quarta-feira, fevereiro 24, 2016
Prémios E! Red Carpet Portugal 2016 xD
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Marta da Cunha e Castro
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Clichés.

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Odeio me sentir doente

e não ter ninguém para cuidar de mim.
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terça-feira, fevereiro 23, 2016
Acabadinha de sair da AE de "Salve, César!"
Hollywood (EUA), década de 1950. Edward Mannix é uma das peças fundamentais do negócio do cinema. A sua principal função é proteger as grandes estrelas de escândalos de todos os tipos. A sua vida é um frenesim de acontecimentos e de problemas para resolver. Mas o seu maior desafio surge quando Baird Whitlock, o actor principal de uma superprodução chamada “Salvé, César!”, é raptado a meio das filmagens. O rapto é reclamado por uma organização criminosa autodenominada “Futuro”, que exige uma exorbitante quantia de dinheiro. Gerir os egos de um sem-número de actores, realizadores e produtores, ao mesmo tempo que tenta encontrar o paradeiro de Whitlock, não é tarefa para qualquer um. Mas parece que Mannix consegue estar sempre à altura das circunstâncias…
Escrito e realizado por Joel e Ethan Coen (conhecidos pelos sucessos “Barton Fink”, “Fargo”, “O Grande Lebowski”, “Este País Não É para Velhos” ou “Indomável”), uma comédia ambientada nos anos dourados do cinema. O elenco, de luxo, conta com a participação de Josh Brolin, George Clooney, Alden Ehrenreich, Ralph Fiennes, Jonah Hill, Scarlett Johansson, Frances McDormand, Tilda Swinton e Channing Tatum, entre muitos outros.
As fotos:
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11:43 da tarde
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segunda-feira, fevereiro 22, 2016
The moment when you realize that

You just broke what was left of me.
Now I'm just a empty shell, with no soul and no heart.
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2:40 da tarde
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domingo, fevereiro 21, 2016
Uma taquicardia do coração.
O amor é apenas uma taquicardia do coração, uma inundação hormonal do cérebro. Podíamos até
comprovar cientificamente que o chocolate pode despoletar exatamente a mesma reação. Porque nada
mais é que uma reação química. Nada de metafísico ocorre, nada de espiritual acontece. E o
romantismo é apenas uma invenção, mais parte da poesia do que da condição humana, resultante da
solidão que normalmente habita em nós, essa sim, bem real. Demasiado até.
Tudo o resto são
racionalizações do imaginário, somatório de desejos e escapatórias desta aterradora viagem que
fazemos sozinhos.
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sábado, fevereiro 20, 2016
Nunca, pelo aspecto, adivinharia
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Casa Olivier @ Principe Real
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Unexpected Days @ Praça das Flores
"Let us dance in the sun, wearing wild flowers in our hair and let us huddle together as darkness takes over." - Susan Polis Schutz
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O acaso.

O acaso é uma força tão destrutiva como criativa, que nos leva por caminhos desconhecidos da alma
mas que nos dá lucidez de espírito. Dá-nos a esperança da liberdade ilusória que se instala no nosso
âmago e nos leva a acreditar no impossível. Torna-nos infinitos nas nossas decisões, porque somos
mais sendo menos, ligados a quem foi ou a quem nunca será. Fruto do que se passou ou até mesmo do
que se imaginou, faz-nos tropeçar em algo que eventualmente nos vai fazer crescer mesmo que
inicialmente nem soubéssemos que o queríamos. E é esta construção de carácter que nos faz ser nós,
ser mais perfeitos na nossa imperfeição: sãos na nossa loucura e loucos na nossa sanidade. A transcendermos o que fomos na plenitude do que somos.
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3:04 da tarde
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sexta-feira, fevereiro 19, 2016
Eu.

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2:24 da tarde
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quinta-feira, fevereiro 18, 2016
Not sure if dark humor or...
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Amo-te.
Amo-te, disse-lhe a medo.
O tempo distendeu-se infinitamente à espera da reação dela... quase parou,
preso à ânsia da resposta que tardava em chegar. Disparou de repente, quando ela devolveu o
sentimento na palavra tanto esperada. E o beijo fundiu-os num só como se nunca tivessem sido outra
coisa.
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4:44 da tarde
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Não quero ser o último a chorar.
Não me diga que eu amo a mim
Mais do que amo você, meu bem
Mas de fato as paixões são pra si mesmas
Não são pra mais ninguém
O que não quer dizer, porém
Que sozinho eu possa ser feliz
Pois então decore esse texto
Sob o pretexto de não parecer uma atriz
Na verdade eu acho que amo você
Melhor que você mesma
E eu fumo um cigarro, eu bato um carro
Eu espero que você veja
Que eu não posso viver sob a mira eterna
Desses dois olhos frios
Olha o tempo passando, e a gente parado
Fazendo cena pro público rir
Qualquer coisa é motivo pra uma coisa levar a outra
Não é possível ser esperto, inteligente
E ao mesmo tempo amar
Não vou negar, não vou negar, enfim
As paixões, meu amor, são tontas, são tantas
Chegou a conta, esteja pronta, aquele ponto
Em que tudo muda
Não quero ser o último a chorar
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Marta da Cunha e Castro
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quarta-feira, fevereiro 17, 2016
Acabadinha de sair da AE de "A Floresta" :)
As gémeas Sara e Jess sempre foram muito ligadas. Quando Jess fica alguns dias sem dar notícias, a irmã sente que algo de terrível se terá passado e decide procurá-la. É então que descobre que ela viajou até ao Japão com a intenção de ir até Aokigahara, uma floresta no sopé do monte Fuji. Devido à densidade das árvores, que bloqueiam o vento, e à ausência de vida selvagem, esta floresta é conhecida por ser estranhamente silenciosa. Famosa por ser o local escolhido por centenas de suicidas, são também muitas as histórias relacionadas com os fantasmas dos que morreram e com vários espíritos malignos característicos da mitologia japonesa. Decidida a encontrar a irmã e a trazê-la de volta para a segurança familiar, Sara voa até ao Japão em busca de um guia que a ajude a entrar em Aokigahara. Porém, lá chegada, ela apercebe-se de que aquele é um lugar maldito e que as probabilidades de encontrar a irmã com vida são muito reduzidas…
Estreia na realização de Jason Zada, uma história de terror que conta com a participação de Natalie Dormer, Taylor Kinney, Eoin Macken e Stephanie Vogt.
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Marta da Cunha e Castro
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Talvez eu.

Talvez a tristeza faça parte integrante da minha alma, pelo menos na verdadeira acepção da palavra discutida pelas outros. Talvez me perca sempre um pouco no que fica por dizer, nas entrelinhas do sentimento. Talvez tenha uma personalidade feliz num âmago melancólico e seja esta contradição que me completa. Ou talvez seja apenas eu, diferente e estranha, à minha maneira tão peculiar.
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Marta da Cunha e Castro
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terça-feira, fevereiro 16, 2016
Acabadinha de sair da AE de "Trumbo" xD
James Dalton Trumbo nasceu em Montrose, EUA, a 9 de Dezembro de 1905. Aos 30 anos estreou-se com “Eclipse”, o seu primeiro romance. Já em 1939 escreveu “Johnny Vai à Guerra”, um clássico pacifista premiado com um National Book Award. Durante a década de 1940, com provas dadas na Sétima Arte, era já um dos argumentistas mais bem pagos de Hollywood, escrevendo sucessos de bilheteira como “Kitty - A Rapariga da Gola Branca” (que lhe valeu a primeira nomeação para um Óscar na categoria de melhor argumento adaptado), “Trinta Segundos sobre Tóquio” (1944) ou “Ternura“ (1945). Em 1947, ele e nove outras personalidades foram chamados a depor na comissão parlamentar de inquérito da Câmara dos Representantes dos EUA, presidida pelo senador Joseph McCarthy (1908-1957), cuja função era averiguar a suposta infiltração de comunistas na indústria cinematográfica. Trumbo recusou-se a acusar os colegas e foi condenado por desobediência civil, passando a integrar a primeira lista negra de Hollywood e obrigado a cumprir onze meses de prisão no estado de Kentucky. Após cumprir pena, muda-se com a família para o México. Ali, não desiste de trabalhar e arrisca escrever argumentos para cinema usando pseudónimos, arrecadando secretamente dois Óscares com os filmes “Férias em Roma” (1953), de William Wyler, e “O Rapaz e o Touro” (1956), de Irving Rapper. Mais tarde, com o apoio do realizador Otto Preminger, viu o seu nome ser creditado em “Exodus” (1960). Logo em seguida, Kirk Douglas tornou público que foi ele o responsável pelo argumento de “Spartacus” (1960), de Stanley Kubrick. Com isto, Trumbo foi reintegrado no Writers Guild of America, o sindicato dos argumentistas de Hollywood, e passou a ser creditado por todos os seus trabalhos. O seu último argumento para cinema foi com filme “Papillon” (1973), de Franklin J. Schaffner. “Night of the Aurochs”, publicado postumamente em 1979, foi o seu derradeiro romance. A 10 de Setembro de 1976, com 70 anos de idade, Dalton Trumbo tem um ataque cardíaco que se revelou fatal.
Com realização de Jay Roach (“A Campanha”) e argumento de John McNamara, um drama que adapta a obra biográfica sobre Dalton Trumbo escrita, em 1977, por Bruce Alexander Cook. O elenco conta com Bryan Cranston, Diane Lane, Helen Mirren, Louis C.K., Elle Fanning, John Goodman e Michael Stuhlbarg, entre outros
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Marta da Cunha e Castro
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Faço questão.

Nunca me perco no que ficou por dizer
porque faço questão de usar as palavras.
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Marta da Cunha e Castro
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Junket do filme "Zootropolis" xD
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Marta da Cunha e Castro
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