem, acordei eu num belo domingo à tarde e tinha uma lembrança no telemóvel para te ensinar como alargar o leque de pessoas que podiam deixar comentários ao teu blog. Mas parece que já conseguiste!
ResponderEliminarParabéns, "fäerie"!
Ah, e não penses mais nisso ;)
Após ter visto o comentário que deixaste no meu blog, resolvi deixar mais uns quantos no teu (sim, não me contento em escrever duas ou três linhas, sou viciado em escrita).
ResponderEliminarA propósito do meu Post "Amor" e em resposta ao teu "comment", tenho a dizer o seguinte: não é necessária inspiração proveniente seja lá de onde for para eu ter sentimentos bonitos dentro de mim - que tenho. Simplesmente não faz parte da minha forma de ser exteriorizá-los e baixar o "escudo" para que qualquer pessoa veja. Nem o melhor dos meus amigos(as) sabe realmente o que penso e é assim que eu gosto que as coisas se mantenham. Os meus pensamentos são livres, mas somente enquanto se mantiverem dentro da minha mente...muito sinceramente acho que é necessária coragem para se escrever o que está no nosso íntimo (como fazes, a não ser que seja somente ficção) e assinar com o próprio nome. A não ser que o propósito seja mesmo esse...